01/05/2007
-
15h06
da Folha Online
O presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse que a presidência e a relatoria da CPI do Apagão Aéreo serão preenchidas por acordo político, porém seguindo o princípio da proporcionalidade. Ou seja, o maior bloco e/ou a maior bancada compostos no início nesta legislatura ficarão com os cargos.
"A oposição, de maneira geral, e a base do governo também sabem que os blocos, no início da legislatura --para o assunto CPI--, valem por toda a legislatura. Portanto, não há a necessidade ou possibilidade de se organizarem em blocos. A presidência cabe ao maior bloco e/ou a maior bancada."
A oposição e o governo disputam os cargos de comando da CPI, a ser instalada nesta quinta-feira (3). O PMDB, maior bancada da Câmara, tem a prerrogativa de ficar com a presidência da comissão de acordo com o regimento da Casa.
Cabe ao presidente da CPI escolher o relator. A base aliada se articula para controlar os dois cargos, mas a oposição promete recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal) se não ficar com a relatoria ou a presidência da CPI.
Chinaglia participou das comemorações do Dia do Trabalho em São Paulo. Ele disse também que "não há base regimental para que a proporcionalidade --do ponto de visto de composição da presidência e da relatoria-- extrapole um único item".
O petista ressaltou que o líder do governo na Câmara, deputado José Múcio (PTB-PE), disse em entrevista que oito CPIs no governo FHC tiveram como presidentes e relatores integrantes governistas.
Leia mais
Oposição diverge sobre foco da CPI do Apagão Aéreo
Oposição tentará ampliar foco de CPI do Apagão Aéreo
CPI do Apagão Aéreo vai começar a funcionar na quinta-feira
Disputa por cargos na CPI do Apagão abre crise no PSDB
STF determina imediata instalação da CPI do Apagão Aéreo
Oposição comemora decisão do STF sobre CPI; governo quer limitar investigação
Especial
Leia mais sobre a CPI do Apagão
Presidência e relatoria da CPI ficarão com maiores bancadas, diz Chinaglia
Publicidade
EPAMINONDAS NETOda Folha Online
O presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse que a presidência e a relatoria da CPI do Apagão Aéreo serão preenchidas por acordo político, porém seguindo o princípio da proporcionalidade. Ou seja, o maior bloco e/ou a maior bancada compostos no início nesta legislatura ficarão com os cargos.
"A oposição, de maneira geral, e a base do governo também sabem que os blocos, no início da legislatura --para o assunto CPI--, valem por toda a legislatura. Portanto, não há a necessidade ou possibilidade de se organizarem em blocos. A presidência cabe ao maior bloco e/ou a maior bancada."
A oposição e o governo disputam os cargos de comando da CPI, a ser instalada nesta quinta-feira (3). O PMDB, maior bancada da Câmara, tem a prerrogativa de ficar com a presidência da comissão de acordo com o regimento da Casa.
Cabe ao presidente da CPI escolher o relator. A base aliada se articula para controlar os dois cargos, mas a oposição promete recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal) se não ficar com a relatoria ou a presidência da CPI.
Chinaglia participou das comemorações do Dia do Trabalho em São Paulo. Ele disse também que "não há base regimental para que a proporcionalidade --do ponto de visto de composição da presidência e da relatoria-- extrapole um único item".
O petista ressaltou que o líder do governo na Câmara, deputado José Múcio (PTB-PE), disse em entrevista que oito CPIs no governo FHC tiveram como presidentes e relatores integrantes governistas.
Leia mais
Especial


