10/05/2007
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10h38
Cientistas americanos modificaram geneticamente levedura de cerveja para que fique com uma cor verde fluorescente quando o ar ao seu redor estiver carregado de partículas explosivas, segundo estudo publicado pela revista "Nature Chemical Biology".
A levedura Saccharomyces cerevisiae, utilizada tanto na confeitaria quanto na indústria cervejeira, foi modificada com o acréscimo de um gene de rato que reage em contato com moléculas de dinitrotolueno (DNT), um resíduo da fabricação do explosivo TNT (trinitrotolueno). Hoje, os cães farejadores são treinados para detectar o DNT.
Para facilitar o processo e saber se a levedura reagiu, foi adicionado um segundo gene, responsável por essa coloração chamativa, caso entre em contato com o DNT.
A levedura em questão é uma das mais utilizadas pelos biólogos, que decodificaram seu genoma em 1996.
Os autores da pesquisa, chefiados por Danny Dhanasekaran (da Escola de Medicina da Universidade Temple da Filadélfia), dizem que o procedimento ainda é experimental. Mas afirmam que esse novo "sensor" poderia ser utilizado também para detectar armas químicas.
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da France Presse, em ParisCientistas americanos modificaram geneticamente levedura de cerveja para que fique com uma cor verde fluorescente quando o ar ao seu redor estiver carregado de partículas explosivas, segundo estudo publicado pela revista "Nature Chemical Biology".
A levedura Saccharomyces cerevisiae, utilizada tanto na confeitaria quanto na indústria cervejeira, foi modificada com o acréscimo de um gene de rato que reage em contato com moléculas de dinitrotolueno (DNT), um resíduo da fabricação do explosivo TNT (trinitrotolueno). Hoje, os cães farejadores são treinados para detectar o DNT.
Para facilitar o processo e saber se a levedura reagiu, foi adicionado um segundo gene, responsável por essa coloração chamativa, caso entre em contato com o DNT.
A levedura em questão é uma das mais utilizadas pelos biólogos, que decodificaram seu genoma em 1996.
Os autores da pesquisa, chefiados por Danny Dhanasekaran (da Escola de Medicina da Universidade Temple da Filadélfia), dizem que o procedimento ainda é experimental. Mas afirmam que esse novo "sensor" poderia ser utilizado também para detectar armas químicas.
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