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Comentários de Antonio Fouto Dias
Em 05/07/2008 18h42
Caríssimo Lobitsky, 04/07 - 11h38
Um gestou, gerente ou mandante, praticamente nunca faz o serviço, sempre há alguém que faça por ele(s) e, justamente neste contexto é que José Dirceu se enquadra.
Pode sim não haver provas materiais contra ele, no entanto seu nome foi constado em praticamente todos os depoimentos por pessoas de São José dos Campos, Ribeirão Preto, Campinas, Araraquara, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, e mais concretamente por pessoas de Londrina e Santo André, além de sua suposta participação no caso valerioduto.
Foi amplamente divulgado por todos os meios de comunicação, à época, e não há como dizer de que se trata de PIG(invensão da imprensa).
Quanto à ministra Dilma, é mais que sabido tratar-se de uma pessoa centralizadora e controladora de tudo que está a sua volta, além de suposto autoritarismo, portanto, há uma maior facilidade, pelo seu comportamente em acreditar de que ela teve sim, participação na transação da Variglog, e sobre o dossiê então, só seus ferrenhos aliados, como o senhor, que procuram não ver a veracidade dos fatos é que ainda fala em banco de dados e não dossiê, somente para fugir de uma eventual responsabilização.
Se há ainda alguma dúvida e o senhor eventualmente tem dificuldadem em distinguir banco de dados de um dossiê, permita-me tomar a liberdade para dizer que um banco de datos possui informações completas sobre determinado assunto, o que não foi o caso, pois tratava-se realmente de um dossiê.
Um fore abraço,

Em PAC
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Em 04/07/2008 21h37
Essa questão de ficha suja de dandidatos, deveria ser resolvido através da legislação eleitoral.
Se constasse em lei de que os partidos políticos sob sua inteira responsabilidade deveriam exigir folha corrida e antecedentes criminais e civis de todos os pretendentes a uma candidatura, esse problema não existiria.
Como no meio de quem elabora essa legislação há indícios de que parte deles pode possuir "ficha suja", esse dispositivo legal pode nunca ser exigido.

Em Eleições 2008
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Em 04/07/2008 19h49
CORRUPÇÃO E MAIS CORRUPÇÃO.
Se a gente falar em corrupção ainda existem pessoas que afirmam que não a mesma não existe neste governo, é só ver o quadro na matéria sobre desvios para campanhas em Minas Gerais, que verificamos a prática por quase todos os partidos, inclusive alguns pequenos que pregam a moralidade.
São citados 17 partidos e que 119 municípios mineiros estão sob investigação.
O governo para demonstrar que a prática é coerente com a fala, deveria providenciar uma comissão, com pessoas realmente de confiança e não corruptas, para acompanhamento das aplicações dos recursos públicos, assim como fiscalizar as licitações, em suas variadas formas, tomada de preços, concorrência ou convite, já em suas propostas, com uma comparação com os preços de mercado da obra ou do produto que se está adquirindo.
Se não houver essa medida, pode estar se comprovando omissão ou conivência e nesse contexto, cabe muito bem aqui o seguinte:
A OMISSÃO LEVA À CONIVÊNCIA,
A CONIVÊNCIA LEVA A CUMPLICIDADE e,
A CUMPLICIDADE É TÃO RESPONSÁVEL QUANTO QUEM COMETE O ILÍCITO.

Em Eleições 2008
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Em 04/07/2008 18h37
NÃO HÁ CORRUPTO SEM CORRUPTOR.
Se as liberações de emendas parlamentares são meios para se superfaturar e ser beneficiado com esse "valor da sobra", e não se toma nenhuma providência para fiscalizar a aplicação desses recursos, significa que está havendo negligência no controle ou omissão e até mesmo conivência com toda essa corrupção.
A OMISSÃO NOS LEVA À CONIVÊNCIA
A CONIVÊNCIA NOS LEVA À CUMPLICIDADE
O CÚMPLICE É TÃO RESPONSÁVEL QUANTO QUEM COMETE A ILICITUDE.

Em PAC
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Em 02/07/2008 19h43
Senhor moderador, solicito a gentileza, se possível, informar o motivo pelo qual o comentário das 16h18 não foi publicado.
Muito Grato.

