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Comentários de J. Pimentel
Em 26/11/2009 10h02
Ciro Gomes é mordaz. Ele sabe que o adversário a ser batido é Serra, mas está de olho em Dilma. O primeiro ele pode esculhambar. A segunda ele precisa ter cuidado ao desqualificar porque pode significar seu futuro político. Inteligente e agressivo, suas declarações acabam por prejudicá-lo. José Serra não é um exemplo de simpatia. Nesse quesito, ninguém bate Lula. Mas, como para ser presidente de um país essa não é a melhor característica (ou não deveria ser), Serra e Dilma se equivalem. São mandões, severos, pragmáticos e durões, além de competentes. Já Ciro Gomes ainda precisa se definir. Ou mantém seu estilo irônico e agressivo ou usa seu lado sedutor, meio Lula, meio Aecio. Suas experiências políticas a nível de Brasil foram limitadas e suas melhores prerrogativas não ultrapassam as de um coronel cearense, coisa que a prefeita Luizianne Lins, de Fortaleza está se encarregando de extirpar, apesar do governador CID GOMES, irmão de Ciro. Bom seria se o julgamento dos políticos fosse sobre suas ações, idéias e programas.

Em Eleições 2010
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Em 25/11/2009 10h52
Ciro Gomes raciocina com clareza e aproveita qualquer oportunidade para reafirmar sua própria candidatura, sem Dilma. Como candidato único do governo suas chances de vitória são imensas, dai desqualificar a pesquisa CNT/SENSUS, tradicional braço petista na área de pesquisa. Na minha opinião penso que o PT e PSDB deveriam selar uma aliança tácita, concreta onde for possível porque os dois partidos teem mais semelhanças do que diferenças, Marina da Silva já sugeriu isso e o sociologo Chico Oliveira, ex-PT, atual PSOL e maior crítico de FHC acha que essa união seria o selo de dois partidos que agem igual. Chico disse: "FHC na presidência representou uma "virada à direita" na política brasileira, e Lula, uma "regressão". FHC é responsável, afirma, pela implementação do programa neoliberal e privatista, e Lula "bloqueou a contestação", fazendo dos trabalhadores "sócios do êxito desse capitalismo". Lula, diz Chico, permitiu a liderança moral dos trabalhadores no processo político, mas retirou o conflito necessário à mudança." Também penso assim. Ninguém pode negar, apesar das antipatias pessoais, que ambos, FHC e LULA são importantes estadistas e Lula não existiria politicamente se não tivesse tido um FHC antes. As diferenças são infinitamente menores entre os dois do que entre PSDB e DEM e PT e PMDB.

Em Eleições do PT
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Em 24/11/2009 10h52
Obina e Mauricio foram vítimas da pressão a que foram submetidos pela obrigação de vencer um jogo decisivo. Ao contrário de um trabalho comum em qualquer empresa, o futebol exige muito do lado psicológico do atleta que passa a ser também de responsabilidade do clube. Ao demitir os dois, a diretoria fugiu de suas responsabilidades de oferecer aos atletas apoio e ajuda psicológica, alem de jogar fora seu patrimônio. Comparar o futebol com outra atividade menos desgastante é virar o rosto para a realidade. Já o tal de Luxemburgo sempre foi tosco, ignorante, autoritário, pretencioso, vaidoso, interesseiro, oportunista, e contou com o grande apoio da imprensa quando era ganhador. Encheram a bola do homem que passou a achar que era mesmo o maioral. Agora, com o prestígio em baixa, ele quer continuar na mídia, criando polêmicas e apontando culpados, como se ele fosse infalível. Se o ignorarmos ele tende a voltar à sua insignificância, para tristeza da imprensa esportiva, que faz questão de criar esse tipo de monstrengo. Já o time do Palmeiras, PELO AMOR DE DEUS, que coisinha ruim. Vai ser preciso muita promessa para ver esse time na Libertadores.

