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Comentários de Charles de Almeida
Em 10/10/2008 18h05
Parabéns, Júlio Moraes. Seu comentário é de uma lucidez brilhante. Temos que lutar para que tudo isso seja colocado em prática em nossa Educação. Muitos políticos descompromissados com a Nação já caíram e devemos tentar evitar que os que ainda estão na esfera do poder não contaminem os que estão entrando, afim de varrermos de nossa história essa praga chamada corrupção. Não podemos nos deixar convencer pelas mídias tendenciosas, movidas e financiadas pelo capitalismo inescrupuloso. Com um Ensino melhor, teremos bons eleitores no futuro. Consequentemente, serão eleitos políticos de melhor caráter e que trabalhem, de fato, pensando no país. Isso pode render bons frutos para todos, incluindo nossos filhos. Parabéns, de novo, pelo seu comentário. É raro ver aqui alguém falar com tamanha lucidez.

Em Mensalão
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Em 30/08/2008 19h26
É muito interessante a avaliação positiva de Lula ante o eleitorado de São Paulo. Um Estado que sempre abocanhou a maioria das indústrias, das fábricas, dos empregos, que deveriam estar distribuidos pelo Brasil afora. Por abocanhar estes empregos e, consequentemente, gerar uma receita de impostos maior que a maioria dos outros Estados, tenta puxar para sí, a responsabilidade de
, sempre, eleger os representantes máximos de nossos governos. Lula saiu lá do nordeste, sem cultura e sem bagagem política, e está conseguindo se impor, apesar de tudo. Parabéns, Lula. Mostre a esse país que a elite vai ficar para trás. Vai parar de mamar nas tetas do governo. Se também não trabalhar, será gradativamente esquecida.

Em Eleições 2008
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Em 24/06/2008 21h14
Tenho andado aqui, pelo interiorzão de Minas, mais precisamente pelas imediações do Rio São Francisco, que sobe e vai rasgando as terras pobres de nosso país. Como é bom ver os frutos do trabalho de um governo chegando até o povo. As intempéries da política não tem conseguido atrapalhar o progresso, o crescimento e as ações voltadas para a melhoria da qualidade de vida das comunidades que viviam à margem dos recursos públicos. O triste é ver que a possibilidade é grande de que possamos voltar a ter novos governantes velhos, ou seja, a limpeza necessária dentro do congresso ainda não foi feita. Muitos daqueles senadores, descompromissados com suas populações, ainda lá estão. E são incansáveis e perseverantes quando o objetivo é retornar ao poder, para voltarem a fazer nada pelos outros e muito para sí mesmos. O bom é que o voto já está sendo capaz de tirar alguns elementos do apodrecido cenário político nacional. Muitos já se foram e muitos outros irão nas próximas eleições. É importante ficarmos atentos e não nos deixar levar pelos correligionários alienados de outrora, que, cegos ao seu próprio caminho, tentam de tudo para nos tornar aliados. Desde a fabricação de notícias negativas até à compra de nossas escolhas. O senador Demóstenes Torres provoca risos com seus projetos, supostamente voltados para a ética na política. Esquece-se de que já está lá a tanto tempo. Por quê será que demora tanto a ter boas idéias, boas intenções? Isso não cola mais. Tem que mostrar trabalho.

Em Eleições 2008
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Em 12/04/2008 21h02
Boa Noite, a todos!!!

Em Eleições 2010
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Em 22/03/2008 17h15
Assistí a alguns trechos da exposição do Ministro Chefe da CGU à CPMI dos Cartões Corporativos, através da Tv Senado, e achei de uma lucidez brilhante a forma como foram relatados os gastos do governo fiscalizados por aquela Controladoria. Da mesma maneira que julguei brilhante tal exposição, achei deprimente a intervenção de um dos parlamentares, membro da comissão, perguntando ao expositor convidado, se sabia quanto, dentre os gastos enumerados no setor dos cartões, havia sido efetuado por membros do PT. Perdeu aquele parlamentar uma excelente oportunidade de ficar calado, pois assim não teria tido a resposta que teve. Quero manifestar aqui minha admiração àquele senhor (Jorge Hage Sobrinho) pela espetacular apresentação levada aos parlamentares. Mostrou competência, eficiência e lisura, que deveriam ser virtudes de todos os homens públicos, independentes de qual seja o governo ou partido que esteja no poder.