Em Eleições 2008
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Em 02/07/2008 16h57
Perdoem-me se eu estiver equivocado mas, por ventura a aquisição das ambulâncias do esquema da máfia das sanguessugas não ocorreu em virtude de liberação de emendas parlamentares?
Nenhum destes teve participação na "boquinha"?
Que pena!!!!!
Afinal, faz parte do cotidiano político, não é?

Em Fraude em licitações
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Em 02/07/2008 16h24
Caro Paulo Sergio - 02/07 - 15h04
São farinha do mesmo saco, no segundo turno deverão estar todos juntos.

Antono Fouto Dias - Mirassol -SP

Em Eleições 2008
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Em 02/07/2008 16h18
Caros Eduardo Petrucci, 02/07 - 11h26
Danny Yasbek 02/07 - 12h26 e,
José Reis, 02/07
Muito bonita a manifestação da defesa pela não obrigatoriedade do voto, entretanto, devemos pensar em que País estamos, o grau de conhecimento de nosso povo(sem nenhum demérito) e, principalmente a atuação e o modo de comportamento de nossos políticos, assim como dos respectivos partidos.
Não há ainda, no meu modesto ponto de vista, condições para aprovação do voto facultativo; isto porque, alguns partidos iriam se perpetuar no poder e o PT pode muito bem ser um exemplo disso.
A dependência do bolsa-(voto)família, o interesse dos milhares de aloprados, além dos favorecidos indiretamente, jamais sairiam do poder.
Uma vez não obrigatório, milhares de eleitores descontentes com a questão político-eleitoral jamais compareceriam às urnas, o que abriria espaço para o que registrei acima.
Posso até estar equivocado, mas não creio.
Um forte abraço.
Antono Fouto Dias - Mirassol - SP

Em Eleições 2008
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Em 02/07/2008 16h05
Sobre a questão da fidelidade partidária aprovado na CCJ da Câmara, julgo que está mais do que correta, desde que exerça o mandato para o qual foi eleito, respeitando o partido a que pertenceu para se eleger.
Nesse projeto deveria haver um dispositivo vedando a mudança de partico para disputa eleitoral no meio do mandato para o qual foi eleito; pois, no meu ponto de vista, esta atitude fere a decisão do TSE em que se exixge o cumprimento do mandato pelo qual foi eleito.
Se um político está insatisfeito com o partido a que pertence, julgo que o mesmo deverá mesmo ter o direito em mudar de partido, mas somente depois de haver exercido o mandato para o qual foi eleito; fato que levaria os interessados em se candidatar a conhecer estatudos e ideologias de cada partido, antes de se filiar.
A fidelidade partidáriai é impressindível à existência de partidos fortes e, nesse sentido, como está a política brasileira, não encontramos no horizonte, nenhum sinal da possibilidade de fortalecimento dos partidos.

Em Eleições 2008
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Em 02/07/2008 05h23
Caríssimo Antonio Carneiroq, 01/07 - 20h51
Não adianta extinguir o Senado, pois ao menos no meu ponto de vista ele é necessário, principalmente como casa revisora que é.
O que dever-se-ia fazer é reduzir a dois o número de representantes por estado, como era até a criação do Senador biônico no período da ditadura militar; o que faria no momento atual, que o número de Senadores caísse de 81 para 54.
Procedimento semelhante deveria tembém ocorrer na Câmara Federal, pois há um número exagerado de deputados, os quais só fazem aumentar ônus aos cofres públicos.
Realmente o legislativo brasileiro é um dos que tem seus custos mais caros do mundo, isto porque os privilégios são excessivos e ninguém quer abrir mão de regalia alguma.
Apesar de ser mais do que justo o que estamos colocando e propondo, com os atuais parlamentares, temos mais é que nos conformar em aproveitar espaços como este para podermos nos expressar, até que surjam homens que exerçam seus mandatos com responsabilidade e elaborem as mudanças mais do que necessárias.
Um forte abraço,
Antonio Fouto Dia - Mirassol - SP

