16/05/2007
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16h13
da Folha Online, em Brasília
O presidente nacional do PMDB, deputado Michel Temer (SP), sinalizou hoje que o seu partido não irá impor o candidato da coalizão à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Como presidente do PMDB, Temer disse que "é claro" que vai trabalhar para que o candidato seja do partido, mas ponderou que isso "é o tempo quem irá dizer" e que esta discussão "ainda é prematura".
Ontem, o presidente Lula disse, em entrevista coletiva, que os partidos da base aliada devem lançar um candidato único na disputa de 2010.
Para Temer, "faz todo sentido" que a coalizão tenha um nome para apresentar. "Seria incoerente os partidos estarem hoje coligados e depois lançarem vários candidatos", disse.
O PMDB busca viabilizar um nome para a disputa. Para isso, iniciou conversas com o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, na tentativa de convencê-lo a trocar o PSDB pelo partido. Outro nome do PMDB é o governador do Rio, Sérgio Cabral, que tem grande afinidade com Lula.
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ANDREZA MATAISda Folha Online, em Brasília
O presidente nacional do PMDB, deputado Michel Temer (SP), sinalizou hoje que o seu partido não irá impor o candidato da coalizão à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Como presidente do PMDB, Temer disse que "é claro" que vai trabalhar para que o candidato seja do partido, mas ponderou que isso "é o tempo quem irá dizer" e que esta discussão "ainda é prematura".
Ontem, o presidente Lula disse, em entrevista coletiva, que os partidos da base aliada devem lançar um candidato único na disputa de 2010.
Para Temer, "faz todo sentido" que a coalizão tenha um nome para apresentar. "Seria incoerente os partidos estarem hoje coligados e depois lançarem vários candidatos", disse.
O PMDB busca viabilizar um nome para a disputa. Para isso, iniciou conversas com o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, na tentativa de convencê-lo a trocar o PSDB pelo partido. Outro nome do PMDB é o governador do Rio, Sérgio Cabral, que tem grande afinidade com Lula.
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