Em Cartões corporativos
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Em 19/03/2008 08h58
Correção: em meu comentário sobre as MP"s, quando disse: "Discordo de qualquer um que as defenda.", leia-se; "Discordo de qualquer um que defenda sua extinção."

Em Medidas provisórias
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Em 19/03/2008 08h37
Sou a favor da utilização das chamadas medidas provisórias e acho que todo esse barulho promovido pela oposição em torno delas deve-se ao fato de que as mesmas tornaram-se uma ferramenta de utilidade imprescindível para o Executivo. Não fossem elas, realmente o governo estaria engessado, dependendo do Senado Federal para tudo. Discordo de qualquer um que as defenda. A oposição feita hoje, principalmente por parte dos senadores do Dem e Psdb buscam, a todo custo, impedir os trabalhos da nova administração. O que faz hoje o Senado Federal? Tentar aprovar tudo que o governo manda ou tentar reprovar tudo o que o governo manda. As discursões chamadas de democráticas se resumem a isso. É o famoso "você quer mas eu não deixo". Claro que não estaríamos no paraíso se se aprovasse tudo. Mas, pergunto, estaríamos no paraíso se se reprovasse, também, tudo? Está causando náuseas ver os senadores discursar. É a mesma ladainha sempre. Não muda nunca. Tiraram todos os assessores que o Presidente nomeou (provas?! Denúncias verbais, circunstanciais, hipotéticas, teatrais, já são suficientes), tiraram impostos essenciais para a Federação, e agora tentarão tirar as MP's. Acho muito provável que, quando não houver o que tirar, tentarão provar que a cadeira que o Presidente senta para trabalhar é muito cara, talvez feita de ouro, um ultraje para o povo, um presidente que trabalhe sentado no chão seria o ideal. E, com certeza, aparecerão os que aplaudirão tal medida. Até onde chegará tanto rancor..

Em Medidas provisórias
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Em 18/03/2008 15h21
Como cidadão atento e observador que sou, virtude típica dos mineiros descendentes de nordestinos, sei que muitas das agruras que vivemos são fruto de nossas preferências eleitorais. Aprendí ao longo do tempo (e cada vez mais me convenço disso) que a política é a "arte de enganar". O nobre político sai, não raras vezes do nada, ou herda o ramo de seu pai ou avô; entranha-se pela classe existente, onde é recebido com tapinhas nas costas e paparicos e, em poucos passos, já está no poder. Ali estando, executa algumas poucas ações que, divulgadas à exaustão com a conivência da mídia, faz dele um super-herói, arrebanhando multidões de eleitores, correligionários e defensores fiéis. Não seria de admirar se encontrasse amanhã nos postos-chave da nação ACM Neto, Aécio Neves, Lobão Filho e outros mais, oriundos deste milenar processo de exploração da nossa própria ignorância. Por isso temos que mudar nossa cultura. Claro que fazer analogias entre um governo ou outro pode não ser o ideal, mas à falta de parâmetros adequados, é valido sim. Pois, por mais maléfica que possa ter sido uma administração, ela deixa para o sucessor seus partidários que, amparados pelo conceito democrático de oposição, farão de tudo para mascarar seus malefícios, enquanto que, paralelamente, tentarão atrapalhar ao máximo o atual gestor. Tudo isso na finalidade de retornar ao poder. Infelizmente é isso o que vemos hoje.

