01/02/2007
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12h27
da Folha Online, em Brasília
Em discurso de dez minutos ao plenário do Senado, o candidato à presidência do Senado José Agripino Maia (PFL-RN) pediu votos aos colegas com o argumento de que trabalhará pela independência da Casa Legislativa em relação ao Poder Executivo.
Agripino fez duras críticas ao que chamou de "excesso" de edição de medidas provisórias pelo presidente da República e aos vetos presidenciais a matérias aprovadas pelos senadores.
"Estamos há quatro anos tolhidos em nossa iniciativa com o entupimento da pauta com medidas provisórias. Cadê a discussão sobre segurança, geração de empregos, retomada do crescimento? Como o Senado não é capaz de fazer essas coisas se fizemos um bom projeto da reforma da previdência?", questionou.
Agripino reiterou que não será o "presidente do confronto" com o Executivo, por ser de um partido de oposição, mas sim o presidente da estabilidade. "O Congresso Nacional precisa recuperar sua capacidade de iniciativa. Será possível oferecer ao país o contraponto no debate, o contraditório?", questionou.
Autoritarismo
O candidato também prometeu lutar contra o que chamou de "autoritarismo populista" --numa referência ao Congresso da Venezuela que, recentemente, permitiu ao presidente Hugo Chávez poderes para governar por decreto.
Agripino disse que vai zelar pela Constituição do país e pela autonomia do Legislativo.
Depois do pefelista, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) é quem discursa aos colegas para pedir votos. A sessão que vai escolher o novo presidente da Casa Legislativa está sendo presidida pelo senador Efraim Morais (PFL-PB), primeiro-secretário do Senado.
Com o fim dos discursos dos dois candidatos, terá início a votação. O voto de cada senador será secreto, em cédulas de papel a serem depositadas em urnas instaladas no plenário do Senado.
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Agripino diz que Executivo "entupiu" pauta do Congresso com MPs
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GABRIELA GUERREIROda Folha Online, em Brasília
Em discurso de dez minutos ao plenário do Senado, o candidato à presidência do Senado José Agripino Maia (PFL-RN) pediu votos aos colegas com o argumento de que trabalhará pela independência da Casa Legislativa em relação ao Poder Executivo.
Agripino fez duras críticas ao que chamou de "excesso" de edição de medidas provisórias pelo presidente da República e aos vetos presidenciais a matérias aprovadas pelos senadores.
"Estamos há quatro anos tolhidos em nossa iniciativa com o entupimento da pauta com medidas provisórias. Cadê a discussão sobre segurança, geração de empregos, retomada do crescimento? Como o Senado não é capaz de fazer essas coisas se fizemos um bom projeto da reforma da previdência?", questionou.
Agripino reiterou que não será o "presidente do confronto" com o Executivo, por ser de um partido de oposição, mas sim o presidente da estabilidade. "O Congresso Nacional precisa recuperar sua capacidade de iniciativa. Será possível oferecer ao país o contraponto no debate, o contraditório?", questionou.
Autoritarismo
O candidato também prometeu lutar contra o que chamou de "autoritarismo populista" --numa referência ao Congresso da Venezuela que, recentemente, permitiu ao presidente Hugo Chávez poderes para governar por decreto.
Agripino disse que vai zelar pela Constituição do país e pela autonomia do Legislativo.
Depois do pefelista, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) é quem discursa aos colegas para pedir votos. A sessão que vai escolher o novo presidente da Casa Legislativa está sendo presidida pelo senador Efraim Morais (PFL-PB), primeiro-secretário do Senado.
Com o fim dos discursos dos dois candidatos, terá início a votação. O voto de cada senador será secreto, em cédulas de papel a serem depositadas em urnas instaladas no plenário do Senado.
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