Comentários


Comentários de Hamilton José Mendes da Silva
Em 16/11/2009 14h33
Algumas pessoas que utilizam este espaço para emitir opiniões sobre temas de natureza econômica necessitam retornar aos livros com urgência antes de pronunciar-se sobre assuntos nos quais não possuem bagagem para tal; por exemplo no tocante a políticas públicas é de notório conhecimento entre os Economistas que apenas o crescimento econômico pouco efeito tem sobre o padrão de uma nação quando não se combate (simultaneamente a desigualdade ou assimetrias extremas na redistribuição), sendo não válido como recomendado por alguns estudiosos ações estilo "bolsa família", por exemplo (vide "Pro-Poor Growth: A primer (by Martin Ravallion/ World Bank").

Em Crise no Brasil
sem opinião
avalie fechar
Em 12/11/2009 18h14
Cara Profa. Marilia Cunha,
Muito pertinentes e oportunos seus comentários. Gostaria de reforçá-los lembrando a alguns dos Internautas que insistem em emitir comentários falaciosos e mesmo grosseiros contra o Presidente Lula, que no campo educacional Ele foi o primeiro Governante (após a redemocratização do País) que deu a atenção para o Ensino Técnico direcionando recursos para a ampliação da rede de Cefets e Etecs. Adicionalmente, que eu saiba no atual governo promove-se um dos maiores programas (se não for o maior) mundiais de conexão digital de escolas públicas (em banda larga) à Internet e implantação de laboratórios de TIC.
Enfim, tantos exemplos e nos variados campos (a mencionada educação, ciência e tecnologia, inclusão digital, valorização do servidor público, defesa, política internacional => alguém lembra do que representaria a adesão aos preceitos preconizados pela ALCA: vide Argentina de Menem) que causa-me espanto a leitura de alguns comentários.

Em Crise nos EUA
11 opiniões
avalie fechar
Em 26/01/2009 12h40
É interessante observar o ranço ideológico com que alguns participantes deste Fórum referem-se à Cuba.
Inegavelmente o citado país não pode ser apontado como um exemplo de bem estar sócio-econômico e muito menos o regime político com que se possa sonhar quando se pensa em Democracia. Por outro lado, não se pode ignorar que seus Governantes conseguiram indiscutíveis avanços na área educacional, saneamento básico e medicina preventiva (não estou fazendo apologia de Cuba mas tão somente reconhecendo resultados que indicadores sócio-econômicos identificam). Basta comparar IDH, percentual de analfabetismo e IDH com outros países da África e América Latina, por exemplo, que possuem população e PIB semelhantes e em tese, constituem-se em regimes democráticos (há controvérsias) mas sem dúvida, e que optaram pelo Capitalismo.
Em suma, como frequentemente ocorre, na natureza e na Política a avaliação mais justa tende ao centro em detrimento de posições extremadas (demonizar ou insensar costuma induzir a equívocos de igual magnitude).
Não é demais reconhecer que mesmo a crítica das estratégias e políticas implantadas fica prejudicada na medida em que esse país foi sim muito prejudicado pelo embargo norte-americano (imagine o que seria da China - cujo regime até onde se sabe é tão ou mais totalitário quanto o cubano - não pudesse comercializar com o maior Mercado mundial...

Em Reféns das Farc
33 opiniões
avalie fechar
Em 27/12/2008 21h05
Penso que a questão indígena necessita urgentemente ser incluída na agenda político-partidária brasileira, expurgando a demagogia com que o tema freqüentemente é tratado.
Urge que a mídia também tenha coragem de questionar a insistência em - quase findando a primeira década do Séc. XXI - manter-se um marco regulatório ultrapassado que permite a muitos indígenas serem tutelados como Adolescentes, ao invés de terem a oportunidade de se integrar na sociedade, conquistar capacidade de auto-sustentação econômica e, um dia possam inclusive adquirir suas própria terras, livres de conflitos fundiários, e sem dependerem de paternalismo Estatal.
Está certo que no Passado (não tão distante) várias Nações Indígenas foram massacradas e expropriadas de seus territórios mas não se pode desejar que - mantidos com os recursos do contribuinte - continuem a ser tratados como "crianças crescidas: inimputáveis, e impondo os interesses de poucos em detrimento de muitos (por exemplo, impedir a implantação de Hidrelétricas em MT, sabidamente necessárias).
Ademais, a manutenção de tais privilégios pode criar fraturas inaceitáveis na Nação Brasileira (que devemos repudiar a qualquer custo).

Em Conflito em terra indígena
5 opiniões
avalie fechar
Em 11/12/2008 18h32
Este fórum de comunicação revela uma faceta interessante de muitos de nossos Patrícios, qual seja, uma crise crònica da auto-estima que os induz a emitir juízos absolutamente desfocados da realidade sobre seus Compatriotas e, dir-se-ia até, sobre si mesmos.
Temos é certo mazelas de toda a ordem a corrigir e dívidas sociais a resgatar, etc mas convenhamos, se nosso País estivesse de fato afogado totalmente em corrupção nada funcionaria por absoluta impossibilidade de gestão administrativa (bancos, siderúrgicas, teatros, etc). Análise crítica é salutar mas generalizações parece-me que traduzem uma avaliação equivocada da realidade e acabam por contribuir para que nada melhore (se vivemos no caos absoluto então melhor desistir e simplesmente aceitar a nova situação; para que dispender energia em esforços para melhorar o que não tem salvação?).
É importante lembrar que ao final da década de 50 a Coréia (que ainda não virou potência mundial e talvez nem objetive tal) possuia uma indicadores econômicos sofríveis, ao priorizar a Educação e o fomento ao desenvolvimento tecnológico, conseguiu o feito de em pouco mais de uma geração melhorias expressivas em seus indicadores sócio-econômicos (percentual de analfabetos, mortalidade infantil, grau de cobertura de saneamento básico, etc).
Por outro lado, tornar-se potência num dado campo não constitui a panacéia para melhoria do padrão de vida como bem o mostram os exemplos de China e Índia.

Em Defesa
26 opiniões
avalie fechar
Em 02/12/2008 16h56
Tenho acompanhado com atenção as discussões que ocorrem neste Fórum, muitas delas elucidativas e ricas em propostas e contribuições que enriquecem o debate político.
Por sua vez, há algumas manifestações que além de impregnadas de um ranço ideológio sem o menor fundamento, denotam um despreparo e ignorância descomunal sobre o contexto político e mesmo institucional do País . É o caso por exemplo deste sr. que se identifica como Zanetti ao comentar quanto ao número e opção política dos Servidores da Administração Pública. Tamanha sandice não pode passar sem resposta. Primeiramente, não houve a incorporação por concurso de 500 mil servidores no atual Governo até porque este é o número total de Servidores civis em atividade - conforme pode ser facilmente constato consultando-se o Portal do sistema de informações sobre pessoal (SIAPE). Naturalmente que esses Servidores foram integrados no Executivo nos últimos Governos (e não somente no atual o que seria impraticável sobre vários aspectos operacionais). Que se saiba é impraticável e certamente ilegal incluir num Concurso elementos que ensejem seleção ponderando a opção política; e por fim, quem tem um mínimo de informação sobre Administração Pública sabe que um Servidor Concursado tem um custo menor do que um terceirizado para o Estado (afora outras vantagens como por exemplo, contribuir para distinção entre Governo e Estado=> o que duvida esse Sr. tenha capacidade analítica para entender...)

Em Crise nos EUA
12 opiniões
avalie fechar
Termos e condições


FolhaShop

Digite produto
ou marca