06/03/2007
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10h49
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, vai tentar a todo custo disputar com o desafeto número 1, George W. Bush, os holofotes sul-americanos e do mundo nesta semana, quando o norte-americano fará visitas a países latino-americanos.
Chávez contará com a ajuda de Evo Morales, da Bolívia, e Néstor Kirchner, da Argentina, e já deu sinais de que levará adiante a tarefa nem que precise melindrar um aliado estratégico, como o presidente Lula.
Enquanto Bush estiver visitando o Brasil e o Uruguai, Chávez estará na Argentina. Em Buenos Aires, fará um ato contra os EUA em um estádio de futebol, com apoio de movimentos pró-Kirchner. Depois, ele e Kirchner irão à Bolívia, "em solidariedade" ao país pelos efeitos da maior enchente desde 1982.
O venezuelano repetiu, com ironia, que ninguém quer sabotar a viagem de Bush e que "respeita" quem o receberá. Faz piada: "É coincidência que mister Bush chegue ao Brasil quase ao mesmo tempo que chego a Buenos Aires (...). Nossos aviões quase se cruzarão". Chávez também convocou os venezuelanos para atos anti-EUA.
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da Folha de S.PauloO presidente venezuelano, Hugo Chávez, vai tentar a todo custo disputar com o desafeto número 1, George W. Bush, os holofotes sul-americanos e do mundo nesta semana, quando o norte-americano fará visitas a países latino-americanos.
Chávez contará com a ajuda de Evo Morales, da Bolívia, e Néstor Kirchner, da Argentina, e já deu sinais de que levará adiante a tarefa nem que precise melindrar um aliado estratégico, como o presidente Lula.
Enquanto Bush estiver visitando o Brasil e o Uruguai, Chávez estará na Argentina. Em Buenos Aires, fará um ato contra os EUA em um estádio de futebol, com apoio de movimentos pró-Kirchner. Depois, ele e Kirchner irão à Bolívia, "em solidariedade" ao país pelos efeitos da maior enchente desde 1982.
O venezuelano repetiu, com ironia, que ninguém quer sabotar a viagem de Bush e que "respeita" quem o receberá. Faz piada: "É coincidência que mister Bush chegue ao Brasil quase ao mesmo tempo que chego a Buenos Aires (...). Nossos aviões quase se cruzarão". Chávez também convocou os venezuelanos para atos anti-EUA.
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