Em Campeonato Brasileiro
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Em 24/11/2009 10h15
A verba indenizatória é uma excrescência implantada por Aecio Neves, quando presidia a Câmara, para compensar os "baixos" salários dos nobres deputados. A má utilização dessa verba e as falcatruas para justificar despesas chama-se estelionato e, na vida real, qualquer estelionatário vai para a cadeia. O Sr. Michel Temer, parceiro e amigo do Presidente Lula sabe que, se for cassar os infratores terá de fechar o Congresso. Não sou a favor da Ditadura, mas acho que o sistema representativo da democracia brasileira não serve para nada, é um funil por onde escorrem o dinheiro e a dignidade da nação. Esse presidente que ai está, com 80% de aprovação adquiriu musculatura para fazer uma dura reforma política, mas não o fez, porque também é leniente, oportunista e conservador. Até porque teria que cortar da própria pele, já que muitos de seus apaniguados fazem parte dessa ação entre amigos. Ao propor uma pena branda, Temer sugere apenas um puxão de orelha nesses senhores que estarão resgatadados para a próxima falcatrua. Os caras pintadas, que foram às ruas impulsionados por lideranças políticas interesseiras, desapareceram, porque não era um movimento de massa, mas orquestrado, artificial, pontual. O país e nossa gente não tem consciência de cidadania e vai reeleger todos eles, porque está satisfeitissimo com o que ai está.

Em Verba indenizatória
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Em 22/11/2009 11h21
Aos poucos estão desqualificando os crimes cometidos no emblemático caso do Mensalão. O mensalão "oficialmente" é uma contribuição mensal para que os deputados votassem com o governo. Na prática foi a forma de reeembolsar os deputados para cobrir seus compromissos de campanha. Esse dinheiro saiu de um CAIXA DOIS, ou seja, fora da contabilidade oficial, do mesmo caixa que financiou grande parte das campanhas, não só do PT. O Operador pricipal foi Marcos Valério, através de suas agências de propaganda, mas não foi o único com certeza, porque a movimentação financeira é muito alta para ficar concentrada apenas nas agências denunciadas. São dois crimes, na verdade, que já ficou em apenas um e, depois de tanto tempo já se pode colocar este caso no rol de impunidades que assola a dignidade do país. Com o apoio popular que tem, Lula tem assegurado essa impunidade, inclusive negando o inegável, fingindo desconhecer o esquema que não foi criado por ele, mas é uma prática tradicional da politica brasileira. A descaração do PT e seus aliados, que continuam dando as cartas no partido e na politica brasileira, é apenas um desses atos vergonhosos com os quais os brasileiros se acostumaram e, pelo apoio que teem dado ao atual governo, também apoiam essa "maracutaia", termo consagrado na língua portuguesa pelo próprio presidente Lula. É bom que se esclareça que não foi o PT quem criou essas práticas. A decepção é que acreditavamos que o PT fosse acabar com elas e não utilizá-las também.

Em Mensalão
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Em 19/11/2009 14h16
Não é preciso que os jogadores do Palmeiras nos lembrem que não dá mais. Já havíamos percebido isso a 10 jogos atrás. Mas o torcedor é irracional. Apaixonado, não vê o óbvio. Quando jogávamos mal e ganhávamos, era um time pragmático. Quando começou a perder, tornou-se um time "amarelão". Tudo tolice. Os fatores acidentais que nos fizeram ganhar péssimos jogos, são os mesmos que nos fizeram perder outros tantos. Não temos time para ser campeões. A estrutura do Palmeiras, destruída nos últimos 15 anos, não pode ser reerguida tão rapidamente, em um ano apenas. A briga de ontem é um detalhe nesse amontoado de problemas do ex-grande Palmeiras. Deixando de lado os comentários grosseiros aqui postados, o Palmeiras é um CLUBE frágil, em convalescença e ainda pode nos dar muitas alegrias. Resta saber QUANDO. Em 2007 nos prometeram preparar o time para 2008. Em 2008 nos prometeram preparar o time para 2009. E agora? A torcida palmeirense precisa de respostas sérias, de planejamento honesto, de parcerias justas e não oportunistas, como é o caso da TRAFFIC. Beluzzo!!! Será que ATÉ TU?

