28/03/2007
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12h35
da Folha Online, em Brasília
Partidos que perderam deputados nesta legislatura vão seguir a decisão do PFL de tentar retomar as vagas de volta.O presidente nacional do PPS, Roberto Freire (PE), disse que o partido irá se reunir nesta quarta-feira para avaliar se ingressa na Justiça ou na Câmara para ter de volta oito mandatos que perdeu com o troca-troca partidário.
Freire já avisou que o partido chamará os suplentes, pois não aceitará de volta os deputados eleitos pelo PPS e que migraram para a base do governo.
O PPS elegeu 22 deputados, mas viu sua bancada murchar para 14 parlamentares de outubro passado até agora. Metade dos que saíram escolheram o governista PR como nova casa.
Para Freire, o fato de todos os que saíram do partido terem migrado para legendas governistas indica que o troca-troca é estimulado pelo Planalto. "As mudanças têm o dedo do presidente Lula, que comanda um processo de cooptação. O PR iria se transformar em barriga de aluguel do Lula", disse.
Sobre a decisão de fechar as portas do partido para quem deixou a legenda, o presidente do PPS justificou que se tivesse outra postura seria a desmoralização do PPS. "Até aceitaria de volta se a pessoa tivesse ido para outro partido de oposição, porque neste caso não foi adesão. Os demais tiveram motivação torpe ao migrarem para o governo", disse.
Freire considerou que dificilmente o STF (Supremo Tribunal Federal) irá contestar a decisão do TSE porque normalmente as duas Cortes não se confrontam. "Há um entendimento de que isso é interpretação específica de um tribunal", afirmou.
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Após decisão do TSE, PPS seguirá PFL e pedirá oito mandatos de volta
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ANDREZA MATAISda Folha Online, em Brasília
Partidos que perderam deputados nesta legislatura vão seguir a decisão do PFL de tentar retomar as vagas de volta.O presidente nacional do PPS, Roberto Freire (PE), disse que o partido irá se reunir nesta quarta-feira para avaliar se ingressa na Justiça ou na Câmara para ter de volta oito mandatos que perdeu com o troca-troca partidário.
Freire já avisou que o partido chamará os suplentes, pois não aceitará de volta os deputados eleitos pelo PPS e que migraram para a base do governo.
O PPS elegeu 22 deputados, mas viu sua bancada murchar para 14 parlamentares de outubro passado até agora. Metade dos que saíram escolheram o governista PR como nova casa.
Para Freire, o fato de todos os que saíram do partido terem migrado para legendas governistas indica que o troca-troca é estimulado pelo Planalto. "As mudanças têm o dedo do presidente Lula, que comanda um processo de cooptação. O PR iria se transformar em barriga de aluguel do Lula", disse.
Sobre a decisão de fechar as portas do partido para quem deixou a legenda, o presidente do PPS justificou que se tivesse outra postura seria a desmoralização do PPS. "Até aceitaria de volta se a pessoa tivesse ido para outro partido de oposição, porque neste caso não foi adesão. Os demais tiveram motivação torpe ao migrarem para o governo", disse.
Freire considerou que dificilmente o STF (Supremo Tribunal Federal) irá contestar a decisão do TSE porque normalmente as duas Cortes não se confrontam. "Há um entendimento de que isso é interpretação específica de um tribunal", afirmou.
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