Comentários


Comentários de Armando S Marangoni
Em 04/09/2008 13h27
Essa história me lembra outra: a do Brasil.
Desde sempre o nosso país foi alvo de exploração extrativista, e os exploradores sempre foram os mesmos, com exceção de alguns poucos novos.
Extraiu-se madeira, ouro, prata, cana, café, bauxita, minério de ferro, urânio, algodão, talentos, tolerâncias, etcetera e tal.
Indignar-se com o presente parece só uma reafirmação da falta de poder do nosso povo, que não merece a dedicação dos nossos governantes, que fingem ser escolhidos e fingem trabalhar por nós.
Os extrativistas de sempre continuam com a corda toda. Bom para eles, melhor para os que se valem das falhas dos sistemas do governo, que são campos férteis para a ação dos que as conhecem bem.
É fácil ser enganado quando não se sabe onde é que a mentira está, não é mesmo?
Agora só falta os militares entrarem em campo para proteger os poderosos de uma eventual ação revoltosa de quem quer desestabilizar o governo, e condenar-nos a mais cento e dez anos de escravidão.

Em Grampolândia
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Em 01/09/2008 12h05
Dúvidas (ou acusações?)
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O que vem antes para aqueles que são empregados pelo Estado, os pré-requisitos ou as prerrogativas?
Quais são as obrigações e os deveres dos empregados do Estado?
Para o povo representado, quanto mais poder tem o funcionário público mais comprometido com a ética deve ser, ou deve mais livre para fazer o que achar melhor, já que ocupa um cargo de confiança?
O que é que fica a serviço do Estado quando um cidadão ocupa um posto de governo, seus ideais ou aqueles que jurou defender?
O que um desembargador pode fazer nos limites da impunidade de que goza?
Quem é que fiscaliza os presidentes dos três Poderes da República?
A vigília deve ser ininterrupta ou os mais altos funcionários públicos podem errar sem maiores conseqüências para a nação?
Como fazer para manter sob investigação os mais poderosos no governo sem colocar em risco desnecessário a sua imagem?
Há riscos desnecessários num regime de governo em que a confiança é fundamental? Todos os riscos não estariam já compensados pelo poder que se obtém ao exercer um alto cargo no governo de um país?
Não há necessidade de contrapartidas ante as prerrogativas no exercício do poder?

Em Grampolândia
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Em 18/07/2008 10h35
Que confusão!
Os governos e a imprensa finalmente entraram em conflito. Tenho esperanças que a transparência aumente daqui em diante, quem sabe, até, que se instale definitivamente.
Não há justiça sem verdades e não há uma só verdade, pelo menos é o que se diz quando se trata da dialética, da discussão, do embate, do confronto, do encontro, da investigação ...

Em Operação Satiagraha
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Em 26/06/2008 12h06
Às vezes fico com uma impressão que a inversão de valores, nesse caso a do valor da vida, tem fundamentos de cunho religioso. Enquanto alguns fiéis que desprezam a bebida alcóólica também desprezam as liberdades individuais, outros, que aceitam a embriaguez, julgam o sofrimento como uma bênção.
A falta da experiência parece estar longe de ser substituída pela capacidade de idealizar, que diferencia o homem dos outros animais, e quem ainda não sofreu na pele perdas importantes, causadas por uso ou abuso de qualquer tipo de droga, certamente não conseguirá reconhecer o dano que está prestes a provocar, ou deixar acontecer, ao outro.

Em MP das bebidas
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Em 05/05/2008 12h54
Dizem que a gente se vê nos outros. Eis aí uma evidência disso.
Mas, que diabo de sistema é esse que põe um cara desses numa coordenação de curso?

Em Cursos de medicina
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Em 05/05/2008 11h59
Nossa memória é mesmo curta, mas não somente para a história do país, mas, parece, para todas elas.
Nós provocamos uma catástrofe no país vizinho em nome de uma guerra estúpida - como se não fossem todas - e posamos de altruístas.
Se fôssemos nos responsabilizar por todas as injustiças que o estado brasileiro já fez, ou apoiou por culpa, não restaria muito bolo para dividir.
O que nos diferencia dos outros animais é a consciência, um tipo de memória que dura mais que nós, mas não mais que o ser humano.
Talvez o que nos falte seja só prestar mais atenção ao que é importante para todos e deixar nosso umbigoem paz.

Em Itaipu
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Em 30/04/2008 18h03
Taí. Gostei desse cara. Não se importa em expor suas idéias, mesmo ridículas. Talvez o Sr. Dantas possa revelar as fontes das evidências do que afirma.
O senhor tem, Sr. Dantas? Porque se tiver, puxa! Eis aí uma correção histórica (mesmo): as raças humanas existem! Há diferenças entre os homens que estão além dos conceitos. Tem gente que é realmente pior que os outros, querendo ou não. É genético, ou talvez uma conseqüência do clima, ou do acarajé, ou da compaixão...
Mas, se não tiver claras as provas da inferioridade intelectual bahiana, mesmo assim, parabéns ao senhor, que não tem medo de expor sua opinião e mostrar como nós ainda pensamos no Brasil.
Nós, no entanto, somos uma nação incrivelmente pacífica, se comparadas às outras todas do mundo. Afinal, que diria que o Tibet estaria no centro de uma discussão política que provoca mortes?