Em Crise no Palmeiras
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Em 19/11/2009 12h43
Essa paixão chamada FUTEBOL nos tira a razão. Pessoas, aparentemente equilibradas trocam insultos, sentem um imenso prazer em humilhar outros torcedores. Talvez seja o FUTEBOL o elo entre as regras sociais da ética cristã e o instinto bárbaro do ser humano, seus instintos mais vis, mais primitivos. Quem tem dúvida basta fazer a constatação neste e em todos os fóruns que tratam do futebol. Tenho uma família grande, 10 filhos, aos quais nunca impús minha preferência palestrina. São Sampaulinos, corintianos, santistas e, vejam vocês, até palmeirenses. Levei-os aos estádios para assistirem seus times do coração e minha única exigência era respeito, sem deixar de se divertir.Agora, aqui, olhando minha filha mais jovenzinha, 11 anos completados em novembro, quieta, sofrendo com o vexame do Palmeiras e tentando me consolar, fico a perceber que, para esse tipo de emoção e todas as reações ridículas a que nos expomos como torcedores, não há explicação ou consolo. O time do coração é como uma segunda pele, reflete o que somos (ou não queremos ser). E quando ele falha é como se nós também tivéssemos falhado. Estou triste por causa do meu VERDÃO. Os outros todos estão felizes. Porque somos eternos gladiadores bárbaros querendo conquistar o império inimigo e, obedecendo a moral cristã, fingir felicidade em pagar uma caixa de cerveja aos adversários por ver fugir o campeonato no final, assim, da maneira mais humilhante. Não há glória na derrota, por mais civilizados que tentemos ser.

Em Palmeiras
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Em 18/11/2009 19h46
No dia 16 de setembro postei um comentário neste fórum dizendo que os torcedores cariocas não precisavam ficar preocupados porque, em momento algum cairiam dois clubes do Rio para a Segunda Divisão. Acrescentei: "talvez nenhum". Quem quiser pode verificar o teor do comentário feito há quase 3 meses. O que o presidente do Palmeiras fez foi apenas se indignar com a constatação dessa picaretagem que toma conta do futebol brasileiro, com todos os seus vicios, todas elas concentradas no Rio de Janeiro. Mesmo sem estrutura, mesmo sem seriedade, o futebol carioca conta com a proteção de todas as instâncias que mandam nesse esporte.

Em Palmeiras
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Em 17/11/2009 11h18
Qualquer crítica da família MAIA a Serra soa como elogio. São dois políticos oportunistas, à moda antiga, traiçoeiros e prepotentes. Suas reações são ecos das conversas intramuros de Aecio que quer ser o candidato do PSDB e vem fazendo esse trabalho por todo o país com muita desenvoltura. Recentemente o PMDB/BA conseguiu aprovar o título de cidadão baiano a Aecio, que não tem serviço algum prestado à Bahia. Assim, o mineiro vai minando os pontos frágeis de PMDB, DEM e PSDB para atraí-los para si. É uma manobra política digna de Tancredo Neves. Tanto que, se houver uma convenção para indicar o candidato, Aecio leva vantagem. Se o governador de SP tem realmente alguma pretensão, precisa cortar as asas do governador de Minas antes que seja tarde. Talvez até já seja.

Em Eleições 2010
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Em 17/11/2009 11h05
O Palmeiras vem jogando mal há muito tempo. Mesmo quando ganhava jogava mal. Uma ou duas partidas atípicas davam a impressão de recuperação. Mas a verdade é que o Palmeiras ganhava por detalhes: Bola na trave, erros de atacantes adversários, fatalidade e outros fatores que, num determinado momento começaram a jogar contra.Se ganhar os próximos três jogos e qualquer dos adversários (Fla e SP) tiverem um só deslize, o campeonato é nosso. Mas é preciso mesmo um desses acasos do futebol, porque no campo andamos ruinzinhos mesmo.Dizem os especialistas que as chances matemáticas do Palmeiras são de 7%. Vai entender as estatisticas. Avante Palestra e, se não der, Avante, FLA, porque aturar a arrogância sampaulina é dose.

