18/11/2004
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12h31
O protocolo de Kyoto entrará em vigor no dia 16 de fevereiro de 2005, anunciou a ONU (Organização das Nações Unidas). O acordo precisava da ratificação da Rússia, que já apresentou os documentos necessários para que a redução da emissão de gases-estufa comece a valer.
O protocolo de Kyoto é considerado o mais promissor dos cerca de 200 acordos sobre o ambiente das Nações Unidas. Mas sua eficácia continua limitada, já que os Estados Unidos --país do mundo que mais polui-- se recusam a cumprir suas determinações.
Kyoto pede aos países industrializados que reduzam suas emissões de seis gases causadores do efeito estufa, como o dióxido de carbono (CO2), que provocam o aquecimento da atmosfera.
Estes gases são emitidos maciçamente por todas as atividades humanas nas quais se usam combustíveis fósseis --como o carvão, o petróleo e o gás-- e suas emissões aumentam inevitavelmente com o crescimento econômico, mesmo quando se faz o que é possível para reduzir esta relação.
A redução global exigida para 2010 de 38 países industrializados, de 5,2%, parece frágil. Mas a base de comparação é o ano de 1990 e, entretanto, alguns países como os Estados Unidos e o Canadá, já aumentaram suas emissões em 13%.
Documentação
O embaixador da Rússia no Conselho de Segurança da ONU, Andrey Denisov, entregou a documentação, que inclui uma carta do presidente Vladimir Putin e os instrumentos de ratificação, ao secretário-geral da ONU, Kofi Annan, na sede do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.
A entrega destes instrumentos de ratificação da Rússia aconteceu na presença da ganhadora do prêmio Nobel da Paz deste ano, a queniana Wangari Maathai. A cerimônia aconteceu à margem de uma reunião do Conselho de Segurança da ONU em Nairóbi, no Quênia.
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Protocolo de Kyoto entra em vigor em 16 de fevereiro de 2005
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da France Presse, em Nairóbi (Quênia)O protocolo de Kyoto entrará em vigor no dia 16 de fevereiro de 2005, anunciou a ONU (Organização das Nações Unidas). O acordo precisava da ratificação da Rússia, que já apresentou os documentos necessários para que a redução da emissão de gases-estufa comece a valer.
O protocolo de Kyoto é considerado o mais promissor dos cerca de 200 acordos sobre o ambiente das Nações Unidas. Mas sua eficácia continua limitada, já que os Estados Unidos --país do mundo que mais polui-- se recusam a cumprir suas determinações.
Kyoto pede aos países industrializados que reduzam suas emissões de seis gases causadores do efeito estufa, como o dióxido de carbono (CO2), que provocam o aquecimento da atmosfera.
Estes gases são emitidos maciçamente por todas as atividades humanas nas quais se usam combustíveis fósseis --como o carvão, o petróleo e o gás-- e suas emissões aumentam inevitavelmente com o crescimento econômico, mesmo quando se faz o que é possível para reduzir esta relação.
A redução global exigida para 2010 de 38 países industrializados, de 5,2%, parece frágil. Mas a base de comparação é o ano de 1990 e, entretanto, alguns países como os Estados Unidos e o Canadá, já aumentaram suas emissões em 13%.
Documentação
O embaixador da Rússia no Conselho de Segurança da ONU, Andrey Denisov, entregou a documentação, que inclui uma carta do presidente Vladimir Putin e os instrumentos de ratificação, ao secretário-geral da ONU, Kofi Annan, na sede do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.
A entrega destes instrumentos de ratificação da Rússia aconteceu na presença da ganhadora do prêmio Nobel da Paz deste ano, a queniana Wangari Maathai. A cerimônia aconteceu à margem de uma reunião do Conselho de Segurança da ONU em Nairóbi, no Quênia.
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