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Comentários de Charles de Almeida
Em 22/02/2008 14h29
Sr. Felipe Santos (21/02/08), fico muito grato em saber que apreciou meu comentário. Leio, aprecio e analiso quase todos que são postados aqui neste espaço e posso lhe assegurar que, os seus, são sempre muito bem elaborados. Concordo com você quando fala sobre a Reforma Tributária, pois, desde que seja feita com inteligência, com isenção de interesses e sem o famoso "tempero" político que mascara os objetivos reais, é tudo de que precisamos. Impostos poucos e justos, auditados com eficiência e utilizados com competência, gerando empregos e refletindo na qualidade de vida de todos, sem exceção, seria o ideal. Varrendo de nossas vidas a farra das legislações vigentes, que atropelam, atrapalham, confundem e prejudicam o cidadão e as empresas. Acho que o momento é propício para que o governo tente fazer essa reforma tão necessária. Mas, infelizmente, a oposição, que vem perdendo força, ainda tem fôlego para travar e tumultuar os projetos da situação. Isso já aconteceu em várias ocasiões, com as chamadas emendas ao texto, que conseguem, mesmo a matéria sendo aprovada, torná-la inócua ou, no mínimo, ineficente. Mas o Lula tem sido esperto e conseguido se desvencilhar das armadilhas. Vamos torcer para que consiga mais esse tento. Quanto ao dólar, acredito que você, com toda a inteligência que tem colocado em seus comentários, haverá de refletir melhor e formar uma nova opinião a respeito. Abraços! E continue a nos brindar com sua análise inteligente e sensata.

Em Cartões corporativos
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Em 21/02/2008 17h55
Vejam só a notícia: BRASIL TEM CAIXA PARA ZERAR A DÍVIDA EXTERNA!!!! Que legal gente!!!! Há quanto tempo não ouvíamos notícia desse nível. E agora, José? O que dirão as aves (principalmente as tucanas) de mal agouro?

Em Cartões corporativos
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Em 20/02/2008 14h00
Infelizmente não dá para entender o último parágrafo desta reportagem da Deputada Jusmary: ficou parecendo que ela saiu do partido DEM antes de ter entrado. O sentido ficou meio truncado. É bom darem uma olhada.

Em Troca-troca partidário
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Em 18/02/2008 17h36
E Lula se mantém com boa imagem perante a população, ou pelo menos, grande parte dela, que já está sabendo filtrar, com uma certa dose de precisão, as notícias, as crises teatrais da oposição e os boatos dos especuladores de plantão. Claro que dirão ser essa população fiel a mesma que recebe o bolsa-família e outras "esmolas" do governo. Mas a isso devem consultar os bancos de dados do pesquisador. Quem sabe descubram lá que não são apenas os descamisados, ou os sem-teto, ou os analfabetos, ou os desprovidos de tudo do nordeste, essa massa enorme gerada pelas gestões passadas, que estão aprovando a administração federal. Muitos, que não se alienaram às elites dominantes, também estão conseguindo ver que é possível mudar o país. A mudança é lenta e, com certeza, encontrará obstáculos, mas é possível. Talvez não vejamos os frutos de nossa consciência política atual, mas só de saber que estamos construindo alguma coisa que refletirá na vida de nossas gerações futuras, já deixa a alma um pouco aliviada. Abaixo Agripino Maia, abaixo Álvaro Dias, fora Arthur Virgílio, xô Demóstenes Torres, e levem consigo Fernando Henrique, José Serra, Geraldo Alkmin, Aécio Neves. Claro que não estaria dizendo isso se visse em seus atos públicos alguma coisa boa em prol do sofrido povo brasileiro. É evidente que não diria isso se em seus discursos sentisse uma pontinha de confiança. Mas não é o caso. Esses, hoje, só enganam a uma parcela miúda, que vive pendurada à corda tênue da hipocrisia.

