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Comentários de Eduardo Petrucci Gigante
Em 16/02/2008 16h42
Vendedor de almas sim. Como todas as outras igrejas. O fato de uma história totalmente inverossímil se perpetuar por mais de dois mil anos não a transforma, absolutamente, em verdadeira.
E, se pensarmos bem, o Sr. Edir e sua instituição entregam mais que muitas outras. Basta perguntar a qualquer diretor de presídio sobre o comportamento dos "convertidos". Sai 157 - bandido violento utilizando arma - e entra 171 - estelionatário, fala mansa e não violência.
E nem se enquadram em 171, pois as pessoas dão o dinheiro a eles!
Além disso, pequenos empresários quase quebrados que se tornam contribuintes da instituição, tem seus negócios alvancados. Seus "irmãos" passam a dar a eles a preferência no consumo. E aumentam seus negócios num circulo virtuoso que tantos prometem.
Mas o que mais atrapalha o Sr. Edir é sua preferência pelos mais humildes. Rico ajudando sua igreja é benemerência. Pobre contribuindo, é ser explorado. Curioso, não acha?
A outra instituição concorrente sempre optou pelos ricos e pela classe média, em detrimento aos menos favorecidos. Que sejam explorados ao máximo em vida, "pois deles será o reino dos céus!".
Eita maneira safardana de esconder as intenções de beneficiar os de sempre!

Em Edir Macedo
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Em 16/02/2008 16h04
No momento em que pararmos de discutir "sua corrupção é maior que a minha" e nos ativermos ao que realmente interessa, que é o fim da corrupção, será que não teremos mais sucesso?
Erros e acertos todos tem, independentemente de gostarmos ou não. Da mesma forma que se escolhem as parcerias. Algumas causam arrepios aos outros, mas e daí?
Vamos reconhecer que TODOS os governantes erram. De que forma podemos aperfeiçoar os controles para que esses erros sejam rapidamente encontrados e corrigidos. Ou apenas não repetidos!
Será, certamente, uma agenda muito mais positiva. E que não deverá pisar nos "calos" de cada um.

Em Cartões corporativos
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Em 16/02/2008 13h26
Encontrar falhas. Claro que é possível.
Vejamos: os bons administradores acertam metade (50%) das suas decisões. Os administradores excepcionais, desses que viram referência, chegam a acertar 70% das decisões. E são idolatrados pelas grandes empresas mundiais.
Agora, no nosso sistema administrativo, esperamos que pessoas não treinadas em administração - e indicadas por laços dos mais variados tipos - acertem 100% das decisões.
Se tivéssemos administradores com essa capacidade, seríamos o maior país do mundo!
Feliz Brasil
Feliz 2008

Em Cartões corporativos
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Em 16/02/2008 13h21
Engraçado como empresários causam paixões e ódio. Gratuitamente. O Sr. Edir Macedo é um empresário de sucesso. Vem conseguindo, de forma extraordinária, reproduzir em 30 anos o que outras instituições similares levaram séculos. Como se esses séculos fossem sinal de substância. Todas fazem a mesma coisa: vendem uma mercadoria/serviço que não comprovam a entrega!
Assim, veja-se o Sr. Edir como empresário. E nisso ele é bom. Muito bom mesmo!

Em Edir Macedo
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Em 16/02/2008 12h07
E qual igreja, culto ou similar opera de outra forma que não "explorando a credulidade dos desesperados."?

Em Edir Macedo
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Em 16/02/2008 12h03
Só pode ser inveja! Não existe outra explicação.

Em Edir Macedo
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Em 15/02/2008 10h18
Estou estranhando ninguém comentar a 158 da OIT. A convenção que limita a demissão sem justa causa.
Segundo o Paulinho, sindicalista, é para evitar que o trabalhador seja demitido por que o patrão "não vai com a cara dele!". Ora, então quer dizer que o patrão demite um funcionário, paga multa de 50% do FGTS e se sujeita a uma reclamatória trabalhista por que "não vai com a cara do trabalhador!"? Eita...como esse patrão é esperto!!!
Dificultando a saída, caro Paulinho, dificulta proporcionalmente a entrada. E dá-lhe Custo Brasil!
Enquanto isso, o FINAME e outros programas inventivam, via juros reduzidos, a compra de máquinas que substituem os trabalhadores. Ainda bem!
Feliz Brasil
Feliz 2008

Em Cartões corporativos
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Em 14/02/2008 16h14
Ministro Paulo Bernardo:
"Uma equipe do governo verificar - nos cartões corporativos -se há inconsistências e atipicidades ANTES da publicação no Portal Tranparência?"
No intuito de colaboração sugiro verificar se a servidora federal Solange Hernandez ainda está na ativa. Ela poderá dar uma contribuição inestimável, dada sua "expertise".
Feliz Brasil
Feliz 2008

