Pentágono vai criar instituto para medicina regenerativa
da France Presse, em Washington
O Pentágono criará um instituto com o apoio de universidades e instituições médicas destinado a desenvolver métodos de regeneração da pele, músculos e inclusive membros de soldados feridos, informaram as autoridades norte-americanas na quinta-feira (17). O investimento para o instituto deve ser de aproximadamente US$ 265 milhões.
"Este novo instituto desenvolverá técnicas que ajudarão nossos soldados em sua reabilitação", declarou o médico-chefe do Exército dos Estados Unidos, general Eric Schoomaker.
"Utilizaremos as próprias células-tronco dos soldados para reparar danos neurológicos, reconstituir tecidos de músculos e tendões, tratar de queimaduras e ajudá-los a curar suas cicatrizes", destacou o general.
Schoomaker informou que o projeto prevê o desenvolvimento de novas técnicas para a reconstituição de membros, mãos, dedos, orelhas, nariz e até da caixa craniana.
O novo instituto de medicina regenerativa coordenará as pesquisas de centros avançados como a Wake Forest University, a Universidade de Pittsburgh, Rutgers University e a Clínica Cleveland.
O Pentágono contribuirá com US$ 85 milhões durante os próximos anos, as demais instituições com US$ 80 milhões, e o Instituto Nacional de Saúde com cerca de US$ 100 milhões.
"Será o mais importante consórcio de pesquisas financiado pelo governo americano na área da medicina regenerativa", declarou Schoomaker.
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