Folha Classificados
Imóveis

ANÚNCIO COM FOTO

Digite o código do anúncio correspondente conforme modelo impresso no jornal
Código
 

Minha seleção

Anuncie

Imóveis

Empregos

Veículos

Negócios

Infoshop

Revista da Folha

Campinas

Vale

Ribeirão

Fale com a gente

Ajuda

Se preferir, ligue
(11) 3224-4000

04/01/2009 - 09h57

Moradores devem elaborar planejamento orçamentário para evitar sustos

NATALIE CATUOGNO CONSANI
colaboração para a Folha de S.Paulo

Começar o ano com o pé direito e passá-lo sem sustos financeiros no caixa do prédio envolve um item fundamental: o planejamento orçamentário.

Todos os moradores podem participar de sua elaboração: prevista por lei, uma das obrigações dos síndicos é convocar uma reunião para analisar e aprovar o orçamento anual.

Esse orçamento deve ser baseado nas prioridades estabelecidas pelo condomínio, que vão nortear a forma como os recursos serão investidos.

E deve conter apenas as despesas ordinárias --as corriqueiras, realizadas mês a mês; as de melhorias são discutidas numa reunião à parte.

O orçamento anual do prédio é bem parecido com um doméstico. De um lado, explica Ana Paula Pellegrino, da administradora Adbens, entram todas as receitas previstas.

De outro, listam-se as despesas realizadas no ano anterior, já com as previsões de reajuste.

Para obter essas estimativas, pode-se recorrer à própria administradora e a informações do mercado. O síndico Nilton Savietto, por exemplo, consulta a administradora para saber a variação dos dissídios das categorias profissionais.

Já para outras despesas, como reajustes de contratos de fornecedores, é o próprio Savietto quem pesquisa projeções de aumento: "No orçamento de 2009, projetei alta de 7% a 8% de IGP-M [Índice Geral de Preços - Mercado] para a manutenção de elevadores".

É recomendável prever também outros gastos, como 13º salário, férias e benefícios de funcionários, para evitar despesas a mais no final do ano.

"Mesmo que os moradores saibam que vai chegar um boleto extra no fim do ano, é difícil quem reserve essa quantia", explica Reginaldo Corrêa dos Santos, síndico de um edifício no Morumbi (zona oeste).

"Por isso, optamos por dividir tudo desde o começo do ano e incluir no valor mensal."
Angélica Arbex, gerente de marketing da Lello Condomínios, orienta os síndicos a avaliar a folha de pagamento do prédio e as horas extras pagas.


     

CURSOS ON-LINE

Aprenda Inglês

Aprenda Alemão


Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página
em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha Online.