Em Medidas provisórias
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Em 18/03/2008 10h15
Nós brasileiros devemos repensar nossos critérios de julgamento, devemos reavaliar os caminhos que percorremos para formar nossa opinião sobre os líderes que escolhemos. No Executivo, No Legislativo e no Judiciário, sem exceção, percebe-se claramente que os representantes, ali alocados pela nossa própria vontade, não honram ou não estão à altura do que se propõem a fazer. Os resultados de uma nação, no âmbito interno ou externo, seja na qualidade de vida, no seu desenvolvimento, na expectativa de vida de seus habitantes, no avanço do IDH, na evolução de sua tecnologia, no crescimento de sua economia, entre outros, são reflexos do trabalho de nossas lideranças. Não podemos admitir essa manipulação, tão evidente, de nossa opinião. Está cada vez mais claro que o sistema não trabalha a nosso favor. A máquina, para a qual os políticos nos pedem tanto para que elejamos a tripulação, após ser equipada com presidentes, senadores, deputados e juízes, parte e nos deixa sempre a ver navios. E por conta de nossos falhos critérios de julgamento, ainda achamos que aquele maquinista (que muitas das vezes não trouxe resultado nenhum) era o "cara". A mudança, obviamente, não passa pela constatação de que estamos todos errados, ou, tampouco, de que estamos todos corretos. Mas devemos sim, nos conscientizar de que algo não vem funcionando bem em nossas votações. Nossos poderes públicos precisam de uma varredura, para que passem a produzir definitivamente resultados, aos invés de aberrações.

Em Mensalão
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Em 16/03/2008 11h36
Sou mineiro, e assim sendo, concordo com o Sr. JORNALISTA TEMEROSO quando fala sobre o Gov. Aécio Neves. Acredito que o mesmo é muito mais um produto da mídia do que das ações existentes em seu conjunto de obra. A projeção nacional alcançada por Aécio é tão somente um reflexo de sua passagem pela presidência da Câmara Federal, quando o governo estava em mãos do seu partido. Aprovava-se tudo que fosse de interesse dos Tucanos e do Planalto. Isso em comunhão com alguns segmentos da imprensa, caracterizados historicamente pela parcialidade, pela fabricação de anjos e demônios, fizeram com que o neto do querido Tancredo se tornasse conhecido à nivel nacional. Acho que não deveríamos compactuar com esta publicidade toda em torno de sua gestão, pois, de concreto mesmo, está fazendo alguns poucos trechos de asfalto pelo interior à custa de enormes empréstimos feitos lá fora, que deixará como herança para a população pagar. Déficit zero, desconfiem; choque de gestão, termo abstrato levado a público pela imprensa oficial; melhorias na segurança pública, quem vive e transita pelas cidades de Minas, pode perceber claramente, às vezes, na pele, que a violência se alastra na mesma proporção que a imagem do governador. Não votaria nele para Presidente, assim como não votei para Governador, nem como Deputado Federal. Meus candidatos saem de minha visão de realidade, de minha consciência política, e não de dentro dos aparelhos de Tv ou páginas de revistas. Gato por lebre, nem pensar.

Em Eleições 2010
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Em 05/03/2008 16h50
Quando Collor assumiu, todos sem exceção haviam depositado nele a confiança de quem espera um bom governo, uma boa administração, políticas sociais consistentes e resultados que viessem, de fato, até o povo. Deu no que deu. Veio Itamar e de novo a esperança se renovou. O fantasma da inflação, herdada de Sarney, começava a dar sinais de arrefecimento e os preços começavam então a se aquietar, enterrando no fundo das gavetas os famosos "pacotes" miraculosos, que nada resolviam. Foi-se Itamar e veio Fernando Henrique. E a esperança, que até então, se estacionara à busca de um horizonte promissor, aos poucos foi sendo sacudida pelos escândalos e pelas privatizações das empresas públicas. Os escândalos, quando muito, surgiam no jornal nacional como se quisessem bater recorde de velocidade. E iam-se. Mas as privatizações ficaram, afim de que não nos esqueçamos delas. Se o bem público não era bem gerido, então por que não incrementar sua administração, tornando-o lucrativo, ao invés de se desfazer dele? Hoje dizem que todo "pobre" tem telefone, graças a FHC. Sim, tem. Mas vai ficar vinte anos escravizado pela assinatura, que não pode ser descumprida nos contratos de concessão. Isso também é graças a FHC. Poderíamos enumerar muita coisa, mas seria apenas para sofrer de novo. Apesar de sermos fortes e experientes nesse quesito, não é isso que almejamos. Um fato é incontestável: as políticas de FHC chegaram até o povo, mas não produziram nem saudades para ficar na História.

