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Comentários de Carlos Alberto Scorpião DaSilva
Em 06/10/2008 16h04
É óbvio da importância da crise finaceira/econômica dos EUA, contudo que fique claro quem quer que seja eleito, não alteraram o forma de sobrevivência adotada pelos mesmo no pós-guerra. Portanto se Obama, um negro que é um novo simbolo de eleição, continuará para interesse "dos americanos" , a sugar as riquezas do Kenia, Uganda, Piaui,Lesoto...Minha avó já diria nos trataria como farinha do mesmo saco. Eles na correlação com o adágio e caricaturas seriam "mill of the same bag or same fucking bag"!Sei lá

Em Eleições nos EUA
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Em 29/09/2008 21h14
The bluff
Já passo de cinco décadas de existência e ainda tem gente, apesar da informação globalizada que nos coloca a par das diversas questões mundiais, que ainda sonham com os EUA. Quando comecei a aprender inglês na década de 70, ainda em clima de antiamericanismo reinante, vislumbrava aprender um idioma que me permitisse entender questões que só eram possíveis para quem lia, pelo menos o idioma mais falado do planeta, na contramão dos que me criticavam. Daí, tive várias atividades devido ao fato de falar inglês e hoje mais especificamente enquanto Guia de Turismo tenho vantagens por ter um maior domínio do idioma, diga-se de passagem, tendo aprendido sem sair de solo brasileiro, mas estudando escrevendo e lendo até hoje, o aprendizado em qualquer área entendo que é gradual. Daí, como tenho estado em contato e conversado por décadas com muitos norte americanos, principalmente alunos de universidades, meu segmento de trabalho mais específico acompanho a realidade estadunidense e aguardava há muito o baque que ora se estabelece. Não consigo entender como economistas notáveis continuam se espelhando nas teses econômicas de personalidades americanas como seguras e atuais e mais, verdadeiras! Ora, como agências de avaliações econômicas podem avaliar e taxar economias de paises pobres e emergentes? Avaliações estas, que acrescentam juros em se tratando de empréstimos que estes venham a contrair no mercado internacional, isto significa que, nós brasileiros em particular pagamos pomposos juros de dívidas por anos seguidos e longos, a estes bancos que agora demonstram claramente fragilidade em suas administrações, se só tiver sido só isso mesmo! E o engraçado é que agora todo o mundo espera tenso, a salvação ao estilo PROER de FHC dos bancos que, hoje quando escrevo já quebraram e foram incorporados por outros. Até quando manteremos este sentimento negativo de "colonizado"? Entendo que os descendentes de europeus e americanos que aqui se tornaram "brasileiros" naturalizados a gerações em detrimento do nacional, e seus descendentes, têm o "umbigo" preso ao exterior e até têm dupla nacionalidade, mas nós brasileiros desde o primeiro momento de independência, porque defendemos tanto os países da Europa e principalmente os EUA? É hora de rezarmos por nós e deixar que eles quebrem, não sou economista, portanto tenho pouca responsabilidade com o assunto, mas gostaria de ver esse "mito" cair por terra, terão menos armas para ameaçar o mundo, que quebrem! Lula disse bem, geriam a economia como a um Cassino, provavelmente um dos de Las Vegas, portanto cabe a eles resolverem seus imbróglios já, para que o mundo financeiro e econômico que ataram laços com eles não vá a reboque. God Save América, do Sul!

