26/02/2007
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10h24
da Agência Folha, em Campo Grande
O procurador da República em Cuiabá (MT) Mário Lúcio Avelar pedirá mais investigação da PF (Polícia Federal) sobre o dossiegate, que envolveu petistas na compra de dossiê contra políticos tucanos.
Após parecer, na sexta passada, do procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, o inquérito sobre o caso voltará à Justiça Federal de Mato Grosso. Souza recomendou ao STF (Supremo Tribunal Federal) a anulação do indiciamento do senador Aloizio Mercadante (PT-SP) no inquérito.
"A tendência é pedir mais investigação", disse Avelar, que tentará chegar à origem de R$ 1,168 milhão e US$ 248,8 mil, apreendidos pela PF em setembro passado, em São Paulo.
O dinheiro seria usado, segundo a PF, na compra do dossiê que comprometeria tucanos com a máfia dos sanguessugas.
Com a volta do inquérito a Mato Grosso, Avelar ficará responsável pela denúncia contra os demais indiciados no caso. O inquérito foi remetido no fim de dezembro ao STF porque Mercadante, como senador, tem foro privilegiado.
A PF havia indiciado por crime eleitoral o senador e o tesoureiro dele na campanha ao governo de São Paulo.
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Leia o que já foi publicado sobre o caso dossiegate
Procurador vai pedir à PF mais investigação sobre dossiegate
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HUDSON CORRÊAda Agência Folha, em Campo Grande
O procurador da República em Cuiabá (MT) Mário Lúcio Avelar pedirá mais investigação da PF (Polícia Federal) sobre o dossiegate, que envolveu petistas na compra de dossiê contra políticos tucanos.
Após parecer, na sexta passada, do procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, o inquérito sobre o caso voltará à Justiça Federal de Mato Grosso. Souza recomendou ao STF (Supremo Tribunal Federal) a anulação do indiciamento do senador Aloizio Mercadante (PT-SP) no inquérito.
"A tendência é pedir mais investigação", disse Avelar, que tentará chegar à origem de R$ 1,168 milhão e US$ 248,8 mil, apreendidos pela PF em setembro passado, em São Paulo.
O dinheiro seria usado, segundo a PF, na compra do dossiê que comprometeria tucanos com a máfia dos sanguessugas.
Com a volta do inquérito a Mato Grosso, Avelar ficará responsável pela denúncia contra os demais indiciados no caso. O inquérito foi remetido no fim de dezembro ao STF porque Mercadante, como senador, tem foro privilegiado.
A PF havia indiciado por crime eleitoral o senador e o tesoureiro dele na campanha ao governo de São Paulo.
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