Em Eleições 2008
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Em 01/07/2008 22h05
Caríssimo Irmão José Reis, 01/07 - 19h09
Lutar pelo voto nulo, pode ser uma luta perdida.
Digo isso, porque dificilmente se atingirá a maioria, assim como, em a atingindo, anula-se a eleição, pouco tempo depois determina-se nova data para nova eleição e, nesse contexto, quem serão os candidatos?
Não será preciso refletir muito para se saber de que serão os mesmos e a história se repetirá.
Como já mencionei em outras oportunidades, devemos mudar nossas opções e procurar nesses partidos de menor expressão, quem realmente defenda a moralidade e lute pela dignidade na vida política neste País.
Sobre votar, por exemplo em Heloisa Helena, me questionaram de que eu iria perder meu voto; em resposta afirmei que não estava perdendo o voto porque se tratava de um voto consciente e que perdem o voto aqueles que votam simplesmente pelas pesquisas e não possuem consciência em quem estão depositando seu voto e, mais ainda, aqueles que não sabem em quem votaram, pouco tempo depois da eleição.
Este é meu ponto de vista a respeito do voto nulo e julguei necessário fazer esta colocação, diante de vosso comentário.
Um forte Abraço,
Antonio Fouto Dias - Mirassol - SP

Em Eleições 2008
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Em 01/07/2008 21h50
Caríssimo Antônio Carneiroq, 01/07 - 19h35
O contexto de vosso comentário vem reforçar minha opinião, de que está mais do que na hora de uma mudança na política brasileira.
Precisamos perder o medo em votar em novas lideranças, pois se não o fizermos, jamais elas terão condições de ocupar um lugar no espaço político nacional, seja em que instância for.
Há um ditado de que o Brasil cresce melhor enquanto os políticos dormem e da forma como está, a impressão que se tem é que ele espelha a mais pura verdade.
Nessa direção é que sempre coloco que ninguém, por péssimo administrador, conseguirá prejudicar o desenvolvimento do País em apenas um mandato e, mais ainda, creio que ninguém, investido no mandato de Presidente, terá como objetivo prejudicar nossa nação.
Está mais do que na hora dessas duas correntes, PT/PMDB e PSDB/DEM e aliados, abrirem espaço para que alguém assuma o poder, pelo menos por um mandato, e estes(partidos) reflitam sobre suas atitudes e objetivem seus ideais para os interesses da população e não para os interesses partidários ou próprios.
Já registrei este ponto de vista e, voltarei a registrá-lo por tantas quantas forem as oportunidades, pois não se trata nada mais do que realmente penso.
Caro Antônio, estou colocando vosso sobrenome como Carneiroq, em função da possibilidade de homônimo, quanto a Gonçalves.
Um forte abraço,
Antonio Fouto Dias - Mirassol - SP

Em Eleições 2008
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Em 01/07/2008 21h36
Caríssimo Francisco Guerra, 01/07 - 18h04
Creio que sempre devemos fazer menção de nossas opiniões, principalmente a respeito de um assunto tão dúbio, quanto os suplentes de senadores.
O senhor também coloca co muita propriedade a ausência do vice-senador, o que seria o correto, considerando-se principalmente se houvesse respeito à legislação, assim como à fidelidade partidária.
Um senador eleito, também elegia seu vice; entretanto, haveria no programa eleitoral, espaço para uma divulgação de quem seria ou será esse vice, objetivando que praticamente um desconhecido assuma a cadeita do titular, eleito pela vontade de uma maioria de eleitores em cada Estado.
Acontece que na prática não há respeito à fidelidade partidária e em assim sendo, é que coloco o segundo mais votado como opção para assumir a vaga, se for o caso, pois assim assumiria alguém que foi escolhido por seus eleitores e não quem nunca foi votado.
Um forte abraço,
Antonio Fouto Dias - Mirassol - SP

Em Eleições 2008
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Em 01/07/2008 18h54
Caríssimo José Reis, permita-me colocar de que foi apenas uma provocação pois, quando lí a reportagem de que o referido "ilustre senhor" seria candidato, lembrei-me de que o senhor reside justamente na cidade onde o mesmo concorrerá, também, à Prefeitura Municipal e resolvi colocar aquele post.
Pelo que o senhor registrou até agora, creio haver condições de saber ou se aproximar de vossa posição perante a política e, nestes termos, comungamos de muitos pontos de vista, motivo pelo qual, tomei da liberdade para "perturbar" vossa paz.
Um forte abraço,
Antonio Fouto Dias - Mirassol - SP

Em Eleições 2008
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Em 01/07/2008 16h48
Olá José Reis Barata, se não tinhas candidato a Prefeito Municipal, agora tens, o Senador Almeida Lima está se licenciando para concorrer à Prefeitura
de Aracaju, deve ser um bom candidato, considerando-se as brilhantes defesas que efetuou em defesa de supostos falcatrueiros.
Um forte Abraço,
Antonio Fouto Dias - Mirassol -SP