Em Eleições nos EUA
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Em 27/08/2008 15h20
O estado brasileiro pode cumprir um papel importante na garantia do direito a quem direito de direito tem!Este estado não pode continuar se escondendo numa "estória" contada por quem invadiu terra alheia. Quando alguns defendem heranças, eu só me pergunto em que "cartórios" foram assinados, numa língua estranha aos autóctones?Quando senadores e deputados confundem a defesa de suas idéias mesmo que ideologicamente diferentes com defesas de interesses grupais, onde alguns têm testas-de-ferro ocupando ilegitimamente, como Pedro Pedrossian, ex-governador, imoral!Em sendo por que me sinto herdeiro de tradições, culinárias, hábitos, traços, índole, reações, enfim, negríndio, como me intitulo. Espero que o judiciário pare com a secular e constante apropriação das terras dos NATIVOS!Será de fato um ato grandessíssimo para o Judiciário brasileiro. Quando invasores décadas, através de senadores e deputados se antepõem e propõem revisão da lei para atender seus interesses, como dizia de décadas que para eles significas mais que SÉCULOS de posse e ORIGEM.Eu e muitos hoje com consciência ameríndia por ancestralidade, da qual me orgulho, estamos sintonizados com a causa das nossas tribos nativas, todas, onde quer que seja, estamos prontos para contribuir para o cumprimento das leis, que não podem continuar ao sabor de interesses privados, globalizantes, oportunistas e sanguessugas da natureza, rapinas que destroem a floresta a cada lei mais rígida, e culpam a falta de fiscalização, delinqüentes sem a mínima responsabilidade, nem com os seus descendentes, essa é a herança que eles estão deixando, a principio para suas famílias.Irresponsáveis! Que ameaça à soberania nacional, se eles são os nacionais, e vós os invasores que querem continuar se apossando, na maioria das vezes por leis de improviso como a revisão que ora pretendem, ou defesas imorais quando não ilegais com falações algumas vezes frágeis e bobas como a de Mão Santa. Alguns militares prestam um desserviço ao país ao fazer alarde sobre a fragilidade das fronteiras ou internacionalização. Esse filme do medo do terror, que até comia criançinha deu no golpe de 64, que até hoje é uma chaga não curada, em face de anistia concedida aos torturadores de cadeias, hábito ainda atual para maioria negra, por razões marginais e políticas! Que Força armada tem protegido as fronteiras? Quem senão o nativo tem protegido as fronteiras, quando o estado historicamente tem compartilhado com a invasão quando não é o seu algoz, o invasor? Agora surgem várias elucubrações, idéias de um novo momento de consciência, de se criar reservas verdes de aráque, enfim argumentos que não vão refrear o ímpeto dos destruidores da natureza. Por isso nós negríndios esperamos que o judiciário cumpra a lei, seu papel, por nós todos, de todas as raças e etnias, legitimado. Ao invasor, o algoz, o arroz!

Em Conflito em terra indígena
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Em 16/07/2008 00h16
Bingo!Pelo menos por ora,não se sabe até quando, o poder Judiciário e o Executivo concordam em alterar ações seculares,expor sómente pobres, criando assim uma "justiça" de duas ou mais caras!Eu não gosto de espetacularizações,elas banalizam questões de direito seríssimas e "vitais",isto é,que envolvem vidas,num país que se diz católico,como se estas questões fossem exclusividade,sempre isso me sôou equívocado!Eu não sou católico, até porque sei o quanto o processo colonizatório,não só no Brasil,tem gerado desigualdades,que mesmo com os pedidos de desculpas,como agora o Papa pede na Austrália,não altera o status quo gerado com a Santíssima participação!Falta o Legislativo ocupar o seu papel, em vez de ficar nos casuísmos dos trenzinhoa empregatícios que com certeza não contemplam negros e pobres e sim os mesmos "cotados" de sempre,contudo nem sempre aptos.Mas do que divergências partidárias devemos compreender que nossa postura,de fato ética,pode mudar o rumo deste país, e entendermos para quem não tem "democracia" como falácia e sim como meta,pois esta ainda está muito longe,vide tantas desigualdades e privilégios.A manifestação de muitos mesmo que não falem o português das escolas,e nem precisamos,evidenciou a discordância de métodos discriminatórios ainda vigentes que só estimula a corrupção e espertezas. No mais se Prótogenes sai de férias ou é destemperado para mim é muito menos importante que larápios que corrompem os poderes e nos deixam expostos à toda sorte.O resto..

Em Delegado deixa Operação Satiagraha
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Em 14/07/2008 23h53
Cidadãos e cidadãs deste país estou uma arara!Não me contempla que parte do judiciário se posicione a favor do Sr. de Sanctis tendo ele agido com integridade,me parece!Também não me resolve e muito menos a tantos presos que ocupam os calabouços deste país,com os quais me solidarizo, mas reconheço que a solidariedade apesar de verdadeira,pouco resolve às condições indígnas e sub-humanas a que continuarão a sobreviver!Esses artificios das magistraturas nas suas mais diversas instâncias não ajudam-me a compreender a questão da legalidade,honestidade,justiça, independência,espirito-de-corpo ou outra milonga qualquer.O judiciário definitivamente me parece uma casta intocável e nós que temos o equívocado hábito de afimarmos quer vivemos numa democaracia,ficamos à mercê de decisões que variam de acordo com a temperatura,pressão, ou outras suibjetividades que muitos de nós sabemos quais são!Esta é definitivamente a hora de rompermos esta hermeticidade que cerca o poder judiciário no Brasil,e diga-se de passagem,na história do Brasil,o primeiro poder dos três a se vender ou corromper.Quebra de sigilo telefônico e bancário já, para que durmamos hoje sem a expectativa de casuísmos amanhã!Quem eles pensam que são?Quem nós queremos que eles sejam?Vamos continuar nesse blá-bla´até quando?A cada situação vergonhosa dessa?E esse lero-lero de muitos que aqui falaram é salutar a quem?Resolve que questões senão o ego de alguns muitos moucos e leigos, e tantos ingênuos.É fla-Flu,é baba,é o que?

