15/04/2004
-
14h37
Pesquisadores norte-americanos descobriram 133 genes ligados aos tipos mais graves de leucemia --um trabalho que pode ajudar a identificar os pacientes que necessitam de tratamentos mais agressivos.
Para decidir como tratar os doentes, os médicos geralmente examinam em microscópio as células cancerígenas e levam em consideração a idade do paciente e o histórico da doença. Mas em alguns casos, isto não é suficiente para determinar qual o curso de tratamento a ser seguido.
Segundo artigo publicado na edição de hoje do "The New England Journal of Medicine", os pesquisadores estudaram amostras tumorais de 116 adultos com leucemia mielóide aguda --a forma mais comum encontrada em adultos.
Examinando a atividade de 26.260 genes em cada amostra, os cientistas encontraram dois padrões diferentes, que correspondem ao período de sobrevivência da pessoa após o diagnóstico.
Um desses padrões determina um período de sobrevivência do paciente até duas vezes maior.
"No microscópio, não é possível ver a diferença das células tumorais. Mas quando olhamos para sua expressão genética, elas são bem diferentes", disse Jonathan Pollack, da Universidade de Stanford.
Expressão genética indica melhor tratamento para leucemia
Publicidade
da France Presse, em Washington (EUA) Pesquisadores norte-americanos descobriram 133 genes ligados aos tipos mais graves de leucemia --um trabalho que pode ajudar a identificar os pacientes que necessitam de tratamentos mais agressivos.
Para decidir como tratar os doentes, os médicos geralmente examinam em microscópio as células cancerígenas e levam em consideração a idade do paciente e o histórico da doença. Mas em alguns casos, isto não é suficiente para determinar qual o curso de tratamento a ser seguido.
Segundo artigo publicado na edição de hoje do "The New England Journal of Medicine", os pesquisadores estudaram amostras tumorais de 116 adultos com leucemia mielóide aguda --a forma mais comum encontrada em adultos.
Examinando a atividade de 26.260 genes em cada amostra, os cientistas encontraram dois padrões diferentes, que correspondem ao período de sobrevivência da pessoa após o diagnóstico.
Um desses padrões determina um período de sobrevivência do paciente até duas vezes maior.
"No microscópio, não é possível ver a diferença das células tumorais. Mas quando olhamos para sua expressão genética, elas são bem diferentes", disse Jonathan Pollack, da Universidade de Stanford.