Em Palmeiras
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Em 13/11/2009 12h34
O que seria o "Mensalão"? Segundo Roberto Jefferson é uma gratificação mensal para que deputados votassem no Congresso com o governo. Servia tb para cobrir compromissos de campanha. Quem operava o sistema? Segundo as denúncias, Marcos Valério, dono de agências de propaganda que superfaturava as publicidades do governo e repassava o dinheiro para os bons samaritanos do Congresso. Tinha como apoio, diversos políticos e assessores do PT, dentre eles Delúbio Soares. José Dirceu foi rotulado como chefe do esquema, nada provado até agora e nunca será, porque ninguém passa recibo nesse tipo de negócio.Lula diz que o mensalão não existiu e que foi tentativa de golpe da oposição. Claro que o presidente não vai admitir o esquema. Com sua popularidade que beira a unanimidade ele pode dizer o que quiser que todos aplaudirão e apoiarão. No entanto, alguém acredita que um deputado, prefeito, senador, vereador, gaste milhões de reais numa campanha, para viver apenas de seus vencimentos e regalias? Uma análise fria do patrimônio de qualquer político, antes e depois dos mandatos dá uma demonstração de como eles atuam. Não deixam digitais, o que os mantém inocentes e, consequentemente, impunes. O presidente Lula pode até não precisar do mensalão, mas os políticos precisam e quem opera não é o presidente, mas o segundo escalão, de ministro para baixo, incluindo ai indicações para empresas estatais. Mas o presidente não precisa espernear. Nada de mais sério vai acontecer.

Em Mensalão
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Em 13/11/2009 01h59
Muito cômodo para a candidata (e não a ministra) que se dê o assunto por encerrado. É um tema incômodo, delicado, péssimo em período eleitoral. Mas como ministra, tanto ela, quanto o ministro das Minas e Energia, Edson Lobão, não podem dar o caso simplesmente por encerrado. Tentar usar o apagão como tema para a próxima campanha política é, no mínimo, falta de discurso, para não dizer má intenção ou falta de assunto da oposição, que precisa muito mais do que isso para impressionar o eleitorado. No entanto, a sociedade que paga as contas de tudo neste país, merece sim uma satisfação e não pode aceitar as explicações superficiais que foram dadas até agora.Pela popularidade que tem, este governo acha que pode tudo. Não é assim que funciona. Pela popularidade que tem, o mínimo de retribuição que poderia ter com essa população é respeito.A explicação climática não bate com as afirmações técnicas fornecidas até agora. Por que não se quer mais falar neste assunto? Por que não podemos saber as verdadeiras causas? Por que não podemos saber das vulnerabilidades energéticas do país? Deixem a campanha política de lado e recomecem a trabalhar.

Em Blecaute no país
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Em 09/11/2009 09h50
Neste caso houve uma conjunção de três erros: o da garota que exagerou na exposição física num lugar público; dos estudantes com cérebro de minhoca expondo suas frustrações e despreparo para a vida social e da UNIBAN que parece mais um desses caça-niqueis escolares que uma universidade, sem controle sobre seus alunos. A expulsão é um ato exagerado. Se a idéia era punir um infrator das regras, metade da universidade deveria ser expulsa. O mais grave foi a exposição que os fatos tiveram pela internet e depois pela imprensa. Já conseguiram transformar a garota numa estrela, que posou com o vestido, tem dado entrevistas para todos os meios de comunicação e deverá receber brevemente algum convite de revistas masculinas, se não for convidada também para o BBB. Todos foram irresponsáveis num determinado momento e a imprensa continua esse triste procedimento porque o que vale é a audiência.

Em Expulsão na Uniban
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Em 05/11/2009 12h20
O caixa dois é uma instituição do nosso sistema político utilizado durante anos e anos por todos os partidos, sem exceção. Isso não justifica sua prática. O fato de Eduardo Azeredo estar envolvido nesta prática, não redime o PT como querem alguns, como se o erro de Azeredo pudesse justificar as atitudes semelhantes de agentes petistas, já que o PT sempre foi o partido mais duro e crítico contra essa prática antes de chegar ao poder. Que sejam todos punidos, não importa de que partido seja. Mas não se iludam. Nada de importante vai acontecer, a não ser a punição de alguns participantes menores para dar uma justificativa à sociedade.