Em Operação Satiagraha
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Em 10/07/2008 07h17
E mais,de vez em quando a Igreja dos pedófilos, em todo o mundo,pede perdão pelos crimes e eu com quase 60,não os vejo nas grades como acontece acertadamente com cidadãos/ãs laicos ou não padres, como se indenizações resolvessem o problema.Vivemos uma sociedade onde o capital indenizatório "resolve" injustiças contra pobres famélicos e isso com o apoio de leis e magistrados.O dinheiro do Sr Dantas vai ser lavado em pagamentos advocatícios?Não é dinheiro sujo?Um monte de crimes de diversas ordens,não tem como pano de fundo instituições historicamente despreparadas,ou melhor alicerçadas justamente para punir os criminosos na vitrine e omitir o corporativismo e estruturas que por trás não cumprem outro papel senão o de perpetuar as diferenças,e pedir desculpas hoje, amanhã...Precisamos e já estamos anos-luz atrasados, repensar e ALTERAR esse status quo, senão veremos gradual e rapidamente o apodrecimento e crescimento de uma barbárie,já visível,onde as instituições omitem suas responsabilidades equívocadamente "protegidas" numa frágil redoma,que a cada dia se torna mais vulnerável ao crime iorganizado,nfiltrado em várias instituições e o cidadão tem medo de denuncia-las, e precisam vergonhosamente esconderem suas caras para não serem vitimados de alguma maneira.é só o soldado que deve ser punido?E o comando?E os juris?:E parte da alta sociedade conivente com o extermínio de nossa população negríndia?Vamos continuar como avestruzes, orando com o penacho para a lua?

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Em 10/07/2008 06h57
Sr Gilmar Mendes não sou versado em leis como não o é a maioria da população brasileira e não me reporto aqui tão sómente às populações mais pobres e portanto desguarnecida por conta de um estado estratégicamente excludente,do acesso à informação o que objetivamente contrói massa crítica,daí não me ateria a conteúdo jurídico.Mas me espanta e indigna o fato de ter todos dias nos jornais de todos os canais de TV,digo todos,não só a Globo, de prisões muitas que com certeza se enquadraria nas avaliações do STF,que por ora considero corretas, apesar de me indignar duas vezes, uma por esse crápula ser baiano,não quanto eu,reconcaviano,outra por ser um causador de danos mais letais que os "ladrões de Galinha", quero dizer de bancos, instituições privadas,o que, em sendo dinheiro público causa mais danos e caos a vários sistemas, entre eles à segurança e saúde, o que determina danos letais, no sentido mais lato da expressão letal, à população depedente de serviços publicos. A morte de uma criança de 3 anos,mais uma criança portanto,cria aquele alvoroço na mídia, isso é também espetacularização,e não vejo posicionamento claro e contundente dos magistrados, nas suas mais variadas instâncias!Pior,a manutenção de tantas pessoas presas ou executadas diariamente, não recebe dos mesmos, reações tão indignadas. Enquanto cidadão, sem diploma,mas com bastante conhecimento de causas, sei muito bem que o processo colonizatório, tem causdo.Espero que as prisões não continuem porões/negreiros!

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Em 01/07/2008 06h10
Tem certos comentários que sugeram que são de pessoas que estão a anos-luz da realidade histórica brasileira!Primeiro,o conceito de pobres índios é equívocado na medida em que a noção de acúmulo de bens é exclusivamente de urbanos,citadinos,isto é,de quem acha que o celular de última geração é um grande bem,até o lançamento do próximo, depois, o estado brasileiro tem se mostrado incapaz de tomar conta de quem está sob sua jurisdição urbana,imaginem de "pobres indígenas" que ao longo desses séculos têm sido exterminados justamente pela incapacidade de o estado brasileiro protegê-los,já que é o seu algoz.Se nós nos tocarmos pela historicidade dos fatos e não pela emoção,"patriotismo" e utopias descontextualizadas,veremos que o conceito de propriedade é um valor esclusivamente nosso,do invasor, já que as tribos de todo o mundo eram nômades e portanto sem apego às terras que hoje nós achamos que pertencem ao "estado brasileiro", por exemplo, quando na verdade é apropriação indébita àqueles que sequer esperava perdê-la baseada em um "direito" que de direito nada tem!.O exército patriota de alguns é o mesmo que ocupou o poder e deixou um legado de políticos corruptos,ao tempo em que nos dias de hoje,entrega como punição jovens a traficantes, imaginem o que eles não fazem,pelo menos alguns de seus membros,no interior da selva,onde poucos entram ou sequer conhecem.Soldados,oficiais não vêm de Marte são pessoas como muitos que corrompem e são corrompidos!Muitos defendem-no com medo!

