Estudo vai mapear cérebro de homicidas
da Folha Online
Cientistas da PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul) e da UFRGS (Universidade Federal do RS) querem saber se o que determina o comportamento de um menor infrator é sua história de vida e se há algo físico no cérebro levando-o à agressividade.
Para isso, mais de 50 adolescentes homicidas vão ter seus cérebros mapeados por um aparelho de ressonância magnética num estudo em Porto Alegre, no ano que vem, como informa matéria da Folha de S.Paulo de hoje (conteúdo exclusivo para assinantes da Folha e do UOL).
| Jefferson Bernardes/Preview.com |
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| D.S., 17 anos, um dos menores infratores que devem ser avaliados, caminha em corredor de prédio da Fase, antiga Febem gaúcha |
Serão avaliados também aspectos genéticos, neurológicos, psicológicos e sociais de cada pesquisado.
O estudo examinará dois grupos: um de internos da Fase (Fundação de Atendimento Socio-Educativo, antiga Febem gaúcha) e outro de meninos sem passado de crime, para efeito de comparação. O projeto vai olhar para questões sociais, mas o foco é mesmo o fundo biológico da questão.
O projeto ainda está sendo analisado por um comitê de ética da PUC-RS, e os cientistas se dizem confiantes de que a aprovação sairá para início dos trabalhos em março de 2008.
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