Conselho de Saúde manifesta apoio ao uso de células-tronco em pesquisas
da Folha Online
O Conselho Nacional de Saúde manifestou nesta quinta-feira (17) seu apoio às pesquisas com células-tronco embrionárias. Durante a reunião do órgão realizada em Brasília, ficou definido que será produzido um documento com a posição do conselho sobre o assunto, a ser enviado ao STF (Supremo Tribunal Federal).
No dia 5 de março, o tribunal interrompeu um julgamento sobre uma ação que pede a exclusão do artigo 5º da Lei de Biossegurança. O artigo permite a utilização em pesquisas de células-tronco embrionárias fertilizadas in vitro e não utilizadas.
Segundo a assessoria de imprensa do ministério da Saúde, na reunião de hoje o conselho manifestou apoio à manutenção do artigo. Dos 39 conselheiros presentes, 38 manifestaram apoio às pesquisas com células-tronco embrionárias. Apenas a representante da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), Zilda Arns, votou contra esses testes.
"É a sociedade brasileira, representada em toda sua pluralidade, apoiando a ciência e a esperança de milhares de brasileiros", afirmou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, em nota.
Na abertura da reunião, o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do ministério da Saúde, Reinaldo Guimarães, afirmou que o ministério é favorável às pesquisas com células-tronco, desde que mediante às diretrizes da Lei de Biossegurança.
"É importante frisar que a lei só permite a utilização de embriões que sejam cedidos por seus genitores e proíbe a comercialização dos mesmos", afirma, em comunicado.
Tramita no STF uma ação proposta em 2005 pelo então procurador-geral da República, Cláudio Fonteles, que defende que o embrião pode ser considerado vida humana. Por isso, ele pede a exclusão do artigo 5º da Lei de Biossegurança.
A regulamentação, que permite o uso das células-tronco embrionárias para pesquisas, prevê que os embriões usados estejam congelados há três anos ou mais e veta a comercialização do material biológico. Também exige a autorização do casal.
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Lendo algumas opiniões abaixo sobre pesquisas com células-tronco não pude dexar de notar como, atualmente, é comum "malhar" a Igreja Católica como se ela fosse responsável por inúmeros males presentes no mundo.
Quanto ao assunto em questão, gostaria de expor, com maiúsculas: A IGREJA CATÓLICA NÃO É, NÃO FOI E NUNCA SERÁ CONTRA A PESQUISA COM CÉLULAS-TRONCO! É CONTRA A PESQUISA COM CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS ( E DEVE SER MESMO! ).
É muito importante que haja limites nas pesquisas científicas pois elas não são mais válidas quando realizadas com agressão à vida ou à dignidade de qualquer ser humano, inclusive daqueles que estão nos primeiros estágios de seu desenvolvimento.
Parabéns, novamente, à equipe da USP. E o meu desejo de que a continuidade na pesquisa com células-tronco adultas traga resultados mais espetaculares ainda.
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Está aí uma comprovação científica do relato Bíblico.
Células troncos podem ser retiradas de adultos e transforma-las em qualquer órgão, osso, cartilagem e tecido.
Parabens aos cientístas da USP !
Tanto a medicina halopata, homeopática e a fitoterápica vem trazendo benifícios à humanidade, mas a mais promissora de todas é a fitorerápica, pois é ortomolecular.
Na flora da amazônia estão escondidos segredos da " fonte da juventude " ou no mínimo a longevidade de uma vida saudável, como era na antiguidade.
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