25/04/2007
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11h58
O telescópio espacial Hubble, da Nasa, fotografou uma imensa nebulosa na Via Láctea que mostra um caos cósmico em que nascem e morrem as estrelas. A imagem foi divulgada para comemorar os 17 anos de funcionamento quase ininterrupto do equipamento em órbita.
A imagem, formada com uma série de 48 fotos captadas pelo telescópio, cobre uma distância de 50 anos-luz na Nebulosa Carina, informou a Nasa.
A imensa nebulosa contém pelo menos 12 estrelas que, segundo os cálculos dos astrônomos, seriam de 50 a 100 vezes maiores que o nosso Sol. A maior delas é Eta Carinae, que se encontra na última etapa de sua vida, como provam as nuvens de gás e pó que são o presságio de sua morte, numa explosão que criará uma supernova.
Segundo o comunicado da Nasa, o caos cósmico da nebulosa se iniciou há três milhões de anos, quando suas primeiras estrelas se condensaram no meio de uma enorme nuvem de hidrogênio molecular. É possível que o Sol e nosso sistema solar tenham nascido num fenômeno semelhante, há 4,6 bilhões de anos.
"Ao olhar a nebulosa Carina, estamos vendo a gênese das estrelas como ocorre comumente numa galáxia", diz o comunicado. Os astrônomos da Nasa calculam que a nebulosa se encontra a uma distância de 7.500 anos-luz.
Ao longo de 17 anos, o Hubble realizou quase 800 mil observações dos fenômenos cósmicos. O enorme volume de informação que proporcionou ajudou os astrônomos a aperfeiçoarem seus conhecimentos sobre o universo.
Segundo os astrônomos, o Hubble é o instrumento científico mais produtivo já construído. No entanto, seu futuro está em dúvida. Algumas de suas partes começaram a falhar e até o momento a Nasa não decidiu se enviará uma missão para reparos.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre o Hubble
Hubble comemora 17 anos com imagem de nascimento e morte de estrela
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da Efe, em WashingtonO telescópio espacial Hubble, da Nasa, fotografou uma imensa nebulosa na Via Láctea que mostra um caos cósmico em que nascem e morrem as estrelas. A imagem foi divulgada para comemorar os 17 anos de funcionamento quase ininterrupto do equipamento em órbita.
A imagem, formada com uma série de 48 fotos captadas pelo telescópio, cobre uma distância de 50 anos-luz na Nebulosa Carina, informou a Nasa.
| Nasa |
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| Imagem do Hubble mostra a nebulosa Carina |
Segundo o comunicado da Nasa, o caos cósmico da nebulosa se iniciou há três milhões de anos, quando suas primeiras estrelas se condensaram no meio de uma enorme nuvem de hidrogênio molecular. É possível que o Sol e nosso sistema solar tenham nascido num fenômeno semelhante, há 4,6 bilhões de anos.
"Ao olhar a nebulosa Carina, estamos vendo a gênese das estrelas como ocorre comumente numa galáxia", diz o comunicado. Os astrônomos da Nasa calculam que a nebulosa se encontra a uma distância de 7.500 anos-luz.
Ao longo de 17 anos, o Hubble realizou quase 800 mil observações dos fenômenos cósmicos. O enorme volume de informação que proporcionou ajudou os astrônomos a aperfeiçoarem seus conhecimentos sobre o universo.
Segundo os astrônomos, o Hubble é o instrumento científico mais produtivo já construído. No entanto, seu futuro está em dúvida. Algumas de suas partes começaram a falhar e até o momento a Nasa não decidiu se enviará uma missão para reparos.
Especial