Em Cartões corporativos
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Em 29/01/2008 18h22
Ao formarmos nossa opinião sobre as questões políticas que envolvem o regime de governo é de fundamental importância que analisemos os acontecimentos que ilustram os labirintos do poder. Mas é também essencial que não nos percamos em analogias pequenas, com fatos pequenos e corriqueiros dos personagens públicos, afim de não cairmos nas armadilhas nocivas criadas pelo desempenho da administração pública. Como aconteceu na Religião, desde a era Cristã, os pensamentos divergentes fizeram com que se desfizessem toda e qualquer idéia de senso comum que brotasse. Muitos conflitos, guerras, ideologias e sistemas, tiveram suas origens na diversidade religiosa reinante. Na política acontece praticamente o mesmo. De um simples desentendimento localizado, nasce, às vezes, uma nova linha de pensamento e até mesmo um Partido. No caso específico da reforma da previdência, onde houve a desavença entre Lula e Heloisa, basta perguntarmos, hoje, aos milhões de aposentados se estão satisfeitos com a facilidade de crédito a juros baixos e outros benefícios levados a eles pela atual administração que saberemos quem estava correto na forma de pensar. As benesses de tal decisão poderiam muito bem ter caído no colo da ala xiita da senadora Heloisa Helena, tivesse ela continuado a seguir as diretrizes do PT. Contudo preferiu afundar-se em seu radicalismo e idealismo exagerados, não conseguindo ver o futuro que se abria à sua frente. Certamente o episódio deve ter aguçado um pouco mais seus olhos.

Em Edison Lobão
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Em 29/01/2008 12h08
Olá, Sr. Antônio Fouto Dias! Apreciei muito sua alusão ao meu comentário sobre o PSOL e a Heloisa Helena. Demonstrou, como sempre, muita lucidez. Também percebí que coloca em suas palavras muito bom senso e profundo conhecimento dos fatos. Gostaria de acrescentar, complementando minha opinião anterior, que acredito não haver inversão em meu pensamento, pois a democracia a que me referí, envolve diplomacia, que por sua vez, envolve negociações. Nesse processo muitas vezes tem-se que fazer concessões em prol da boa governabilidade, nunca esquecendo de fazer isso com responsabilidade, para não colocar em risco o objetivo maior que se quer atingir. Muitas vezes, temos que abdicar um pouco do nosso ponto de vista para conseguir fazer parte de um projeto maior. É de conhecimento geral que os poderes públicos tornaram-se, ao longo dos anos, verdadeiras barricadas montadas pela classe que os dominava, onde são usadas todas e quaisquer espécies de armas para impedir o ingresso de quem quer que não compartilhe com a mesma forma de governo. Nisso, a ex-senadora pecou, por não negociar e manter-se inflexível em seu ponto de vista, juntamente com alguns outros seus companheiros. Que graça há em manter seu idealismo sem nunca atingir seu ideal? Uma vez, com a caneta na mão, não importando a forma como você a obteve, pode-se fazer muita coisa dentro daquilo que pretendia realizar. Foi esse caminho que Lula percorreu e, hoje, tem dado boas canetadas, apesar da barricada que ainda é o Senado.

Em Edison Lobão
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Em 28/01/2008 19h11
Interessante a proposta do senador Demóstenes Torres-DEM, de extinção do cargo de suplente para o Senado Federal. Muitos dos comentaristas aqui do site já haviam defendido esta idéia. O que cheira mal é o fato de o mesmo levantar a hipótese apenas no momento em que o suplente que assume é, notadamente, tendencioso à Situação, mesmo sendo do DEM. Entretanto, não deixa de ser uma idéia louvável, que merece virar projeto e ser votada, afim de que não tenhamos que engolir esses oportunistas que aparecem do nada e nada trazem em sua bagagem que os credencie ao cargo, afora o nome do papai ou do padrinho. Torna-se um desrespeito aos próprios senadores que foram eleitos pelo voto popular, além de uma afronta à população em geral.

Em Edison Lobão
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Em 28/01/2008 14h53
O PSOL e sua mais ilustre representante, a ex-senadora Heloisa Helena, perderam uma enorme oportunidade de ajudarem o país, quando deixaram de apoiar Lula, em sua campanha à presidência. Quem quer ajudar e fazer alguma coisa de bom deve saber que na política tem que haver democracia. Não se consegue ir muito longe com radicalismos xiitas nem com orgulho exacerbado. O próprio Lula alterou sua plataforma de governo e sua forma de agir, para conseguir seus objetivos. O povão hoje o agradece, pois, por mais que a mídia tente ocultar, alguma coisa ele tem feito de bom para essa grande maioria, que encontrava-se desesperançada. Hoje, a nobre ex-senadora, com certeza seria um dos nomes mais fortes para o executivo não fosse seu radicalismo exarcerbado. A corrupção existe, existiu e não desaparecerá assim, como fumaça, só porque entrou alguém que pregava sua extinção. Podemos escrever, pois isso já aconteceu outras vezes, que se o PSOL cair amanhã no Planalto, muitas coisas serão publicadas sobre sua vida pregressa, salvo se se aliarem aos interesses escusos que sempre povoaram os bastidores do poder. A nobre e ex-parlamentar, infelizmente, perdeu o foco de sua luta que era, com certeza, fazer o que Lula faz hoje: ajudar a população menos favorecida. Isso, todos hão de convir, sem a menor demagogia, é ponto comum entre os dois. Só que o primeiro, usou um pouco mais de inteligência para conseguir chegar lá e fazer, realmente, alguma coisa. Não ficou só no discurso.