Em Conflito em terra indígena
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Em 30/06/2008 10h19
Boa contribuição etmológica Sergio!E seria desinformação nossa e já o é de muitos pensar que a origem do nome Silva é indígena,até porque os invasores nos taxaram de índios porque confundiram a terra Kyrimuré com o lugar que pensavam chegar,isto é,o Caminho marítimo que os levariam às Ìndias.Ser sílvicola hoje é mais uma posição político-ideológica de poucos,que uma definição antropólogica.Quando incluo o nome Scorpião busco assumir identidade,que está associado a uma espécie animal da natureza como o fazia meus ancestrais com os seus nomes em línguas que algumas tribos ainda resistem,mas há muito por algumas esquecida por conta da lavagem até então vigente,além da sífilis é claro!Eu por mim mesmo uso de um meu neologismo e me sinto negríndio,que é um nome das minhas composições que assim diz:
Quilombos de Zumbí,
Levante dos Malês,
Traz arco índio Tupy,
Tem gente invandindo esse Ylê!
Oh, meu pai Olodum!
Põe luz nesse caminho,
Supremo Olorum!
Já não tripulamos,
Negreiros navios.
Te GARANTE na arena, vai meu boi-bumbá!
Pois a luta é sangrenta, vais ter que lutar.
Expulsar o inimigo,
Invasores dessa terra,
Tocar os tambores no seio da mata,
Salvar a floresta dos homens da serra!
Eh boi, eh boi...
Negríndio, ameríndio,
Eu já sei que eu sou,
Eh boi, eh boi...
Já bem me dizia
Meu tataravô.
Plantei sangue nesse chão
Junto com meu boi-bumbá
Já faz tempo essa guerra
E quem ama essa terra vai ter que lutar.
Festa de Parantins reedita a luta!

Em Conflito em terra indígena
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Em 29/06/2008 23h57
Porque até entre grupos indígenas?Nunca houve uma nação indígena como mente a "estória", os conflitos tribais é comum entre nós, cresci brigando rua contra rua e entendi o porquê!O grande problema é que a razão destes conflitos hoje é estimulado pelos cara-pálidas-de-pau que com seus hábitos,mentiras e interferências estimulam-nos por causas que nada têm de interesse indígena.Tenho minhas dúvidas no momento se a internacionalização não se dará mais rápido se estas terras continuarem nas mãos dos depredadores latentes, com interessses de enriquecimento imediato, mas com um discurso preservacionista.Pela primeira vez a política do estado brasileiro respeita os seus verdadeiros donos, que de ingênuos nada têm, até porque não são dilapidadores contumazes, como os colonizadores que aqui se estabeleceram, e para estes, ingenuidade é não ter um comportamento depredador e comercial como eles, que se acham!Estive nas forças armadas durante o período militar e se lá não fiquei é porque nada ví de patriótico.Ví o que vejo hoje desrespeito aos subordinados, não cumprimento ao regimento, enfim a velha máxima do invasor, "faça o que eu mando mas não faça o que eu faço", e que elabora até hoje leis em benefício próprio já que as leis têm dois pesos, dependendo das condições econômicas,sociais, cargo ou mandato.A Amazônia está ainda segura por conta dos indígenas!Se tirarmos de lá as ONGs, melhor!

Em Conflito em terra indígena
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Em 29/06/2008 23h33
A história do Brasil não é a história do Brasil,é a história de portugueses que invadiram o Brasil e mais,poucos conhecem-na e outros fazem questão de insistir na 'Estória" escrita pelos portugueses que aqui invadiram e ainda usam chamar de 'Descobrimento".Muitos que hoje vestem farda das forças armadas são descendentes de muitos imigrantes estrangeiros que para aqui vieram em detrimento do abandono aos africanos que foram raptados para estas plagas e ainda, na hora da "abolição" não hesitaram em desmerecer a posssibilidade de integração dos mesmos,com a hipócrita afirmação de que estes não estavam preparados para o trabalho formal na medida que estes por terem sidos escravos, por eles assim tornados,não estavam prontos para se incorporarem à nova ordem social.A política indigenista do governo Lula é pela primeira vez em respeito aos verdadeiros brasileiros dos quais eu conhecidamente,com muita dignidade descendo, sou um da Silva,da Selva,portanto descendente destes valorosos sílvicolas!Qual o conhecimento que tem o homem da socidade "branca" sobre a selva para protege-la?Quem é mais honesto e ético?Quem tem mais direito a essas terras compradas desde então em cartórios muito parecidos com os de hoje que vendem a Amazônia?Compraram na mão de quem se os donos nem nossa língua falavam?Se apropriaram e acham que podem protegê-la mais que os indigenas que a ama e não a vê com olhos de negociadores ávidos para negocia-la com estrangeiros, isto é o que sobrou!

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