22/05/2007
-
16h38
O presidente do BRB, Roberto Figueiredo Guimarães, divulgou nota informando que as investigações da Polícia Federal sobre a suposta ligação dele com a máfia das obras não tem relação com sua atuação na instituição. Ele foi um dos presos pela Polícia Federal durante a Operação Navalha, que desarticulou uma quadrilha que supostamente fraudava licitações para realização de obras públicas.
Em nota, ele informa que prestou serviços ao Estado do Maranhão durante o governo de José Reinaldo Tavares (PSB). "Essa atividade de consultoria nenhuma relação tinha com obras públicas, mas sim com a reestruturação das finanças do Estado. O trabalho foi muito bem sucedido, apresentando um excelente resultado de reequilíbrio das contas públicas", diz ele em nota.
O presidente do BRB informa ainda que a Gautama era cliente de sua consultoria, a Planos Consultoria Financeira. "A consultoria prestada a esse grupo nunca se relacionou com obras públicas em Estados da federação, mas na estruturação de operações nas áreas de concessão de água e esgoto e geração de energia através de pequenas centrais hidrelétricas", diz a nota. A Gautama é apontada pela PF como líder da máfia das obras.
Leia mais
Presidente da OAB defende CPI para investigar fraudes em obras públicas
Operação abala organização de encontro entre governadores previsto para hoje
Advogado nega acusações contra conselheiro do TCE de Sergipe
ACM diz que considera insignificante corrupto de R$ 20 mil
PF prepara desmonte de outra organização
Especial
Leia cobertura completa sobre o segundo mandato do governo Lula
Leia mais sobre fraudes em licitações
Presidente do BRB diz que investigação da PF não tem relação com banco
Publicidade
da Folha OnlineO presidente do BRB, Roberto Figueiredo Guimarães, divulgou nota informando que as investigações da Polícia Federal sobre a suposta ligação dele com a máfia das obras não tem relação com sua atuação na instituição. Ele foi um dos presos pela Polícia Federal durante a Operação Navalha, que desarticulou uma quadrilha que supostamente fraudava licitações para realização de obras públicas.
Em nota, ele informa que prestou serviços ao Estado do Maranhão durante o governo de José Reinaldo Tavares (PSB). "Essa atividade de consultoria nenhuma relação tinha com obras públicas, mas sim com a reestruturação das finanças do Estado. O trabalho foi muito bem sucedido, apresentando um excelente resultado de reequilíbrio das contas públicas", diz ele em nota.
O presidente do BRB informa ainda que a Gautama era cliente de sua consultoria, a Planos Consultoria Financeira. "A consultoria prestada a esse grupo nunca se relacionou com obras públicas em Estados da federação, mas na estruturação de operações nas áreas de concessão de água e esgoto e geração de energia através de pequenas centrais hidrelétricas", diz a nota. A Gautama é apontada pela PF como líder da máfia das obras.
Leia mais
Especial