Em Edison Lobão
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Em 28/01/2008 11h46
É isso aí, Sr. Jefferson Cardoso Paulo Cardoso (24/01/2008). Belo comentário sobre o panorama atual. Temos que acabar com esse preconceito reinante sobre as classes minoritárias, pois são elas que realmente estão na linha de produção que alavanca o país. É justo que não sejam abandonadas pelas administrações como foram até hoje, sem emprego, sem renda e sem perspectiva de futuro. Chega de dizer que os afortunados ou aqueles que tem empresas, gerando alí alguns poucos empregos, é que são donos da verdade. Estamos mudando o poder de mãos. Mas não basta só isso. Temos que incutir nesses alienados de outrora a filosofia do povo, qual seja, a de colher resultados, pois estes começaram a aparecer. Não se muda a situação de um país de tamanho continental como o Brasil da noite para o dia. Nos discursos da oposição é como se tivesse que ser assim. Quem entrasse no governo, após a era Tucana, Itamar, Collor, Sarney e cia, com certeza enfrentaria dificuldades semelhantes às do atual gestor, tendo em vista que as instituições que constituem o poder, apesar dos mandantes terem saído, ainda continuam impregnadas pelos que se beneficiaram daquelas gestões. Como exemplo disso, pode-se citar o caso daquele delegado que fotografou o dinheiro do dossiê anti-tucano e o distribuiu à mídia, mesmo estando sob segredo de justiça. Quer dizer, tudo que se fizer para atrapalhar agora é válido, para denegrir a nova administração. Devemos manter filtros nos olhos e na mente pra não sermos ludibriados.

Em Edison Lobão
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Em 23/01/2008 19h18
O jargão "dizer que não sabia de nada" já não pode mais ser usado com o Lula, tendo em vista que apareceu um aí da oposição (Lobão Filho-DEM) que adotou a mesma prerrogativa. Como foi o caso do valerioduto, apareceu (e não foi dado muita ênfase não se sabe por que cargas d'água) um valerioduto tucano. Também veio a público e sumiu rapidamente um mensalão mineiro. Bom, mas não é isso que vem ao caso. O que eu queria dizer mesmo é como que algumas palavras com terminações ditas gramaticalmente "pobres", no caso o ÃO de mensalão, de corrupção, etc consegue arrebanhar uma gama de adeptos e seguidores por esse Brasilzão afora. Seria mesmo a força da corrupção? seria mesmo a força do mensalão? seria mesmo a força da população? seria mesmo a força da ocasião? ou seria a força da televisão? Numa certa época passada, um ditador, ao ser preso (e olha que ele, ao sair da cadeia, assumiu seu posto com muito mais força e legitimidade) disse que, ao citarmos uma mentira cem vezes, ela se tornaria a mais sublime verdade. Pode ser mais ou menos por aí.

Em Edison Lobão
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Em 23/01/2008 16h48
É, mais uma vez não dá para entender. Essa iniciativa dos tucanos de querer disputar a eleição municipal em São Paulo. Se a cidade já é administrada por um membro de sua cooligação histórica (DEM), querer impedir que o mesmo se reeleja e lançar candidatura própria é o mesmo que dizer que a gestão não foi o que se esperava, assumindo o risco de que isso venha a refletir em todos os partidos da aliança. O que será que o Sr. Alkmin dirá em seus palanques sobre o governo Kassab? ou ele se contentará a atacar o adversário comum? Na hipótese de os dois irem para um eventual 2º turno, quais serão os elogios que trocarão entre sí? Já ví isso acontecer em outras ocasiões e em outras cidades, acabou sobrando a prefeitura para quem corria por fora. Por essas e por outras, é que sou contra o pluripartidarismo. Dois partidos ou duas correntes apenas acho que seriam suficientes e deixaria mais claro e transparente para seus eleitores a filosofia defendida, mostrariam com maior percepção seus projetos e até mesmos suas realizações, quando no Poder.