Em Eleições 2008
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Em 01/07/2008 16h42
O Presdiente so Senado está preocupado com a presença na casa, de um grande número de suplentes de senadores, considerando que estes, não possuem os mesmos compromissos dos titulares, pois foram estes(titulares) que receberam votação dos eleitores nos Estados que representam, enquanto que os senadores, apenas fazem parte da chapa, sem terem recebido um voto se quer.
Nesse contexto, urge a necessidade de alteração quanto a votação para suplentes de senadores, sendo que o mais objetivo, seria que a suplência ocorresse de acordo com a votação recebida pelos candidatos, já que a questão partidária não existe na prática.

Em Eleições 2008
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Em 01/07/2008 16h29
Caro Jorge Bronze. 01/07 - 08h27
O senhor comentrou justamente sobre o cerne da questão, foi objetivo e relatou a realidade sobre as promessas PTistas.
Em retorno ou simplesmente complementando, permita-me constar de que, mesmo Marta sendo eleita, essas obras devem se realizar igualmente as que foram realizadas no programa de Parceria Público Privada(PPP) do primeiro governo Lula, onde não se tem conhecimento da conclusão de nada, assim como as do atual PAC, onde menos de 10% dos recursos destinados foram aplicados sendo que estes, onde foram, geraram um alto custo em publicidade, considerando-se de que cada anuncio desse programa, além da divulgação através dos meios de comunicação, há despesas com deslocamento da caravana em prol da ministra Dilma.
Um forte Abraço,
Antonio fouto Dias - Mirassol -SP

Em Eleições 2008
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Em 01/07/2008 01h05
Caro Antonio Carnneiroq, 30/06 - 17h43
Tens toda a razão em vosso comentário, uma vez que a política brasileira está realmente uma verdadeira balbúrdia.
Não há ideologia política, menos ainda respeito ao Partido a que cada político pertence, falar em fidelidade partidária, nem pensar, depois de eleitos muitos usando da palavra falam em coerência eleitoral e partidária; como haver coerência se eles mesmos são os responsóveis por essa falta de conduta(podemos dizer assim), quando lhes convém.
O impressionante de tudo isso é que, se houver alguma melhora, essa melhora só vem por imposição de dispositivo legal, que aliás, não elaborada por parlamentares, eleitos também para essa finalidade, mas do poder judiciário, que tem que legislar, porque se depender de esperar alguma mudança pelos parlamentares do Congresso Nacional, corre-se o risco de nunca haver atualização na legislação eleitoral.
Um forte Abraço,
Antonio Fouto Dias - Mirassol - SP

Em Eleições 2008
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Em 01/07/2008 00h45
As explicações da Ministra Dilma Roussef convenceram a Comissão de Ética Pública de que o que foi montado foi um banco de dados e não um dossiê, interessante, não.
Durante o desenrolar ficou mais do que claro, inclusive para as pessoas que não tinham noção do que é um banco de dados, assim como do que é um dossiê.
Um banco de dados deve conter todas as informações cronológicamente aos fatos para o qual é elaborado, enquanto que um dossiê, contém apenas as informações que interessam a quem o monta e é justamente neste contexto, que ficou mais do que registrado de que o que foi montado na Casa Civil foi um dossiêe não um banco de dados.
O principal exemplo, é que não se encontrava no documento confeccionado, por exemplo generos alimentícios de uso diário, entre outras coisas, assim como as informações alí contidas, não seeguia uma cronologia, as quais constavam uma aqui outra alí, de acordo com a conveniência de quem o elaborou.
Está mais que evidente de que há um protecionismo e uma blindagem e isso acontece mais é no Brasil, onde a predominância nestes casos é a pura impunidade.

Em Dossiê anti-FHC
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Em 30/06/2008 18h10
Guadagnin tenta se eleger vereadoroa em São José dos Campos; depois da vergonhosa dança na Câmara Federal na famigerada votação que absolveu os mensaleiros.
E o pior de tudo é que ele pode se eleger, mesmo com os escândalo da "dança" e a informação de que foi em sua administração como Prefeita em São José dos Campos, um dos locais do início da prática de corrupção no PT.
O POVO PRECISA APRENDER A VOTAR.

Em Eleições 2008
7 opiniões
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Termos e condições

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