Em CPI das ONGs
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Em 01/03/2008 18h04
Oi, Sr. Ruy de Oliveira Souza! Deixou-me profundamente lisonjeado por pensar assim sobre os meus comentários. Procuro, de fato, não me deixar levar pela paixão. Ela nos cega, principalmente em assuntos como esses, essencialmente políticos. Ao fazermos uma re-leitura da História, poderemos perceber o quanto o fundamentalismo travestido de paixão deixou à deriva e, muitas vezes, levou ao naufrágio sociedades inteiras. Mais uma vez, Obrigado. Fiquei muito feliz com seu elogio.

Em Eleições 2008
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Em 01/03/2008 17h41
Parabéns, Sr. MICHEL ALMEIDA ALMEIDA (01/03/2008). Confesso que até sentí uma pontadinha de orgulho por termos em comum o sobrenome Almeida. Bacana esse seu levantamento. Dados como esses não aparecem com destaque em nenhum meio televisivo, nem em revistas. Por quê será, hein?! Olha, não gosto muito de mencionar nomes quando faço críticas a algum instrumento de mídia, mas lhe revelarei uma coisa: já fui leitor e assinante de uma revista semanal. Porém, deixei de comprá-la e lê-la ao perceber que estava 'pagando' para que enganassem a mim mesmo. Mais uma vez, parabéns pelo comentário. Mostrou que fala com fundamento e deixou claro, para muitos, que a retórica da oposição não tem qualquer conotação com a realidade.

Em Eleições 2008
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Em 01/03/2008 17h20
Já fiz isso em outra ocasião e gostaria de voltar a fazê-lo, tendo em vista minha sempre crescente satisfação na utilização do site de comentários: elogiar à FOLHA, aos seus organizadores e aos senhores moderadores pela eficiência na administração deste espaço. Como disse, tenho tido uma satisfação crescente à cada vez que me entrego à comentar alguma reportagem específica e, em o fazendo, entregá-lo aos cuidados dos moderadores. Sou acadêmico de Engenharia Civil e, como tal, valorizo muito a eficiência, que, asseguro-lhes, tenho encontrado aquí. Vejo em um ou outro comentário algum exagero, talvez oriundo da paixão natural do cidadão brasileiro em defender sua verdade absoluta, mas nada que comprometa a qualidade do espaço ou a eficiência dos moderadores. Servem apenas para deixar de uma forma mais destacada essas mencionadas virtudes. Parabéns, continuem assim e tenham um bom final de semana!

Em Eleições 2008
sem opinião
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Em 01/03/2008 16h59
O presidente Lula está corretíssimo ao repreender o presidente do TSE Marco Aurélio Mello. Sim, porque foi uma repreensão. Quem acompanha os noticiários e faz uma análise imparcial da notícia, ou seja, analisa apenas o seu conteúdo, sua fundamentação e situação dentro do contexto circunstancial vivido pelo país, sem se deixar levar por esta ou aquela tendência política, percebe claramente que em todas as entrevistas dada por esse ilustre magistrado existe um ar de deus, todo-poderoso e inatingível. Não escrevi a palavra deus em minúsculas aleatoriamente, pois me refiro, neste caso, aos falsos profetas. Nosso Judiciário, como tem que ser em toda democracia, é dotado de independência. Contudo, não se pode utilizar tal prerrogativa em benefício próprio, nem em prejuízo de outrem. Também não se deve usá-la para demonstrar preferências pessoais, sob pena de tornar maculadas decisões judiciais que venha a tomar no âmbito jurídico. Tudo isso esse senhor faz. E quando o faz é amplamente divulgado na mídia, deixando claro que o objetivo é levar tais palavras ao maior número de interlocutores possível e, consequentemente, arrebanhar uma opinião favorável da população. Afinal quem está falando é um dos maiores representantes e mais respeitados juristas. Os poderes da república devem ser (e temos que defender isso com unhas e dentes) livres, independentes e isentos de interferências externas. Mas não podem, de forma alguma, deixar transparecer em suas ações má fé ou tendências duvidosas.

