06/02/2007
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17h34
O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Cesar Asfor Rocha, abriu nesta terça-feira prazo de dez dias para a coligação PSDB-PFL e de 20 dias aos réus da investigação sobre a suposta compra de um dossiê contra políticos tucanos para complementarem os argumentos de acusação e defesa expostos em representação.
A decisão permite à coligação PSDB-PFL, autora da investigação, e aos seis réus no processo o acesso aos documentos do inquérito da Polícia Federal em Cuiabá (MT), que estavam sob segredo de Justiça.
O corregedor-geral havia decidido pelo sigilo até que as testemunhas arroladas no processo fossem ouvidas. No entanto, a coligação recorreu ao plenário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para quebrar o segredo de Justiça antes do depoimento das testemunhas.
No julgamento do recurso, o tribunal decidiu quebrar o segredo de Justiça. Com isso, o corregedor-geral eleitoral emitiu na última sexta-feira a ordem para que a autora e os seis réus tenham acesso a esses documentos.
A denúncia da coligação PSDB-PFL envolve o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, o presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, o ex-assessor do Palácio do Planalto Freud Godoy, além de Valdebran Padilha e Gedimar Passos.
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da Folha OnlineO corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Cesar Asfor Rocha, abriu nesta terça-feira prazo de dez dias para a coligação PSDB-PFL e de 20 dias aos réus da investigação sobre a suposta compra de um dossiê contra políticos tucanos para complementarem os argumentos de acusação e defesa expostos em representação.
A decisão permite à coligação PSDB-PFL, autora da investigação, e aos seis réus no processo o acesso aos documentos do inquérito da Polícia Federal em Cuiabá (MT), que estavam sob segredo de Justiça.
O corregedor-geral havia decidido pelo sigilo até que as testemunhas arroladas no processo fossem ouvidas. No entanto, a coligação recorreu ao plenário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para quebrar o segredo de Justiça antes do depoimento das testemunhas.
No julgamento do recurso, o tribunal decidiu quebrar o segredo de Justiça. Com isso, o corregedor-geral eleitoral emitiu na última sexta-feira a ordem para que a autora e os seis réus tenham acesso a esses documentos.
A denúncia da coligação PSDB-PFL envolve o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, o presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, o ex-assessor do Palácio do Planalto Freud Godoy, além de Valdebran Padilha e Gedimar Passos.
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