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Comentários de Antonio Ribeiro
Em 16/08/2008 12h55
Dorival Caymmi, que não "partiu fora do combinado", conforme fala Rolando Boldrin, irá fazer falta. As pessoas morrem, o que é natural, mas Caymmi, por sua dimensão artística e humana "ficou encantado", no dizer de Guimarães Rosa. O problema é que, o Brasil, em todas as áreas de atividade humana, fica cada vez mais pobre, porque não surgem talentos novos.
A mediocridade se torna nossa marca registrada.
Antonio Ribeiro - escritor.

Em Dorival Caymmi
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Em 25/07/2008 22h15
Exercendo a advocacia criminal há mais de 25 anos, jamais tive qualquer problema em relação ao meu escritório. Nós, advogados, dispomos de lei que garante a integridade de nossos escritório, mas não nos permite, obviamente, nos associarmos ao crime.
Basta que fiscalizemos os dirigentes da OAB, no sentido de que eles defendam as prerrogativas profissionais, ao invés, se for o caso, de usar a entidade, como tranpolim para carreiras políticas, ou, então, para se beneficiar do instituto do quinto constitucional, se tornando magistrados, única e tão somente, pela alto valor da aposentadoria.
Antônio Ribeiro - advogado e escritor.
(CENSURADO, INSISTO)

Em Blindagem da advocacia
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Em 25/07/2008 10h47
O rei da Espanha que descuidamente mandou o presidente Chávez se calar, agora teve que ouví-lo. O hoem está montado em barrís de Petróleo, daí sua força. Engraçado são os fascistóides brasileiros, quando se referem a Chávez. O presidente venezuelano e é útil como contraponto ao império norte-americano na América Latina. Quanto à frase do rei, pode ser considerada ao resquício do fascismo franquista. Ele foi educado sob os preceitos da ditadura do sanguinário lider da direita radical espanhola.
ANTÔNIO RIBEIRO - escritor e tetrólogo

Em Hugo Chávez
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Em 18/07/2008 19h41
Comercializo pela internet livros novos e usados que são entregues pelos Correios. Principalmente os carteiros têm razão em reínvindicar adicional de periculosidade porque entregam cartões de débito e crédito e são vitimas de roubos. A EBCT, quando é para conceder reajuste salarial aos funcionários é empresa pública, mas quando se trata de reajustar tarifas se transforma em empresa privada. Minha sugestão é que sejam reajustados em R$ 0,20 as tarifas das correspondências bancárias, proibindo os bancos (o lucros deles é absurdo!) de repassar os custos aos correntistas. Tira-se de quem tem, paga-se aos que merecem e a sociedade não é onerada.
Este papo de que a carga tributária,por exemplo, é excessiva é conversa fiada. Se os tributos forem reduzidos à metade os prewços praticados pelo comércio continuarão os mesmos, como ocorreu com o fim da CPMF.
Que se cobre mais de quem tem mais possibilidades contributivas, inclusive no que concerne às tarifas postais.
ANTÔNIO RIBEIRO-advogado aposentado, escritor, livreiro.

Em Greve nos Correios
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Em 18/07/2008 12h34
O doutor Cacciola terá direito à indenização por danos morais. Trata-se de dignitário condenado da justiça quando exercia munus comuns a banqueiros (não os da contravenção, óbvio). As autoridades deveriam ter reservado suíte presidencial no Copacabana Palace para abrigar o banqueiro no breve tempo em que permanecerá encarcerado (alguém duvida?).Dever-se-ia permitir que Cacciola viajasse a Campos do Jordão (não lhe faltará companhia) para saborear pastéis de 400 gramas regados a cerveja. Urge construir cadeias privadas (como nos USA) destinatadas a réus ilustres, onde lhes seriam oferecidas as benesses a que estão acostumados. A sociedade é capitalista (de classes) e o apartheid social vai até a morte (aos pobres são destinados cemitérios na periferia, sujos e mal cuidados e aos ricos, necropóles em locais nobres, verdadeiros jardins). Se tal ocorre aqui e nos USA, porque Cacciola tem que se submeter à prisão no degradado Bangu?
Injustiça a ser reparada.
ANTÔNIO RIBEIRO - advogado aposentado e escritor.
(CENSURADO, INSISTO)