Em Eleições 2008
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Em 29/02/2008 15h16
Ah, se não fossem as CPI's, o que estaria fazendo a oposição, com seus ilustres e, por que não dizer (imitando um dos comentaristas) "iluminados" parlamentares? Fugiram tanto da criação dessas comissões no passado, e agora são tão ávidos por elas. Todos sabemos que não resolvem nada. Intimam, interrogam, intimidam, fazem perguntas às vezes idiotas, metem-se na vida dos interrogados, promovem publicidade barata, discursos pirotécnicos, municiam canais de tv e alimentam revistas tendenciosas. Depois caem no esquecimento, tão rápido quanto surgiram. É de conhecimento público que os exageros e as mordomias foram implementadas pelo próprio governo e legislativos passados. Se há indícios de crime em alguma coisa, por quê não repassá-los aos órgãos policiais competentes, para que procedam a uma investigação correta, técnica e isenta de politicagem? Por quê não se ocuparem em aperfeiçoar as leis, mal-criadas por eles mesmos, afim de se evitar abusos no exercício do cargo público? Não dá para entender. Essa atitude da nova oposição de jogar as mazelas na mídia e tentar atribuí-las à atual administração não tem surtido o efeito desejado. Muito pelo contrário. O povão está conhecendo Cpi's, cartões corporativos, mensalões, máfias das ambulâncias, propinas de toda ordem, deputados que fazem teatro ao invés de leis, etc. Daí até a conclusão, só um passo: é muita coincidência que tudo isso tenha começado agora. Por favor, não menosprezem nossa inteligência.

Em Cartões corporativos
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Em 28/02/2008 14h12
Acho que não estamos sendo justos com o Sr. Fernando Henrique Cardoso, pois devemos ser gratos a ele. Na verdade, muito gratos. Por ele ter saído, só por isso. Já foi tarde. Essa ladainha de que a situação mundial está contribuindo para a melhoria interna do país não é aceitável. Quer dizer que em oito anos o mundo esteve em turbulências? E exatamente no período de seu mandato? E a recente crise no setor imobiliário americano, que atravessamos sem problema algum? Convenhamos, sr. FHC. Tentar minimizar as ações do sucessor com justificativas vazias e mentirosas é típico de quem não aceitou a derrota. É claro que, hoje, o Brasil poderia avançar mais, talvez até muito mais. Contudo, nosso sistema político, juntamente com as instituições que o compõem, não deixa o governo deslanchar. E não é só por que estão impregnadas de vícios milenares herdados dos administradores incompetentes que o povoaram, mas também em virtude da briga de gato e rato que sempre existiu e, atualmente, é dez vezes pior, entre a oposição e a situação. Não fosse a ganância de uns poucos, talvez tivéssemos fartura para muitos. Quem não se lembra dos ataques de Itamar Franco a FHC, quando este era presidente?! Àquela época, FHC deixava transparecer que tudo não passava de frescura de Itamar. Hoje, quando assume essa postura, que nome ele dará a isso?

