25/08/2006
-
11h46
O Rio de Janeiro vai sediar a 27ª Assembléia da União Astronômica Internacional (IAU, em inglês), que será realizada entre 3 e 14 de agosto de 2009. No encontro deste ano, os astrônomos votaram que Plutão não deve mais ser classificado como planeta. Assim, o Sistema Solar passa a ter oito planetas em vez de nove.
Na última década, a astronomia no Brasil experimentou um crescimento e um desenvolvimento muito grande e participou de projetos internacionais, como o Gemini, avaliado em centenas de milhões de dólares e tem dois telescópios instalados no Havaí e no Chile.
Além disso, o Brasil tem a comunidade mais numerosa de astrônomos de toda a América do Sul, à frente da Argentina e do Chile. O país abriga grande número de telescópios, que são tanto de programas europeus como americanos.
As atividades astronômicas do Brasil tiveram um grande impulso com a criação do Observatório Nacional no Rio de Janeiro, em 1827, por Dom Pedro 1º, e mais tarde com a fundação do Instituto Astronômico e Geofísico da Universidade de São Paulo.
Leia mais
Conferência confirma que Plutão deixa de ser planeta
Rebaixamento de Plutão não altera seu simbolismo em mapas astrais
Especial
Leia o que já foi publicado sobre o Sistema Solar
Rio vai sediar próxima Assembléia da União Astronômica Internacional
Publicidade
da Efe, em PragaO Rio de Janeiro vai sediar a 27ª Assembléia da União Astronômica Internacional (IAU, em inglês), que será realizada entre 3 e 14 de agosto de 2009. No encontro deste ano, os astrônomos votaram que Plutão não deve mais ser classificado como planeta. Assim, o Sistema Solar passa a ter oito planetas em vez de nove.
Na última década, a astronomia no Brasil experimentou um crescimento e um desenvolvimento muito grande e participou de projetos internacionais, como o Gemini, avaliado em centenas de milhões de dólares e tem dois telescópios instalados no Havaí e no Chile.
Além disso, o Brasil tem a comunidade mais numerosa de astrônomos de toda a América do Sul, à frente da Argentina e do Chile. O país abriga grande número de telescópios, que são tanto de programas europeus como americanos.
As atividades astronômicas do Brasil tiveram um grande impulso com a criação do Observatório Nacional no Rio de Janeiro, em 1827, por Dom Pedro 1º, e mais tarde com a fundação do Instituto Astronômico e Geofísico da Universidade de São Paulo.
Leia mais
Especial