Em Cartões corporativos
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Em 14/02/2008 07h40
Sr, Ministro Paulo Bernardo, a Presidência da República é um cargo público e como tal pertence ao povo. É sustentado por esse mesmo povo que, portanto tem o direito, inclusive, de saber o que se gasta em alimentação no Palácio do Planalto. Tanto em qualidade quanto em quantidade e preço.
Eu não divulgo meus gastos com alimentação, pois não optei pela vida pública. Que trás, no seu bojo, ônus e bônus. Assim, todo o povo "pagão" - que paga a conta - Tem o direito e o dever de saber. E de fiscalizar. Quem, como eu, não quer se expor, simplesmente não se canditada a cargo público.
Feliz Brasil
Feliz 2008

Em Prorrogação da CPMF
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Em 13/02/2008 19h39
O cidadão Luiz Inácio Lula da Silva não foi convidado a ser Presidente. Tão pouco foi convocado.
Ele se candidatou como tantos outros. Disputou dois turnos de uma eleição para um cargo que pertence ao povo. E que por este povo é fiscalizado. São as regras do jogo. Não quer submeter-se às regras e a fiscalização? É fácil, basta entregar o cargo!

Em Cartões corporativos
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Em 13/02/2008 19h31
O estrago que essa gente pequena faz na imagem pública é fantástico. É difícil mesmo que os vãos e os tolos elevem-se acima do seu próprio bem-estar. Querem amealhar, em poucos anos, o que a canalha anterior levou décadas para juntar. E, na pressa, ficam enormes rabos de fora. Espero que o dinheiro seja suficiente paga para os elogios às suas progenitoras, para o que seus filhos escutarão nas escolas, para a forma que seus vizinhos os olharão!
Feliz Brasil
Feliz 2008

Em Cartões corporativos
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Em 13/02/2008 07h53
Justíssima, Srª Ministra Dilma, a preocupação com a segurança física do Presidente da República e de sua família. Qualquer governo assim o faz. Porém, há que se convir que essa segurança é provida pelo dinheiro público. Público, Srª Ministra, quer dizer DO POVO. Assim, fica o Sr. Presidente obrigado a prestação de contas. Lembre-se, ele não foi convidado, não foi convocado Ele se candidatou, por escolha pessoal, concorrendo com outros tantos. Ele se expôs. E tem que ficar exposto! São regras do jogo.
Assim, com excessão do que é evidentemente matéria de segurança, como deslocamentos, armamentos, blindagens e outros que tais (certamente adquiridos por licitações) fica realmente difícil convencer AO POVO, dono dos recursos, que compras de última hora em lojinhas de presentes, oficinas mecânicas e material de construção e reformas sejam matéria de Segurança Nacional - aliás, há quanto tempo essa Doutrina não vogava mais, inclusive pela sua luta contra ela, Srª Ministra.
O Governo tem acertos, Srª Ministra, e inquestionáveis. Porém também tem erros que precisam ser consertados. Isso se faz com reconhecimento e aceitação, nunca com tentativas de esconder por sob o tapete. Ou pela Doutrina da Segurança Nacional.
Feliz Brasil
Feliz 2008

Em Cartões corporativos
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Em 12/02/2008 09h21
Talvez o Fox, com seu exclusivo acessório "totalmente de grátis" decepa dedo?

Em Venda de veículos
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Em 12/02/2008 09h07
"O Tata Nano não foi projetado para o mercado brasileiro" (sic). Isso é ponto pacífico. Agora, senhor presidente da Anfavea, poderia esclarecer qual dos automóveis que seus associados montam foi projetado para o mercado brasileiro? Primeiro empurraram-nos todo o lixo que os países de origem dessas montadoras não aceitavam mais. Depois criaram modelos globalizados adaptados às concições brasileiras. Ou seja, pelados de tudo que podiam tirar sem que o consumidor berrasse muito!
Quando vieram os Lada baratos, ofereceram carros populares tecnológicamente mais avançados pelo preço do russinho. Liquidada essa fatura, os preços subiram novamente, mantidos sempre acima dos US$ 12,000.
Insisto, Senhor Presidente da Anfavea, qual é mesmo o carro projetado para o Brasil?

Em Venda de veículos
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Em 08/02/2008 07h44
Nma empresa privada tem-se uma administração estável e uma base variável. Na empresa publica, ao contrário. Permanece a base e a administração é alternada. Imaginem a bagunça. Principalmente pela característica do "vou imprimir meu perfil na minha administração". Ou seja, vou descartar tudo o que lembre o antigo gestor, seja bom ou ruim, e vou fazer do meu jeito. Vou reinventar a roda! E isso acontece recorrentemente, à cada substituição.
Some-se mais a indicação política. E, no mais das vezes, total desconhecimento da empresa e de técnicas básicas de gestão. Um bom gestor privado não é, necessáriamente, um bom gestor público. O tal "direito positivo" atrapalha. Há a necessidade de legislação específica para que a empresa pública faça ou deixe de fazer. Na empresa privada, não havendo lei, faz-se o que se quer!
Mas, apesar dos pesares, a empresa pública não para, vai prestando seus serviços. Da forma que dá. Isso se deve ao quadro técnico-administrativo que mantém a peteca no ar. Muitas vezes, de acordo com seus interesses. Criam-se castas lá pelo 3° escalão. Que são os verdadeiros gestores. Primeiro e segundo escalões são "raínhas da inglaterra". Cortam fitas de inauguração e posam para fotos oficiais. E respondem por rombos. Rombos esses que são acobertados pelos "padrinhos" dos indicados. Ou não.
Então, graças a essas indicações políticas, o 3° escalão, quando quer, cria máfias dentro da administração pública, se perpetua e adquire imunidades!
Feliz Brasil!

