25/04/2006
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10h27
Cientistas norte-americanos descobriram um "erro genético de letras" encarregado de transformar músculos em ossos. Este gene é essencial para entender o mecanismo de uma doença rara que, lentamente, transforma os músculos do doente em uma estrutura óssea, provocando a morte por pressão nos órgãos vitais.
Essa enfermidade, conhecida como FOP (fibrodisplasia ossificante progressiva), é determinada pelo gene descoberto por especialistas da Escola de Medicina da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos.
O pesquisador Frederick Kaplan, que dirigiu o estudo e publicou os resultados na revista "Nature Genetics", diz que a descoberta é como "ter alcançado o pico do Monte Everest para entender as doenças ósseas genéticas".
Uma das pacientes de Kaplan, a escocesa Louise Wedderburn, 12, foi diagnosticada com a doença aos três anos. Ela deixou de caminhar há alguns anos, porque seus músculos dos joelhos se solidificaram. A avó da menina, Valerie Duthie, declarou ao jornal inglês "Daily Telegraph" que a descoberta "é como ganhar na loteria".
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Cientistas descobrem gene que transforma músculo em osso
da Ansa, em LondresCientistas norte-americanos descobriram um "erro genético de letras" encarregado de transformar músculos em ossos. Este gene é essencial para entender o mecanismo de uma doença rara que, lentamente, transforma os músculos do doente em uma estrutura óssea, provocando a morte por pressão nos órgãos vitais.
Essa enfermidade, conhecida como FOP (fibrodisplasia ossificante progressiva), é determinada pelo gene descoberto por especialistas da Escola de Medicina da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos.
O pesquisador Frederick Kaplan, que dirigiu o estudo e publicou os resultados na revista "Nature Genetics", diz que a descoberta é como "ter alcançado o pico do Monte Everest para entender as doenças ósseas genéticas".
Uma das pacientes de Kaplan, a escocesa Louise Wedderburn, 12, foi diagnosticada com a doença aos três anos. Ela deixou de caminhar há alguns anos, porque seus músculos dos joelhos se solidificaram. A avó da menina, Valerie Duthie, declarou ao jornal inglês "Daily Telegraph" que a descoberta "é como ganhar na loteria".
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