22/04/2007
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11h24
Contas em dia esvaziam assembléias de condomínios
Colaboração para a Folha de S.Paulo
Flavio Osório, engenheiro, é síndico do prédio de sua mãe graças à habilidade de investigação.
Ao assessorar o síndico anterior na manutenção do elevador, viu "que ela estava vencida. Depois, apurei que contas eram pagas com atraso", diz.
Após a troca da administradora, Osório foi eleito síndico com dívida de "R$ 200 mil com o INSS". O condomínio subiu R$ 130.
O que mais o incomoda, hoje, é o baixo quórum das assembléias: "Na transição, todo mundo ia às reuniões. Com a casa em ordem, o pessoal falta".