02/02/2007
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21h42
O governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), anunciou que vai recorrer contra a decisão judicial que suspendeu a desapropriação de um centro de pesquisas da empresa suíça Syngenta Seeds, em Santa Terezinha do Oeste (540 km de Curitiba).
Na quinta-feira, a Justiça concedeu liminar à empresa sustando o plano do governo de transformar a área em um centro de agroecologia.
A Syngenta foi multada no ano passado pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais) por plantar soja e milho transgênicos no local. Em março, a área foi invadida pela Via Campesina. Oito meses depois, um decreto do governador do Paraná desapropriou o centro de pesquisas.
A empresa afirma que tinha uma autorização pelo CTNBio, uma comissão do Ministério da Ciência e Tecnologia, para fazer experimentos com transgênicos. No pedido que deu origem à liminar expedida na quinta-feira, a multinacional diz que o decreto do governo do Paraná foi ilegal e desviava da finalidade das desapropriações.
Requião disse que o Estado desapropriou "uma empresa infratora". "Se a Syngenta fizesse o que fez aqui na Suíça, todos os seus administradores estariam na cadeia", disse.
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Requião vai recorrer da decisão que suspendeu desapropriação de multinacional
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da Agência FolhaO governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), anunciou que vai recorrer contra a decisão judicial que suspendeu a desapropriação de um centro de pesquisas da empresa suíça Syngenta Seeds, em Santa Terezinha do Oeste (540 km de Curitiba).
Na quinta-feira, a Justiça concedeu liminar à empresa sustando o plano do governo de transformar a área em um centro de agroecologia.
A Syngenta foi multada no ano passado pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais) por plantar soja e milho transgênicos no local. Em março, a área foi invadida pela Via Campesina. Oito meses depois, um decreto do governador do Paraná desapropriou o centro de pesquisas.
A empresa afirma que tinha uma autorização pelo CTNBio, uma comissão do Ministério da Ciência e Tecnologia, para fazer experimentos com transgênicos. No pedido que deu origem à liminar expedida na quinta-feira, a multinacional diz que o decreto do governo do Paraná foi ilegal e desviava da finalidade das desapropriações.
Requião disse que o Estado desapropriou "uma empresa infratora". "Se a Syngenta fizesse o que fez aqui na Suíça, todos os seus administradores estariam na cadeia", disse.
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