Em Cursos de medicina
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Em 10/03/2008 09h55
Parece inacreditável que se discuta com tanta precisão sobre a maior dádiva deste universo.
Seria de se esperar de pessoas com tanta formação superior, científica ou não, que julgassem seu próprio conhecimento como limitado, passível de erros, e, quando se trata da vida, todo risco deve ser considerado inaceitável.
Um prêmio Nobel dizer que um embrião não 'é destruído' significa o quê? Pode-se torturá-lo? Tirar só um pedacinho, contando que irá regernerar-se?
Fé e ciência de mãos dadas parece com matar por crer que 'foi ou será bom'.

Em Células-tronco
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Em 06/03/2008 11h42
Olho por olho, dente por dente. A máxima justa parece ser um brinquedo na mão de terroristas, ou dos que os apóiam.
Chaves brinca com a vida (dos outros) por conta de ideologias. Seus propósitos seriam diferentes se a Venezuela não tivesse o poder do petróleo. Ele, em sua jornada (anti-?) terrorista, parece mais um territorialista, defensor de éticas práticas.

Em Conflito na América do Sul
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Em 17/12/2007 13h07
Um humano pode ser humano antes de ser político?
Se ainda existe essa chance, o que um ser humano deveria fazer para chamar a atençao do mundo para o desastre que ele vê? Um desastre que pode custar vidas, imediatamente ou aos poucos, numa agonia que parece não ter solução?
O bispo é uma autoridade humana de uma entidade humana que existe em função dos humanos. Sua vida vale muito para muitos. O risco que corre é sério, mas não é fácil valorizar a existência do outro quando há um compromisso no ar, não é mesmo? Principalmente se esse compromisso envolve problemas, situações difíceis, conflitos. A perseverança exige conhecimento da realidade e, com a diversão na ordem dos dias, certamente os olhares serão mais rápidos porque as coisas sérias dão muito trabalho.

Em Transposição do rio São Francisco
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Em 12/12/2007 17h51
certamente há possibilidades de interpretação do mundo.
se considerarmos a atitude do cidadão que todos queremos que todos sejam, haverá lugar para a caridade, entendida aqui como a determinação de dar chance igual à todas as idéias, mas procurá-las todas antes.
o senado de uma república como a brasileira é seu coração, e, como o órgão vital, é sensível à realidade, e a realidade pode ficar muito bem escondida sob a caridade.
Resultado: o ser humano parece que consegue lidar adequadamente com conflitos extremos. O importante é não ficar todo mundo de um lado só.

Em Eleições no Senado
sem opinião
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Em 25/09/2007 23h24
Se nosso presidente atende nossa expectativa ele não fez nada além do que deveria. Cumprir promessas não é uma obrigação de alguém na posição dele, é a vida dele, a palavra dele, a honra dele. Ele sabia o que estava prometendo. Ele deveria estar pedindo desculpas pelos atrasos.

Em Lula na ONU
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Em 12/09/2007 03h49
(Entre Aspas)

Renan Calheiros chegou ao Senado do Brasil.

Quem faz o governo é o povo, porque é quem vota. Há quem diga que o povo é enganado. Que dúvida! Comunicação de massa, informação para a massa. Qual é a categoria política dos círculos de influência (ou rede de relacionamentos) dos donos dos meios de comunicação de massa? A resposta: bem, parece que não há tantos diferires entre a política e a economia assim.
O espírito brasileiro é jovem demais para discernir; aqui a pressão ainda gera mais precipitação que agilidade. Quer dizer que somos imaturos demais para governar um povo como o nosso? Parece que sim. Parece que precisamos de ajuda, uns dos outros, o tempo todo. Há leis dos outros e que só atingem os pobres, e alguns malfeitores quando dão muito azar. Não somos justos com os que sofrem com o acúmulo de riquezas há séculos! O que é que se poderia esperar? Já deveríamos ter começado a pagar a dívida que se acumulou por mais de quinhentos anos de escravidão. Os credores estão na miséria e quem deve a eles não quer nem saber de assuntos já encerrados em 88.
Ir mais devagar e com mais atenção na política talvez nos faça parar de confundir movimentos com ações. Afinal, o corpo e a mente têm que estar de acordo com a alma antes de agir, se a intenção for a de que entre uma e outra paixão o povo deixe de ser massa.

Renan Calheiros chegou ao Senado no Brasil.

Em Caso Renan
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