24/01/2005
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17h15
Um estudo sueco afirma que o tabaco teria pelo menos uma virtude: a de diminuir os riscos para os fumantes de serem afetados pelo mal de Parkinson, afirmou a agência sueca "TT".
Um grupo de cientistas e pesquisadores do Instituto Karolinska, faculdade de medicina de Estocolmo, estudou os efeitos da nicotina sobre o sistema nervoso.
Com o objetivo de que o estudo fosse mais rigoroso, os pesquisadores, liderados por Nancy Pedersen e Karin Wirdefeldt, centraram a pesquisa em pessoas com genes similares e uma educação parecida. Por isso, estudaram milhares de gêmeos, um fumante e um não-fumante.
Um grupo com 52 mil gêmeos e gêmeas nascidos entre 1886 e 1958 foi estudado. Os especialistas compararam as estatísticas sobre a causa de suas mortes e seus históricos clínicos.
O estudo mostrou que os fumantes foram menos afetados do que os outros pelo mal de Parkinson.
Os cientistas, que publicam seu estudo na revista médica "Annals of Neurology", não sabem explicar os efeitos, aparentemente protetores, da nicotina.
Depois do estudo, os pesquisadores apresentaram a hipótese de uma possível ação da nicotina sobre certas células ou enzimas de substâncias protéicas que aceleram uma reação bioquímica.
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da France PresseUm estudo sueco afirma que o tabaco teria pelo menos uma virtude: a de diminuir os riscos para os fumantes de serem afetados pelo mal de Parkinson, afirmou a agência sueca "TT".
Um grupo de cientistas e pesquisadores do Instituto Karolinska, faculdade de medicina de Estocolmo, estudou os efeitos da nicotina sobre o sistema nervoso.
Com o objetivo de que o estudo fosse mais rigoroso, os pesquisadores, liderados por Nancy Pedersen e Karin Wirdefeldt, centraram a pesquisa em pessoas com genes similares e uma educação parecida. Por isso, estudaram milhares de gêmeos, um fumante e um não-fumante.
Um grupo com 52 mil gêmeos e gêmeas nascidos entre 1886 e 1958 foi estudado. Os especialistas compararam as estatísticas sobre a causa de suas mortes e seus históricos clínicos.
O estudo mostrou que os fumantes foram menos afetados do que os outros pelo mal de Parkinson.
Os cientistas, que publicam seu estudo na revista médica "Annals of Neurology", não sabem explicar os efeitos, aparentemente protetores, da nicotina.
Depois do estudo, os pesquisadores apresentaram a hipótese de uma possível ação da nicotina sobre certas células ou enzimas de substâncias protéicas que aceleram uma reação bioquímica.
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