Em Caso Cacciola
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Em 18/07/2008 12h08
Em um dos útlimos processos criminais em que atuei, determinada pessoa (carteiro há 20 anos) foi acusado da prática de homicídio ocorrido em local distante quarenta quilometros de onde o acusado entregava correspondencias. O delpol pediu, o promotor de justiça concordou, e o juiz acatou o pedido de prisão provisória do réu. Depois, em um átimo transformaram a prisão provisória em preventiva, mesmo ausentes os requisitos do art. 312 do CPP. Impetrei habeas corpus ILUSTRADO (o primeiro da história, com fotos de figuraço comendo pastéis de 400 gramas cada, regados a cerveja). O dignitário havia sido solto pelo STf sob a alegação de que era hipertenso e a prisão lhe causaria prejuízos). Talvez envergonhados, os julgadores concederam ordem de habeas corpus ao meu constituínte. A atual comédia de erros servirá para algo, desde que os advogados que estão na ativa tenham a coragem de ousar. Quanto a Cacciola, a experiência me diz que breve estará solto. Os demais responderão por delitos leves e livrar-se-ão soltos. Somente estou estupefato pelo fato de Cacciolla não ter sido hospedado no Copacabana Palace. Nos USA, os ricos cumprem pena em cadeias privadas e têm privilégios. É o modo capitalista de agir, porque a sociedade é de classes. Sequer a morte faz as pessoas serem diferentes, porque são sepultadas em necrópoles atinentes às suas classes sociais.
Apartheid social puro!
ANTÔNIO RIBEIRO - criminalista aposentado.

Em Caso Cacciola
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Em 16/07/2008 22h19
Beneficiário de liminar mal concedida (sequer foram apreendidos os passaportes do réu) Cacciola empreendeu fuga. Tal fato, por si só, justificaria o uso de algemas. Há condenados e condenados, é lógico. A sentença penal condenatória com trânsito em julgado não desalojou Cacciola do grupo dos dignitários. Em breve, o Juízo das Execuções Criminais concederá benefício da progressão da pena e ele livrar-se-á solto. Está na hora de ser elaborada lei criando "algemas de pelica, de cetim ou de veludo" para serem usadas em tais indivíduos. Em caso de reclamação caberia, tangencialmente, a argumentação: "o preso usa algemas especiais porque possui epiderme delicada, eis que jamais exerceu atividade laborativa braçal diferente daquela de assinar papéis, razão de sua condenação". Seria mantido o axioma de que todos são iguais perante a lei,
Não são, sabemos!
Antônio Ribeiro - advogado criminalista aposentado e escritor.

Em Caso Cacciola
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Em 14/07/2008 18h56
Prezado Carlos Altair,
Não se preocupe que, mesmo com a decisão do ministro Gilmar Mendes, serão mantidas presas as pessoas do povo, aqueles que "não são mais iguais". Por outro lado, o ministro deu sinal verde para os dignitários, nestes termos "infringam todos os tipos penais que a lei não os alcança".
Saudações,
Antônio Ribeiro - advogado aposentado e escritor.

Em Mensalão
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Em 12/07/2008 14h43
O fanatismo de qualquer espécie leva as pessoas a tecer comentários, no mínimo, inconvenientes. Os anti-petistas fanáticos aproveitam qualquer chance para torpedear o governo Lula - na realidade os move o preconceito contra alguém que não está qualificado com diploma universitário, atualemente à venda em vários postos - como neste caso do banqueiro Daniel Dantas. As privatizações do governo FHC são nebulosas, sendo certo que algumas empresas foram entregues a particulares por ujm décimo do ativo imobilizado (caso da Vale do Rio Doce). O banqueiro estava por trás de várias dessas operações e o governo não era petista. As ações da polícia federal são válidas, mesmo que redundem em nada, pois cadeia não é destinada a dignitários. O STF é uma corte política, graças á forma de nomeação dos juízes que a compõe. Os investigados são pessoas de prol e mesmo presentes os requisitos do artigo 312 do CPP não pdem sofrer prisão cautelar. Em caso de indigitados do povo, a decisão costuma ser: "...nas estreitas vias do habeas corpus não é possível entrar no mérito. Adotando as razões da lavra do ilustre juiz de Primeiro Grau, denego a ordem e mantenho a prisão cautelar do paciente".
Se as investigações forem bem feitas, não sobrará pedra sobre pedra.
A República ruirá!
ANTÕNIO RIBEIRO - advogado aposentado e escritor

Em Mensalão
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Em 11/07/2008 22h23
Não sei porque tanta gritaria em razão da decisão liminar do Ministro Gilmar Mendes. O preso é banqueiro (não da contravenção, frisamos), pessoa mais igual na linguagem orwellina (A revolução dos bichos) - enfim um dignitário. Como mantê-lo preso? Aliás, o alvará de soltura está incompleto: além de mandar que o paciente fosse solto com urgência, o ministro deveria ter determinado que se pedisse desculpas ao ilustre hóspede da carceragem da PF (não confundir com prato feito). Se fosse pessoa comum, aí sim, a decisão seria: ...Não cabe, na via estreita do habeas corpus, o exame do mérito. Mantenho a custódia preventiva de Zé Ninguém, reomendando-o na prisão em que se encontra, adotando como razão de decidir as mesmas assinaladas pelo digno juiz de Primeiro Grau.Se outra fosse a decisão jamais poderíamos repetir que "Le Brésil ne c'est un pays serieux" ANTÔNIO RIBEIRO - advogado aposentado e escritor.