Em Eleições 2010
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Em 26/02/2008 08h13
Gostei do seu comentário, Sr. Luiz Amado Garcia (25/02/08). Essas ações do governo são louváveis sim, apesar de toda a contrariedade de uma parcela da sociedade que parece achar que os governantes devem deixar morrer à míngua as pessoas que não tiveram oportunidades na vida de estudarem, de se profissionalizarem e, muitas vezes, até de se alimentarem bem. Lula é um trabalhador nordestino, de pouca cultura, sabemos, mas é um homem do povo, que vive no meio do povo e que demonstra isso, mesmo estando sentado no trono do palácio. Diferentemente de muitos que ali estiveram, escondidos atrás de terno e gravata importados, destilando discursos bem elaborados mas sem nenhum efeito prático. Ao menor sinal de crise, corria-se lá fora em busca de recursos, que depois seriam pagos com o sangue desse mesmo povo, que deixavam à margem das políticas públicas. Tudo o que Lula faz hoje é eleitoreiro, segundo esses rancorosos senhores destronados. Não devemos dar ouvidos a isso. O que é incoerente ou, no mínimo, estranho, é que a maioria dos políticos anti-Lula saíram das regiões mais carentes, como Tasso Jereissati, José Agripino Maia, Mão-Santa, Heloísa Helena, Arthur Virgílio, o próprio Garibaldi Alves Filho, que apesar de não atrapalhar muito, não ajuda nem um pouco. Pela lógica deveriam ajudar o Presidente a tentar mudar a realidade de suas populações, ao invés de praticar esse rancor nocivo e miúdo. Parecem não querer que as amarras sejam quebradas. Avante Lula!! e Vivas à liberdade!!!

Em Bolsa Família
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Em 24/02/2008 17h16
Este sr. Arthur Virgílio, sinceramente! Em busca de quê vive dando esses xiliques espalhafatosos?! Uma hora, quer dar um soco no presidente, em outra, quis ser governador, mais adiante, é presidenciável... Terá sido tão dolorosa a queda que sofreu junto com seus partidários, ao deixar o Palácio, para afetar assim seu comportamento? Só pode ter sido isso. Pois o grande povo amazonense, com certeza, espera muito mais desse Senador que o simples barulho a troco de nada que vem praticando. Acredito não ser para isso que elegemos Senadores da República. O Brasil é uma nação inquestionavelmente rica e importante para termos dirigentes tão pequenos, envolvidos em disputas tão mesquinhas e insignificantes, movidos por egos faraônicos e insaciáveis. - Senador, esqueça o Lula. Deixe-o trabalhar. E vá trabalhar também. Afinal suas atribuições não são apenas essas. Apresente projetos viáveis para a população que o elegeu. Lute por eles. Construa uma bagagem condizente com sua função dentro do senado federal. O que tem feito hoje, juntamente com seus colegas de PSDB e DEM, vai de encontro ao meu pensamento sobre suas posturas, qual seja, em época de eleição, procura o povo; depois dela, os holofotes.

Em Cartões corporativos
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Em 22/02/2008 17h19
É isso mesmo, Sr. Maurício Andrade (22/02/08), quando comenta sobre a extinção da CPMF. Ouvi um pronunciamento da Senadora Idely Salvatti fazendo alusão a essa pesquisa. A oposição, principalmente através do DEM (Agripino Maia e cia.), pregou aos quatro ventos que haveria um efeito cascata sobre os preços, mais especificamente os da cesta básica, reduzindo-os em torno de 2% em média. Foi uma verdadeira propaganda enganosa. E levada a público dentro do senado federal. O que será que estão pensando nesse momento os defensores do DEM ou PSDB. Fica cada vez mais evidente que esses partidos não se importam com o bem estar da população ou, pelo menos, com a maioria dela. No caso específico da CPMF, a oposição foi, em meu ponto de vista, extremamente oportunista, irresponsável e desonesta com seus eleitores, pois pensou somente no efeito publicitário da questão, esquecendo-se das consequências a curto e a longo prazo. Ainda bem que temos um governo lúcido, coerente e preparado para amortizar essas situações-limite. E ir até mais longe, tendo notícias da economia para divulgar e ofuscar os danos causados pelos opositores. Não podemos esquecer que o 1º mandato do atual governo durou apenas um ano, tendo em vista que em 2003 foi impossível fazer alguma coisa; em 2004 o governo agiu; e, 2005 e 2006 ficou parado, defendendo-se das CPI's e crises fabricadas pela oposição. Portanto, os resultados atuais são frutos de um governo que só trabalhou 3 anos, pois ainda não terminou o 2º Mandato.

Em Cartões corporativos
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Termos e condições

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