Ciência
23/04/2008 - 16h47

Faça uma análise de sua satisfação sexual

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da Folha Online

O Quociente Sexual (QS) é uma pesquisa aplicada para medir a qualidade da vida sexual do homem. Para cada pergunta, a resposta deve ser dada com base numa escala de notas: 1 (nunca), 2 (raramente), 3 (algumas vezes), 4 (a maior parte das vezes) e 5 (sempre).

1. Seu interesse por sexo é suficiente para você querer iniciar o ato sexual?

2. Sua capacidade de sedução dá a você confiança de se lançar em atividade de conquista sexual?

3. As preliminares de seu ato sexual são agradáveis e satisfazem você e sua (seu) parceira (o) igualmente?

4. Seu desempenho sexual varia conforme sua (seu) parceira (o) seja ou não capaz de se satisfazer durante o ato sexual com você?

5. Você consegue manter o pênis ereto (duro) o tempo que precisa para completar a atividade sexual com satisfação?

6. Após o estímulo sexual, sua ereção é suficientemente rígida (dura) para garantir uma relação sexual satisfatória?

7. Você é capaz de obter e manter a mesma qualidade de ereção nas várias relações sexuais que realiza em diferentes dias?

8. Você consegue controlar a ejaculação para que seu ato sexual se prolongue o quanto você desejar?

9. Você consegue chegar ao orgasmo nas relações sexuais que realiza?

10. Seu desempenho sexual o estimula a fazer sexo outras vezes, em outras oportunidades?

Os pontos das respostas devem ser somados e, em seguida, multiplicados por dois. A disfunção erétil está relacionada a baixos valores neste quociente.

RESULTADO
Escala de pontuação de seu quociente sexual:

80-100 pontos - excelente
62-80 pontos - bom
42-60 pontos - moderado
22-40 pontos - desfavorável
0-20 pontos - nulo

Questionário desenvolvido pela psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Comentários dos leitores
Antônio Marmo Cardoso (1) 23/05/2009 21h37
Antônio Marmo Cardoso (1) 23/05/2009 21h37
OLA
Os ganhadores do prêmio Nobel de Medicina de 1998, na verdade foram 3: Furchgot, Louis Ignarro e Ferid Murad, todos pelo estudo conjunto do Óxido Nitrico. Fiz uma entrevista com Igarro para a revista Scientific American, onde ele conta
que ajudou sua mãe a superar crises de hipertensão
com doses de arginina - que potencializa a produção de oxido nitrico-, depois de procurar
produtos similares em farmácias, sem
encontrá-los. A indústria farmacêutica, afirma,
não se interessa por aquilo que não gera patentes.
O cientista acabou produzindo suas próprias
cápsulas, surpreendendo o médico da mãe,
que achava que as receitas dele é que estavam
gerando os resultados. Furchgot foi precursor nos estudos do NO mas Ignarro foi mais longe.
3 opiniões
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ANIBAL FAGUNDES (26) 04/03/2009 20h13
ANIBAL FAGUNDES (26) 04/03/2009 20h13
com relação a esses ´´ milagrosos medicamentos``, quando será lançado o generico, visto que é brochante o preço que ser cobram por quatro comprimidos deste remedios. 14 opiniões
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Mauro Tyba (1) 26/11/2008 11h48
Mauro Tyba (1) 26/11/2008 11h48
Como até hoje não precisaria de Viagra, demorei a experimentá-lo até porque temia os possíveis efeitos colaterais. Depois de tê-lo usado pela primeira vez, porém, descobri que com o medicamento o desempenho é bem melhor. Tive a mesma sensação de quando me descobri míope e inaugurei os óculos: a visão ficou mais confortável e passou a ter um alcance maior. Embora só use o Viagra esporadicamente (na maioria das vezes dispenso o produto para evitar a dependência), não sinto nenhum incômodo - pelo contrário. O Viagra é, sem dúvida, uma das melhores descobertas científicas da história farmacêutica de nosso tempo. Parabéns à Pfizer pelo pioneirismo. 7 opiniões
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