Máquina mais poderosa do mundo será ligada nesta quarta-feira
da Folha Online
A Cern (Organização Européia para Pesquisa Nuclear) já está pronta para ligar nesta quarta-feira a máquina mais poderosa do mundo, o LHC (Grande Colisor de Hádrons). Constituído por 60 mil computadores, o aparelho tem como objetivo revolucionar a forma de se enxergar o Universo.
Construído em um gigantesco túnel circular de 27 quilômetros de comprimento, situado sob a fronteira entre Suíça e França, a uma profundidade de 50 metros a 120 metros, o colisor passou por um longo e complexo processo de desenvolvimento. Foram necessários cerca de 20 anos de trabalho para que a máquina pudesse receber seu primeiro feixe de partículas.
Os pesquisadores querem saber logo que segredos do Universo serão desvendados pelo aparelho, desde a origem da massa até a estrutura da matéria escura.
Por meio de testes com choques de prótons e nêutrons (partículas da classe dos hádrons), o LHC deve gerar tamanha quantidade de dados que não será possível processá-los só nas máquinas do próprio colisor de partículas.
| Salvatore di Nolfi/Efe |
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| Imã gigantesco é instalado em uma das cavernas do LHC (Grande Colisor de Hádrons), a máquina mais poderosa do mundo |
O processamento pesado de dados é necessário para que os cientistas possam se encontrar nas montanhas de informações que serão produzidas quando os quatro grandes detectores do LHC --dez vezes mais preciso do que qualquer outro instrumento-- começarem a fazer medições em nível subatômico.
"Você pode pensar que cada experimento é uma câmera digital gigante com 150 milhões de pixels tomando imagens 600 milhões de vezes por segundo", afirma Ian Bird, líder do projeto Grid.
Construção
A realização do LHC foi algo tão complexo quanto as experiências que devem ser feitas nele. "Primeiro, foi necessário construir a máquina no túnel, algo que começamos a fazer há muitos anos, e depois tivemos de aprender a resfriá-la", explicou o engenheiro espanhol Antonio Vergara Fernández.
"São quase 28 quilômetros de acelerador que precisaram ser resfriados a -271°C", afirma. "Isso começou a ser feito há quase um ano e meio, depois tivemos de conseguir acender a máquina e ver que todos os sistemas funcionavam, mas sem introduzir nenhuma partícula no acelerador."
Esse processo para verificar se a máquina estava pronta para receber os prótons "durou cerca de dois anos". O passo seguinte consistiu em preparar o feixe de prótons do mecanismo, para que entrassem no acelerador e pudessem colidir com outras partículas no túnel.
Está previsto para que o primeiro feixe de prótons comece a circular no acelerador no começo da manhã desta quarta. O objetivo do primeiro dia de funcionamento do LHC é conseguir que os prótons dêem uma volta em todo o anel gigante.
"No início, não conseguiremos. É um processo muito complexo", disse Vergara. "São 28 quilômetros e haverá defeitos que corrigiremos pelo caminho. Faremos o primeiro disparo, os prótons entrarão, se perderão, mas conseguiremos ver onde e como se perderam, e faremos as remodelações necessárias do controle central para depois voltarmos a tentar."
Miniburacos negros
Devido à complexidade do processo, a Cern ainda não sabe como será o resultado da experiência desta quarta-feira. Centenas de veículos de comunicação se credenciaram para cobrir o evento.
Após o primeiro teste, será possível saber se o maior acelerador de partículas do mundo funciona corretamente, mas os primeiros impactos das partículas não serão produzidos durante alguns meses. Só após esse tempo será iniciada a obtenção de dados.
Um dos grandes temores por trás das pesquisas com o LHC são as notícias de que o experimento proposto pela máquina poderia criar um "miniburaco negro".
Desde que foram concebidos teoricamente, há quase cem anos, buracos negros fascinam os físicos por seu poder. Com sua enorme força gravitacional, são capazes de engolir tudo em volta deles -- até mesmo a luz-- e podem crescer indefinidamente à medida que vão sendo "alimentados".
A dúvida inicial foi se um buraco negro poderia engolir a Terra. Físicos que estudam buracos negros são unânimes em responder que isso não tem chance alguma de acontecer. "A melhor prova de que isso não acontecerá é que, se buracos negros forem criados no LHC, então na verdade eles já estão sendo produzidos o tempo todo na atmosfera por colisões de raios cósmicos", disse à Folha, em abril, o físico Bernard Carr.
Especialista da Universidade de Londres, ele é um dos pioneiros no estudo de buracos negros de pequena escala. "Se eles fossem mesmo perigosos, já teriam engolido a Terra muito tempo atrás."
Segundo o cientista, o que acontecerá se um minúsculo buraco negro surgir no acelerador de partículas, que deve começar a operar em junho, é sua evaporação quase imediata.
Com Folha de S.Paulo e agências internacionais



Nesta propagação de interações, com uma quantidade grande de elétrons no seu percurso, a substância/energia magnética positiva-negativa se mantém, mas a velocidade inicial vai diminuindo á cada nova interação, pois, a radiação transfere parte da sua energia cinética ao elétron, destacando-o do seu orbital, e á medida que o raio vai diminuindo de velocidade, vai se transformando em outras energias dentro do espectro das radiações eletromagnéticas, passando de radiação gama para radiação X, desta para ultravioleta, desta para luz visível, desta para o infra vermelho, deste para micro ondas, ondas de radio/ televisão e depois para energia escura.
A propagação radiação visível apresenta uma interação com o elétron ocorrendo troca da substância/energia magnética negativa entre a radiação e o elétron de modo que 01 substância/energia manética negativa seja substituída entre a radiação e o elétron. Outro ponto importante ,é que a velocidade da radiação nessa interação não destaca o elétron da sua camada, apenas transmite energia cinética , aumentando a velocidade de giro do elétron. Ocorrendo nessa interação uma propagação em movimento retilíneo -luz
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Os aglomerados, prótons e nêutrons, são formados por elétrons e posítrons estabilizados pela força magnética de união, e esta formação somente foi possível, pela força gravitacional de estrelas que impediu o processo de aniquilação, que permitiu que a força de atração fosse distribuída estruturalmente, entre elétrons e posítrons, agindo como força magnética de união nuclear.
A energia cinética, a que são impulsionados os produtos desse encontro (processo de aniquilação), é provocada pela força de atração entre o elétron e o posítron que é uma característa espetacular desta interação.
A Força magnética de União nuclear é distribuição vetorial das forças magnéticas de atração que mantém os elétrons e posítrons, constituintes dos prótons e dos nêutrons, estabilizados, além de manter os próprios prótons e nêutrons coesos na formação do núcleo.
Quando ocorreu o processo de fusão nuclear de prótons do hidrogênio (4) para a formação do hélio-4, além de, aproximadamente 0,71% do número de posítrons e elétrons terem deixado a condição de matéria no processo de aniquilação, para manter a coesão destes 02 prótons e 02 nêutrons, ocorreu mais distribuiçao de vetores da força de atração, deixando por este motivo o núcleo com menor força de união e cada elemento químico mais massivo, esta força magnética de união nuclear será menor.
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