Em Eleições 2008
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Em 23/01/2008 16h15
Essa questão da apresentação de defesa por parte do Lobão Filho está correta, deve ser feita, logicamente, antes de o mesmo assumir o mandato, e está condizente com a Justiça, onde todos devem ter direito a um julgamento justo. Contudo, cabe ressaltar, que não deveríamos de forma nenhuma permitir que um futuro Senador da República já venha com uma ficha assim tão impregnada de maracutaiais. Ainda mais, quando não passou pelo crivo do voto popular, mas tão somente pelo dedo indicador do pai, que o colocou lá como seu suplente. Estes precedentes devem acabar. E isso deve começar pelos partidos, que deveriam fazer constar dos seus estatutos a exigência de uma folha corrida exemplar, onde não poderiam existir ou se permitir a filiação de pessoas com envolvimentos em negociatas, transações duvidosas, troca-troca de legendas, sonegações e tudo o mais, que só ouvimos falar quando de sua entrada já na esfera do Poder. Cargos com tamanho grau de responsabilidade e liderança, com tamanho poder de decisão, com tamanha influência em nossas vidas cotidianas, deveriam receber pessoas dignas, limpas e que falassem com a consciência, realmente, tranquila. A única bandeira que defendo é a da dignidade. Não podemos admitir que os homens que fazem as leis para doutrinar e disciplinar a vida de milhões de pessoas estejam acima e não sejam atingidos pela mesma Justiça.

Em Edison Lobão
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Em 23/01/2008 14h59
Concordo, plenamente, com vários comentaristas que a finalidade deste espaço não está em atacar uns aos outros. Claro que é sadio e faz parte da Democracia cada um expor seu ponto de vista, sobre qualquer tema, desde que tenha-se sempre em mente um objetivo comum, qual seja, o de que leitores com poder de decisão sobre os destinos da população como um todo leiam os comentários aqui colocados e tire deles alguma coisa de proveitoso para melhorar a qualidade de suas gestões ou atribuições. Devemos fugir desse pensamento retrógrado de formar "panelinhas", pois isso já acontece com nossos governantes e tem sido, ao longo da história, extremamente nocivo para o país. Temos que buscar sempre o consenso, claro que respeitando as divergências, respeitando a opinião dos semelhantes e seguindo as regras do bom combate.

Em Cargos no governo
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Em 21/01/2008 16h54
Num passado até certo ponto recente (e eu digo passado, por já está sendo esquecido), foram enterradas todas e quaisquer CPI's que tivessem por finalidade investigar o governo e suas mazelas. A população mal sabia o que significava essas três letrinhas. Não se ouvia falar em rádio, nem em televisão muito menos na veja. Será que era por quê a administração pública era dominada por anjos? Não sei. Sei apenas que quem instala essas comissões de inquérito são os parlamentares. E elas só vingam ou vêm de fato a serem instaladas dependendo da votação que obtiverem, ou seja, a maioria da situação não deixava e elas acabavam mortas antes de nascer. Porém, se as mesmas fossem votadas pelos movimentos de trabalhadores sem terra, pelos estudantes, pela CUT ou outros mais, com certeza teriam vindo à tona muita coisa que se mantém escondida em baixo do tapete.

Em Orçamento
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Em 21/01/2008 13h40
Sim, Antônio Fouto Dias, sobre sua alusão ao meu comentário do Lobão Filho. Você está corretíssimo. É que a oposição de hoje é tão radical em seu discurso contra os ocupantes da situação em determinados momentos e em outros eles amaciam a voz. A cassação do mandato só é possível após sua existência de fato, mas o intervalo é tão pequeno que não justifica nenhum (e cite-se se aí o presidente do Senado-PMDB) nem ao menos cogitar que, caso o mesmo venha a assumir, poderia enfrentar tal processo. Concordo com você também sobre a questão partidária. Filia-se qualquer um, sem ao menos olhar seu passado recente. Acho que não deveria ser assim, realmente. Em muitos países por aí afora, não se assume nenhum cargo no governo a pessoa que tenha a menor mancha sequer em sua vida, seja ela pública ou privada. Qualquer problemazinho jurídico de natureza mais diversa faz com que aquele alguém não seja nomeado. O interessante é perceber que, aqu, eles só trazem a público dependendo da conveniência. Graças a Deus não sou filiado a partido nenhum, não gosto muito de política, nem tampouco trabalho na área, nem jornalista sou, mas leio muito, acompanho os acontecimentos, vejo como os deputados e senadores se degladiam em suas poltronas da Camâra e do Senado, tudo isso afim de formar minha opinião sobre o assunto e determinar para quem vai o meu voto. Abraços! e obrigado por apreciar meu comentário. Leio também os seus. São sempre bem elaborados.

