29/03/2007
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16h52
da Folha Online
Os deputados estaduais do PT de São Paulo planejam fazer manifestações nas estações do Metrô para colher assinaturas de passageiros favoráveis à investigação do acidente na construção da linha 4-amarela do Metrô.
Os petistas tentam, sem sucesso, instalar a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Metrô na Assembléia Legislativa desde 15 de março, quando os deputados tomaram posse. Os parlamentares conseguiram 24 das 32 assinaturas necessárias para protocolar o requerimento.
Segundo o líder da bancada petista, deputado Simão Pedro, a manifestação para coleta de assinaturas está prevista para 11 ou 13 de abril, por ocasião do terceiro mês do acidente. A obra do Metrô desabou no dia 12 de janeiro, matando sete pessoas.
"Vamos fazer panfletagem, denunciar irregularidades e colher assinatura dos passageiros. É uma forma simbólica de envolver a população", afirmou Pedro.
O líder petista garantiu que a iniciativa da bancada estadual não foi inspirada nas manifestações que deputados federais de partidos de oposição fizeram nos principais aeroportos do país.
De sexta-feira até hoje, os parlamentares já coletaram 20 mil assinaturas de passageiros favoráveis à instalação da CPI do Apagão Aéreo na Câmara. O abaixo-assinado foi entregue hoje ao presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), como um "ato simbólico".
A instalação da CPI foi rejeitada pelo plenário da Câmara na semana passada. Os parlamentares aguardam agora posição do STF (Supremo Tribunal Federal), que decidirá sobre a investigação da crise no setor aéreo.
Na avaliação de Pedro, a situação de Brasília é diferente da de São Paulo porque a oposição não indicou apenas um fato determinado para a investigação.
"Se o foco da investigação for os atrasos nos vôos, sou a favor. Mas não queremos dar palco para oposição investigar Infraero [empresa que administra os aeroportos] e outras obras públicas", comentou.
Já em São Paulo, a oposição não consegue emplacar a CPI do Metrô porque, segundo Pedro, os deputados governistas estão sendo orientados a não assinar o requerimento.
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REGIANE SOARESda Folha Online
Os deputados estaduais do PT de São Paulo planejam fazer manifestações nas estações do Metrô para colher assinaturas de passageiros favoráveis à investigação do acidente na construção da linha 4-amarela do Metrô.
Os petistas tentam, sem sucesso, instalar a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Metrô na Assembléia Legislativa desde 15 de março, quando os deputados tomaram posse. Os parlamentares conseguiram 24 das 32 assinaturas necessárias para protocolar o requerimento.
Segundo o líder da bancada petista, deputado Simão Pedro, a manifestação para coleta de assinaturas está prevista para 11 ou 13 de abril, por ocasião do terceiro mês do acidente. A obra do Metrô desabou no dia 12 de janeiro, matando sete pessoas.
"Vamos fazer panfletagem, denunciar irregularidades e colher assinatura dos passageiros. É uma forma simbólica de envolver a população", afirmou Pedro.
O líder petista garantiu que a iniciativa da bancada estadual não foi inspirada nas manifestações que deputados federais de partidos de oposição fizeram nos principais aeroportos do país.
De sexta-feira até hoje, os parlamentares já coletaram 20 mil assinaturas de passageiros favoráveis à instalação da CPI do Apagão Aéreo na Câmara. O abaixo-assinado foi entregue hoje ao presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), como um "ato simbólico".
A instalação da CPI foi rejeitada pelo plenário da Câmara na semana passada. Os parlamentares aguardam agora posição do STF (Supremo Tribunal Federal), que decidirá sobre a investigação da crise no setor aéreo.
Na avaliação de Pedro, a situação de Brasília é diferente da de São Paulo porque a oposição não indicou apenas um fato determinado para a investigação.
"Se o foco da investigação for os atrasos nos vôos, sou a favor. Mas não queremos dar palco para oposição investigar Infraero [empresa que administra os aeroportos] e outras obras públicas", comentou.
Já em São Paulo, a oposição não consegue emplacar a CPI do Metrô porque, segundo Pedro, os deputados governistas estão sendo orientados a não assinar o requerimento.
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