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Em 11/07/2008 22h06
Não sei porque tanta gritaria em razão da decisão liminar do Ministro Gilmar Mendes. O preso é banqueiro (não da contravenção, frisamos), pessoa mais igual na linguagem orwellina (A revolução dos bichos), enfim um dignitário. Como mantê-lo preso? Aliás, o alvará de soltura está incompleto: além de mandar que o paciente fosse solto com urgência, o ministro deveria ter determinado que se pedisse desculpas ao ilustre hóspede da carceragem da PF (não confundir com prato feito). Se fosse pessoa comum, aí sim, a decisão seria: ...Não cabe, na via estreita do habeas corpus, o exame do mérito. Mantenho a custódia preventiva de Zé Ninguém, reomendando-o na prisão em que se encontra, adotando como razão de decidir as mesmas assinaladas pelo digno juiz de Primeiro Grau.Se outra fosse a decisão jamais poderíamos repetir que "Le Brésil n"est pas un pays serieux" ANTÔNIO RIBEIRO - advogado aposentado e escritor, autor do livro "O menor aprendiz", com passagens irônicas do Judiciário.

(censurado uma vez, insisto,característica de capricorniano).

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Em 11/07/2008 21h46
O STF se livraria da suspeição se os ministros, ao invés de serem nomeados politicamente, fossem oriundos da magistratura. Como são as coisas, normalissíma é a decisão prolatada em favor de Daniel Dantas, homem pertencente à classe dos "mais iguais" na lignuagem orwelliana ("A revolução dos bichos"). Alguém do povo, sem eira nem beira, jamais seria beneficiado com decisão semelhante. Normalmente, em casos de réus comuns, não dignitários, o julgador sentencia: "...denego a ordem de habeas corpus impetrada em favor de Zé Ninguém, adotando como razão de decidir as mesmas da lavra do ilustre magistrado que decretou a custódia preventiva do paciente. Nnas vias estreitas do habeas corpus, não cabe análise profunda do mérito. Denega-se a ordem e remomenda-se o paciente na prisão em que se encontra". Não seria possivel a mesma decisão, quando se trata de ilustre banqueiro (se, ao menos, fosse banqueiro do jogo do bicho!), daí a concessão liminar da ordem e a expedição do alvará de soltura mandando a autoridade carcerária colocar em liberdade o ilustre investigado com o máximo de rapidez, em regime de urgência urgentissíma. Somente houve um lapso: o ilustre sentenciante deveria mandar aqueles que mantinham o paciente em custódia, pedir desculpas públicas pelo engano terrível.
Que se guarde a vaga para um dos componentes dos três pês!
ANTONIO RIBEIRO - advogado aposentado e escritor.

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Em 10/07/2008 19h26
Diversas vezes juízes de Primeira Instância decretou prisões preventivas, por se achar presentes nos casos concretos os requisitos formais do artigo 312 do CPP. As decisões monocráticas qundo mantidas em Segunda ou Terceira Instância, foram reformadas pelo Supremo Tribunal Federal, muitas vezes liminarmente, jogando por terra a Súmula 691 editada pelo Excelso Pretório. Alguns casos: Antônio Pimenta Neves, Paulo Salim Maluf e o próprio banqueiro Daniel Dantas. Agora não será diferente porque se trata de dignatário ( mais igual, na linguagem orwelliana) imune às agruras da lei. Dura lex, sed lex, desde que o paciente seja preto, pobre ou prostituta (se reunir as três desqualificações - na ótica dos julgadores - melhor). É necessário, com urgência, mudar o sistema de nomeação dos ministros do STF, reservando o cargo a juízes de carreira que tenham passado pela Primeira e Segunda Instâncias e feito um "estágio" de pelo menos dez anos no Superior Tribunal de Justiça.
Antônio Ribeiro - advogado aposentado e escritor.

