31/01/2007
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15h05
da Folha Online, em Brasília
A Policia Federal voltou a ouvir hoje o empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, desta vez no inquérito que investiga a ocorrência de um esquema de caixa dois nas eleições de 1998 na campanha do PSDB de Minas Gerais.
O empresário foi chamado pela PF para esclarecer pontos do inquérito, mas segundo a PF, não se tratou de um depoimento formal. A Folha Online apurou que empresário não colaborou e que teria se negado a responder os questionamentos da polícia. Ele permaneceu por duas horas e meia na sede da PF em Brasília e deixou o prédio pela saída da garagem.
Marcos Valério ganhou destaque nacional com o escândalo do mensalão, em 2005, quando foi revelado um esquema de repasse de recursos para parlamentares --que resultou no inquérito hoje em curso no STF (Supremo Tribunal Federal)-- e que era operado pelo empresário mineiro.
Uma ramificação mais antiga do chamado "valerioduto" --como foi apelidado o esquema-- foi descoberto em Minas Gerais, na campanha tucana para o governo do Estado, em 1998. A PF investiga a acusação de que o senador Eduardo Azeredo teria recebido R$ 9 milhões das contas de Marcos Valério para honrar dívidas de caixa dois de campanha.
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Leia o que já foi publicado sobre o esquema do valerioduto
Marcos Valério nega colaborar com PF em inquérito sobre "valerioduto" mineiro
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ANDREZA MATAISda Folha Online, em Brasília
A Policia Federal voltou a ouvir hoje o empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, desta vez no inquérito que investiga a ocorrência de um esquema de caixa dois nas eleições de 1998 na campanha do PSDB de Minas Gerais.
O empresário foi chamado pela PF para esclarecer pontos do inquérito, mas segundo a PF, não se tratou de um depoimento formal. A Folha Online apurou que empresário não colaborou e que teria se negado a responder os questionamentos da polícia. Ele permaneceu por duas horas e meia na sede da PF em Brasília e deixou o prédio pela saída da garagem.
Marcos Valério ganhou destaque nacional com o escândalo do mensalão, em 2005, quando foi revelado um esquema de repasse de recursos para parlamentares --que resultou no inquérito hoje em curso no STF (Supremo Tribunal Federal)-- e que era operado pelo empresário mineiro.
Uma ramificação mais antiga do chamado "valerioduto" --como foi apelidado o esquema-- foi descoberto em Minas Gerais, na campanha tucana para o governo do Estado, em 1998. A PF investiga a acusação de que o senador Eduardo Azeredo teria recebido R$ 9 milhões das contas de Marcos Valério para honrar dívidas de caixa dois de campanha.
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