22/01/2007
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11h20
da Folha Online, em Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu aos líderes da base aliada que encerrem a disputa na Câmara --motivada pela sucessão ao comando da Casa-- em 1º de fevereiro. A preocupação é que o racha na base se perpetue e prejudique a aprovação do PAC (Programa de Aceleração de Crescimento), lançado hoje pelo governo.
O recado foi dado na reunião que Lula teve nesta segunda-feira com os parlamentares aliados antes do anúncio do pacote. A base aliada está dividida entre a reeleição do presidente da Câmara, deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), e a candidatura do petista Arlindo Chinaglia (PT-SP).
O presidente nacional do PMDB, deputado Michel Temer (SP), disse que Lula recomendou ainda aos dirigentes dos partidos que já estudem as medidas que dependerão de aprovação do Congresso para facilitar a aprovação após 1º de fevereiro, quando se inicia o ano Legislativo.
"O presidente quer que em 1º de fevereiro se solucione as pendências políticas da base no Congresso e a partir daí se vai para frente", afirmou Temer.
O peemedebista disse que não pode garantir todos os votos do seu partidos --que tem 90 deputados e 20 senadores-- para o PAC porque as medidas serão analisadas uma a uma.
O vice-líder do governo na Câmara, deputado Beto Albuquerque (ES), confirmou o apelo do presidente. "Ele pediu para que tudo que for de disputa que fique para trás depois do dia 1º de fevereiro. Que a partir dali haja a rearticulação da base", disse.
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ANDREZA MATAISda Folha Online, em Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu aos líderes da base aliada que encerrem a disputa na Câmara --motivada pela sucessão ao comando da Casa-- em 1º de fevereiro. A preocupação é que o racha na base se perpetue e prejudique a aprovação do PAC (Programa de Aceleração de Crescimento), lançado hoje pelo governo.
O recado foi dado na reunião que Lula teve nesta segunda-feira com os parlamentares aliados antes do anúncio do pacote. A base aliada está dividida entre a reeleição do presidente da Câmara, deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), e a candidatura do petista Arlindo Chinaglia (PT-SP).
O presidente nacional do PMDB, deputado Michel Temer (SP), disse que Lula recomendou ainda aos dirigentes dos partidos que já estudem as medidas que dependerão de aprovação do Congresso para facilitar a aprovação após 1º de fevereiro, quando se inicia o ano Legislativo.
"O presidente quer que em 1º de fevereiro se solucione as pendências políticas da base no Congresso e a partir daí se vai para frente", afirmou Temer.
O peemedebista disse que não pode garantir todos os votos do seu partidos --que tem 90 deputados e 20 senadores-- para o PAC porque as medidas serão analisadas uma a uma.
O vice-líder do governo na Câmara, deputado Beto Albuquerque (ES), confirmou o apelo do presidente. "Ele pediu para que tudo que for de disputa que fique para trás depois do dia 1º de fevereiro. Que a partir dali haja a rearticulação da base", disse.
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