Em Edison Lobão
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Em 21/01/2008 11h11
Sr. Carlos André Barros da Conceição, desculpe-me o enorme equívoco de ter errado o seu nome, em alusão aos seu comentário datado de 18/01/2008, trocando o 'da Conceição' pelo 'de Menezes'. Mil perdões, pois foi algo profundamente deselegante, mas peço que entenda, completamente involutário. Minhas sinceras desculpas.

Em Eleições 2010
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Em 21/01/2008 10h39
D. Luiz Cáppio, por favor. Não misture as coisas. Todas as vezes que a Igreja resolve mexer com política ela se dá mal ou o povo se dá mal. O senhor está esquecendo o Bolsa-Família, que foi ampliado; está se esquecendo do crédito, com juros baixos para os aposentados; está se esquecendo que o objetivo da transposição é beneficiar alguns estados nordestinos nos quais uma parcela da população está morrendo de sede e de fome. Isso, ao que me consta não é elite, não D. Luiz Cappio. Atenha-se à sua missão de levar conforto espiritual aos seus fiéis.

Em Transposição do rio São Francisco
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Em 21/01/2008 09h07
Lí o comentário do Sr. Carlos André Barros de Menezes (Manaus-AM 18/01/2008) e não pude deixar de cumprimentá-lo pelo que disse sobre a candidatura Arthur Virgílio: Parabéns, Sr. Carlos André. É essencial que avaliemos os políticos pela sua administração, é ela que atesta a competência de cada um. Precisamos mostrar a eles que os conchavos, essas alianças que fazem com grupos financeiros de grande porte, com alguns setores da mídia, já não ganha mais eleição. Com certeza esse Artur Virgílio está tramando alguma união com outros partidos grupos financeiros pesados para tornar-se conhecido pelo país, tarefa que não conseguiu nem em seu próprio estado. Vimos recentemente que não funciona mais a tática daquele canal de TV que todos falavam "elege e derruba presidentes". Pois é. Já não é mais assim. O povo está aprendendo a avaliar sua força e votando melhor. Não querendo imitá-lo, mas aproveitando a deixa, sou mineiro e gostaria de dar minha opinião sobre o também presidenciável Gov. Mineiro Aécio: apesar de ter tido enorme votação em sua duas eleições para o governo estadual, sua administração não é essa maravilha que ele prega não. É muito mais barulho que ações concretas. Está fazendo algum asfalto pelo interior, coisa que todo político faz, mas de resto é só propaganda. Parabéns, novamente, pelo seu comentário.

Em Eleições 2010
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Em 18/01/2008 15h54
Uai, sr. presidente nacional do DEM, por que que a desfiliação seria o melhor caminho para o Democrata Lobão Filho? Por quê não a cassação como é adotado com os demais, hein? Por falar nisso, em que deu o Valérioduto Tucano, hein!? Se é para ser radical, tem que ser com todo mundo. Endurece-se o discurso de um lado, mas amacia a voz quando é do outro. Assim não dá. A política não pode ser tratada como futebol, onde, além de torcermos para o nosso time ganhar, torcemos também para o adversário perder.

Em Edison Lobão
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Em 18/01/2008 11h47
Pois é, Sr. João Marino Delize, como aquele pessoal que se apossou do Senado, deixa claro suas reais intenções. Não se trabalha alí pelo país, mas sim à busca de objetivos próprios. Na página daquela Casa, o atual presidente fala em aproximação com a sociedade. Mas não seria mais importante começar esta aproximação com o Governo, o Executivo? Claro que, nós, como cidadãos, gostaríamos muito de ter uma proximidade maior e até um diálogo maior com nossos representantes. Mas, por outro lado, os membros alí já estão eleitos, já estão em pleno exercício de suas atribuições, ou seja, a aproximação então, a curto prazo, mais correta, seria com o atual governo. Em busca, isto sim, de se viabilizar melhorias para a população como um todo. Mas, repito, há ali uma turma que se auto-proclamou dona da Casa. E nisso, está envolvendo inclusive o PMDB, que hoje parece ter assumido o papel antigo dos tucanos, que era o de ficar "em cima do muro".

Em Eleições 2010
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Termos e condições

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