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Em 10/07/2008 11h46
Sua Exa., o Ministro Dr. Gilmar Mendes foi advogado geral da União no governo FHC, que o guindou ao STF. Quanto à soltura dos indiciados, está tudo dentro das normas vigentes. Nenhum deles é portador de características genéticas e sobretudo sociais, justificadoras da menautenção da prisão. Mas, a lei prevê a legalidade da prisão provisória e preventiva (vide caso Isabella Nardoni).Lei, ora a lei! Neste país sempre vigiu o bordão: "aos amigos TUDO, aos indiferentes CACETADAS e aos inimigos CHUMBO". Se algum dos presos possui alguma característica genética justificadorda da prisão, tendo ascendido socialmente conseguiu anular a particularidade. Em breve será colocado em liberdade. Antônio Ribeiro - advogado aposentado e escritor.
(Censurado uma vez, persisto!)

Em Mensalão
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Em 10/07/2008 10h19
O presidente do STF (foi advogado geral da União no governo FHC que o guindou a minsitro do Supremo) agiu corretamente. Os presos não são portadores das características genéticas, e sobretudo sociais, para que permaneçam presos. Foi injusta a prisão dos investigados, porque não se constroem cadeias para serem destinadas a dignitários. Lei, ora a lei.
Antônio Ribeiro - advogado e escritor.

Em Mensalão
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Em 02/04/2008 16h39
Maite Proenca e uma mulher que reune qualidades raras em um ser humano: e bonita (segundo Vinicius, indispensavel para a mulher), inteligente, competente e corajosa. O pai, procurador do estado, matou a mulher ao saber que esta cometera adulterio. Ela ficou ao lado do pai, o que e raro em tais ocasioes. Determinado dia, vi uma moca soltando improprerios contra reu algemado, no Tribunal do Juri da Penha de Franca, Sao Paulo. Ele havia, tambem, cometido homicidio contra a mulher. Razao tem Maite Proenca quando diz que o autor, muitas vezes, coloca em livro (ficcional, inclusive) algo de sua vida. Fiz isto em meu romance "O Menor Aprendiz". desejo que a nova autora obtenha o maximo de sucesso, o que sera certo porque, ao contrario de mim, ele e dignitaria e tem a midia a seus pes.
Antonio Ribeiro - advogado e escritor.

Em Maitê Proença
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Em 27/03/2008 22h19
E normal quando o povo dos estamentos da base da piramide social, consegue melhoria de vida e passa o integrar o mecado. Supresa para mim foi a eleicao de FHC, porque como filiado e delegado do PMDB (ele era do partido) fiz a campanha dele, junto com outros companheiros, na zona norte de S. Paulo, quando ele disputou a prefeitura. Desde os 18 anos (campanha do Mal Lott) fazia politica e nunca encontrei candidato tao anti-popular como FHC. Entao, desde 1985, nada mais me causa estranheza, em termos de Brasil. Que diminua a desigualdade social para que os indices de violencia caiam. Mesmo sem ser petista (que nunca considerei partido de esquerda), Lula faz bom governo.
Antonio Ribeiro - advogado e escritor.

Em Pesquisas Datafolha
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Em 07/03/2008 14h55
Quando os espanhois viviam na miseria (inclusive pela guerra civil que levou os fascistas apoiados pela Opus Dei ao poder), o Brasil os recebeu de bracos abertos. Nossa tradicao sempre foi a de receber bem os estrangeiros, quer na condicao de imigrantes ou turistas. Chegou a hora do BASTA! Nao nos interessa nem investimentos como os da famigerada telefônica, porque pela metade das tarifas que eles cobram, o Estado teria universalidazado a telefonia. Vamos usar as palavras do Rei Juan Carlos (coisa ricdicula e monarquia no seculo 21), mas em bom portugues: "Por que nao se calam, bichos dagua!" - Antonio Ribeiro - escritor.

Em Espanha deporta brasileiros
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Em 28/02/2008 22h34
Atraves da informacao de que o sucessor de Edir Macedo é ex-dependente de drogas, concluimos que o exito do ex-adepto da umbanda se deve ao uso da dialetica marxista. Marx afirmou que "a religiao e o opio do povo", o que enche de razao o bispo Edir Macedo. O sucessor certamente aumentara o rebanho da Universal, porque tem todas as qualificacoes para tal.
Antonio Ribeiro - advogado

Em Edir Macedo
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Em 28/02/2008 22h24
Se Fidel Castro pode nomear o próprio sucessor, o auto-intitulado bispo edir macedo tem todo o direito de faze-lo, porque a igreja e dele. O que a igreja universal nao pode, e litigar de ma-fé. Seria mais simples os proceres da rica religiao dar explicacao logica da origem da enorme fortuna acumulada em curto lapso temporal. Esta atitude evitaria o ajuizamento de acoes e nao aumentaria a lentidao do Judiciario, livrando-o de demandas desnecessarias. O direito de peticao tem limites definidos em lei.
Antonio Ribeiro - advogado

Em Edir Macedo
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Termos e condições

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