09/03/2007
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15h06
da Folha Online, em Brasília
O governo ganhou hoje o apoio dos secretários estaduais para a proposta de regulamentar o direito de greve dos servidores públicos. Reunidos em Brasília, secretários de 24 Estados manifestaram apoio à proposta do governo de encaminhar ao Congresso uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) estabelecendo os limites para greves no serviço público. O ministro Paulo Bernardo (Planejamento) esteve na reunião.
Os secretários devem retornar à Brasília em 15 dias para um novo encontro com o ministro. Dessa vez, para influenciar na discussão sobre o tema.
"A idéia não é cercear o direito à greve. Devemos estabelecer limites para que a população não seja prejudicada", afirmou Geraldo de Vitto, secretário de administração do Estado de Mato Grosso e presidente Conselho Nacional dos Secretários de Estado de Administração.
O secretário defende que todas as categorias sejam incluídas no projeto, ou seja, tenham limitações para fazer greves. "Se o contador entrar de greve, não posso rodar a folha de pagamento e isso prejudica toda a população", exemplificou.
O ministro Paulo Bernardo se mostrou satisfeito com o apoio ao projeto. Segundo a Folha Online apurou, o ministro admite que a aprovação da PEC será difícil no Congresso, por causa da pressão dos sindicados contrários a regulamentação. Por isso, considerou o apoio dos Estados fundamental para garantir o apoio dos parlamentares.
O governo também considera que a tarefa será mais fácil se o país estiver enfrentando dificuldades por causa de greves no momento da votação, mas prefere não contar com esse cenário porque isso seria jogar contra o país.
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ANDREZA MATAISda Folha Online, em Brasília
O governo ganhou hoje o apoio dos secretários estaduais para a proposta de regulamentar o direito de greve dos servidores públicos. Reunidos em Brasília, secretários de 24 Estados manifestaram apoio à proposta do governo de encaminhar ao Congresso uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) estabelecendo os limites para greves no serviço público. O ministro Paulo Bernardo (Planejamento) esteve na reunião.
Os secretários devem retornar à Brasília em 15 dias para um novo encontro com o ministro. Dessa vez, para influenciar na discussão sobre o tema.
"A idéia não é cercear o direito à greve. Devemos estabelecer limites para que a população não seja prejudicada", afirmou Geraldo de Vitto, secretário de administração do Estado de Mato Grosso e presidente Conselho Nacional dos Secretários de Estado de Administração.
O secretário defende que todas as categorias sejam incluídas no projeto, ou seja, tenham limitações para fazer greves. "Se o contador entrar de greve, não posso rodar a folha de pagamento e isso prejudica toda a população", exemplificou.
O ministro Paulo Bernardo se mostrou satisfeito com o apoio ao projeto. Segundo a Folha Online apurou, o ministro admite que a aprovação da PEC será difícil no Congresso, por causa da pressão dos sindicados contrários a regulamentação. Por isso, considerou o apoio dos Estados fundamental para garantir o apoio dos parlamentares.
O governo também considera que a tarefa será mais fácil se o país estiver enfrentando dificuldades por causa de greves no momento da votação, mas prefere não contar com esse cenário porque isso seria jogar contra o país.
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