12/01/2007
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09h38
enviado especial da Folha de S.Paulo a Miami
O casal fundador da igreja Renascer --Sônia Haddad Moraes Hernandes e Estevam Hernandes Filho-- está separado em alas diferentes para homens e mulheres, em celas coletivas do Centro de Detenção Federal, na região central de Miami.
Os dois usam uniforme laranja, comem três vezes ao dia e são vigiados 24 horas por dia por seguranças e câmeras de circuito interno. O local tem proteção anti-suicídio e serviço de assistência médica à disposição dos detentos.
O Centro de Detenção Federal é um edifício de 20 andares, em arquitetura brutalista. Está cercado de tribunais, numa rua de acesso restrito.
A prisão do apóstolo e da bispa foi registrada na Central de Detentos dos EUA sob o número 78320-004.
O casal dispensou assistência diplomática do Consulado do Brasil em Miami e paga honorários aos advogados constituídos para os defender nos EUA. Segundo o cônsul Luís Felipe Mendonça, o caso é monitorado diariamente.
A defensora pública --que presta assistência jurídica ao casal nos EUA-- Alicia Oliveira Valle não respondeu aos pedidos de entrevista. Ela participou da audiência com o juiz ontem e tem escritório num edifício da Justiça americana, ao lado do presídio, de entrada proibida.
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Casal é separado em presídio de Miami e usa uniforme laranja
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VINÍCIUS QUEIROZ GALVÃOenviado especial da Folha de S.Paulo a Miami
O casal fundador da igreja Renascer --Sônia Haddad Moraes Hernandes e Estevam Hernandes Filho-- está separado em alas diferentes para homens e mulheres, em celas coletivas do Centro de Detenção Federal, na região central de Miami.
Os dois usam uniforme laranja, comem três vezes ao dia e são vigiados 24 horas por dia por seguranças e câmeras de circuito interno. O local tem proteção anti-suicídio e serviço de assistência médica à disposição dos detentos.
O Centro de Detenção Federal é um edifício de 20 andares, em arquitetura brutalista. Está cercado de tribunais, numa rua de acesso restrito.
A prisão do apóstolo e da bispa foi registrada na Central de Detentos dos EUA sob o número 78320-004.
O casal dispensou assistência diplomática do Consulado do Brasil em Miami e paga honorários aos advogados constituídos para os defender nos EUA. Segundo o cônsul Luís Felipe Mendonça, o caso é monitorado diariamente.
A defensora pública --que presta assistência jurídica ao casal nos EUA-- Alicia Oliveira Valle não respondeu aos pedidos de entrevista. Ela participou da audiência com o juiz ontem e tem escritório num edifício da Justiça americana, ao lado do presídio, de entrada proibida.
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