07/02/2007
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19h23
O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o ministro Marco Aurélio Mello, contestou nesta quarta-feira a pesquisa do Ibope que apontou um aumento significativo na prática de compra de votos nas últimas eleições. A pesquisa apontou que 8,26% dos eleitores receberam ofertas contra 3,3% em 2002. "Não houve um aumento, simplesmente nós tivemos uma transparência maior. As coisas estão aflorando", disse o ministro.
A pesquisa do Ibope --realizada a partir de 2.002 entrevistas-- não indicou para qual cargo essas pessoas foram instadas a vender seus votos nem se elas chegaram a cometer o crime.
O ministro também rebateu a crítica de que os órgãos públicas não atuaram de forma adequada contra essa prática. Ele afirmou que a crítica é "no mínimo, uma injúria, descambando para a calúnia" e que a Justiça Eleitoral somente atua por meio de "provocação". Ele lembrou das campanhas realizadas na época das eleições e que o órgão "não podia fazer mais nada do que isso".
"[O TSE] tomou [providências] nos casos concretos, devidamente denunciados. Atuou com punho de aço, muito embora com luva de pelica, rejeitando registros, rejeitando candidaturas", acrescentou.
"Não podíamos fazer mais nada além disso, a não ser que a Justiça fosse tutora dos eleitores; a não ser que substituíssemos o eleitor por servidores da Justiça Eleitoral", disse ele.
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Presidente do TSE rebate pesquisa nega aumento da compra de votos
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da Folha OnlineO presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o ministro Marco Aurélio Mello, contestou nesta quarta-feira a pesquisa do Ibope que apontou um aumento significativo na prática de compra de votos nas últimas eleições. A pesquisa apontou que 8,26% dos eleitores receberam ofertas contra 3,3% em 2002. "Não houve um aumento, simplesmente nós tivemos uma transparência maior. As coisas estão aflorando", disse o ministro.
A pesquisa do Ibope --realizada a partir de 2.002 entrevistas-- não indicou para qual cargo essas pessoas foram instadas a vender seus votos nem se elas chegaram a cometer o crime.
O ministro também rebateu a crítica de que os órgãos públicas não atuaram de forma adequada contra essa prática. Ele afirmou que a crítica é "no mínimo, uma injúria, descambando para a calúnia" e que a Justiça Eleitoral somente atua por meio de "provocação". Ele lembrou das campanhas realizadas na época das eleições e que o órgão "não podia fazer mais nada do que isso".
"[O TSE] tomou [providências] nos casos concretos, devidamente denunciados. Atuou com punho de aço, muito embora com luva de pelica, rejeitando registros, rejeitando candidaturas", acrescentou.
"Não podíamos fazer mais nada além disso, a não ser que a Justiça fosse tutora dos eleitores; a não ser que substituíssemos o eleitor por servidores da Justiça Eleitoral", disse ele.
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