05/10/2008
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11h15
Agora nacional, Frontier mantém preço
JOSÉ AUGUSTO AMORIM
enviado especial da Folha de S.Paulo a Florianópolis
Primeiro vieram 200 picapes da Espanha. Depois foram 5.000 da Tailândia. Agora a Nissan começa a fabricar no Brasil a nova Frontier.
Se o visual é quase idêntico --a versão topo de linha incorpora rack no teto, sete opções de cor e caçamba com trinco--, a Frontier ganha variedade.
Ainda trazido da Tailândia, o motor 2.5 a diesel, por exemplo, agora tem duas versões: uma com 144 cv (cavalos) e outra com 172 cv. Sua base é a mesma, mas a calibração do turbo e alguns materiais são diferentes. E ela continua sendo a única picape a ter câmbio automático de cinco velocidades ou manual de seis marchas.
A Frontier passa a ter também três opções de acabamento. A mais barata --que custa R$ 85 mil-- é voltada a frotistas. Ela tem direção hidráulica e rodas de 16 polegadas de liga leve, mas não ar-condicionado.
A versão intermediária SE (R$ 112 mil) incorpora não só o ar mas também airbag e toca-CDs com entrada para iPod. Completa --vem com estribos laterais e bancos de couro--, a Frontier LE chega a R$ 125 mil.
Parece muito? Então a Nissan apela à razão e oferece três anos de garantia, peças da primeira revisão por R$ 206,43 e seguro a partir de R$ 4.629,65.
Fabricar a Frontier em São José dos Pinhais (PR), de acordo com a Nissan, aumenta a disponibilidade de peças para reposição, mas o preço deve permanecer o mesmo, pois ele já havia sido ajustado para ficar perto do da picape feita aqui. Até agora, apenas 25% da Frontier é nacionalizada.
JOSÉ AUGUSTO AMORIM viajou a convite da Nissan, que cedeu o carro para avaliação