Em Cargos no governo
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Em 06/02/2008 22h11
Gente, juízo! O Cartão Presidencial tem que ser secreto mesmo. O Sen. Arthur Virgílo já falou: Comprar urânio pro nosso programa nuclear. O inimigo não pode saber. Segurança Nacional. O "Yellow Submarine" do Jobim. Usado mas inteirão de lata. Cartão em 10 vezes. Sem entrada. Vai avisar ao inimigo? Nunquinha. Segurança Nacional. Alimentação Presidencial. Jerimum e calango. Explicar como pros gringos. Segurança Nacional, claro.
Engraçado como mudou a Doutrina da Segurança Nacional. Quem viveu, viu!!!

Em Cartões corporativos
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Em 02/02/2008 08h19
Alguém mais informado, por favor, ajude a explicar o seguinte:
Quando alguém com status de Ministro viaja é coberto, no seu destino, de cuidados e salamaleques. Qual Prefeito ou Governador desse nosso Brasil não manda buscas, levar, transportar, figura de tal porte? Então, que carro é esse, locado tanto e tanto pela senhora Matilde?
Talvez deva-se voltar os olhos à, ou às, locadoras desses veículos. Afinal, tiveram suas poupanças engordadas com R$ 110 mil de dinheiro público. Portanto, estão sim sujeitas a dar explicações.
Por uma dessas coincidências, tão a gosto dos lobbystas, terá sido uma única ou umas poucas locadoras apenas? Essa prestação de serviços ocorreu mesmo?
Pois é, Sr. Presidente, quantas CPMF's seriam necessárias para enfrentar esses descalabros?
Sr. Presidente, tenha em mente a máxima do falecido Comandante Rolin, da TAM:
"Para ganhar dinheiro, primeiro é preciso parar de perder!"
Essa máxima, bem aplicada, vai permitir que todo seu projeto social seja desenvolvido. Sem novos impostos.
E ainda vai sobrar dinheiro para seu sucessor!

Em Cartões corporativos
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Em 29/01/2008 07h36
Eita povinho ingrato!
Olha só o Valério aí, prestando um serviço público totalmente "de grátis".
Porque nenhum de nós, altruíscamente como o Valério, se propôs a cuidar da agenda do Ministro?
Pensam que é fácil? Imaginem quanto custaria aos cofres públicos uma secretária executiva para tal? E o Valério fez, desinteressadamente. Apenas com o intuito de colaborar com nosso Brasil...
O único crime do Valério, a meu ver, é o exercício ilegal da profissão de secretario executivo!
Eita Ilha da Fantasia na qual vivemos!!!
Feliz Brasil
Feliz 2008

Em Mensalão
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Em 24/01/2008 07h07
Sarney, Presidente por acidente, decidiu que precisava de 5 anos de governo. Talvez a cabala, não sei. Inaugurou, para isso, uma era de leilão de cargos públicos em troca de apoios políticos. Foi feliz. O País, infeliz. Agora nosso Presidente - de um partido que sempre se dizia "diferente" dos outros - precisa de apoio político. E foi buscá-lo justamente com o cara que inventou o sistema. Porque algumas pessoas ainda ficam surpresas?

Em Edison Lobão
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Em 24/01/2008 06h40
Então o cara vai assumir o Senado? Que surpresa(sic)! O Lobão pra cuidar do rebanho. As ovelhas agora se sentirão seguras...
E a utilização de laranjas para contornar o pagamento de impostos? Que idéia original. Nunca ninguém tinha pensado nisso!
Curiosamente, quando um infeliz começa a vender duas caixas de cerveja, por semana, a partir da garagem da própria casa, a fiscalização é implacável. Vem até os bombeiros, exigindo uma plaqueta de 30x15cm dizendo "saída". A plaqueta deve ser colocada sobre uma porta de 4x2m. Se o cara não vê a porta, vai ver como a plaqueta?
E o que tem o faxineiro ser sócio da empresa? Inveja de gente que não tem capacidade. Só pode. O cara era super econômico. E, servindo cafezinho. ele circulava por toda a empresa. Tinha informações de cocheira sobre tudo. Eita gurí esperto!
Talvez nossos furiosos fiscais - todos eles - devam trocar microscópios por telescópios.
Vamos deixar o Senador Edson Lobão Filho cuidar dos seus negócios. E existe negócio melhor que ser Senador da República de Bananas do Brasil?

Em Edison Lobão
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Termos e condições

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