Em Mensalão
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Em 30/10/2009 17h37
Mais uma vez ficamos à margem das grandes decisões. Sob o atarantado Itamarati, Chaves colocou o Brasil numa imensa saia justa e ficamos apenas na conversa mole, no discurso politicamente correto, mas vazio de ações. Como de hábito, não temos força política para resolver conflitos, por menor que sejam. Para ter direito a uma vaga no Conselho de Segurança da ONU é preciso bem mais que discurso e boa vontade. Não fossem os Estados Unidos e esse impasse nunca seria resolvido. Lula é o cara, mas quem resolve é Obama.

Em Honduras
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Em 29/10/2009 19h50
É no mínimo inocência de quem investiga presumir que alguém vá dizer que recebeu o mensalão ou mesmo que ele tenha existido. Esses esquemas são institucionais, ação entre amigos, acertos paralelos, conversas que "nunca existiram", caixa três, esquema e teem muito pouco a ver com governabilidade, com compra de votos no Congresso ou alguma coisa parecida. É pura descaração, avanço no dinheiro público para benefício próprio. Como explicar que alguém gaste fortunas para se eleger em troca unicamente dos salários que recebem Basta uma análise mais detalhada dos patrimônio de quem milita na política para perceber que há alguma coisa errada nesse sistema. Os cidadãos sérios que trabalham, obedecem a lei e cumprem com suas obrigações acabam passando-se por verdadeiros idiotas diante de tando cinismo. Não se iludam. Isso tudo não vai dar em nada. Todos serão inocentados, vão alegar que não há prova (e não há mesmo)e, talvez algum porteiro, ou caseiro, um agente menor acabe sendo punido para dar uma "satisfação" à sociedade. Possivelmente, nem isso.

Em Mensalão
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Em 27/10/2009 10h52
As populações indígenas são vistas com preconceito, sobretudo por pessoas com interesses em suas terras e seus recursos ambientais. A população urbana, que conhece o tema pela leitura de jornais, revistas ou pela televisão, divide-se. Mas a Constituição de 1988 é clara quanto aos direitos indígenas, de usos, costumes, língua, leis, cultura e território. A população indígena representa apenas 0,25% dos habitantes do Brasil. São 460 mil em aldeias e cerca de 200 mil vivendo fora delas. São mais de 220 etnias e 180 línguas. Já foram 1.300. Ou se acaba de uma vez com o índio ou respeitamos suas características culturais e sua qualidade de nação. O novo texto do Estatuto do Índio acaba com sua condição de inimputável e permite que ele seja julgado pela Justiça em caso de algum crime, levando em conta usos, costumes e que até seja feita uma perícia antropológica, para avaliar essas características culturais. Quando o crime for praticado entre índios é respeitada a decisão da própria comunidade, que pode aplicar punição ou inocentar o acusado já que cada nação tem seu próprio código. O Índio pode, por lei, realizar atividades econômicas, explorar projetos comerciais e recursos minerais e vetar projetos em suas terras. O índio não deve nem precisa viver como bicho, de maneira exótica como querem alguns. Ele está longe de ser o problema do país. O homem dito civilizado ainda é seu grande entrave.

Em Conflito em terra indígena
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Em 25/10/2009 15h24
A noticia não encerra nenhuma novidade. Institucionalmente qualquer morador do Maranhão, de Alagoas, do Pará ou de São Paulo sabe o que seus caciques fazem, como negociam, suas trapaças e conluios. A rede de corrupção é ampla e derrama suas teias no eleitorado que acaba se beneficiando dos restos dessa irresponsabilidade e garantindo sempre um mandato para seu chefe maior.No grande atacado, que é o noticiario nacional, as investigações parlamentares e as ações fiscalizatorias do governo, os crimes carecem de provas, são todos inocentes, até prova em contrário, como se o ladrão deixasse propositalmente suas digitais na cena do crime. Como já disse o Lula, derrubar Sarney é dar munição à oposição. Então, dane-se a ética, a verdade, o zelo, a administração e a honestidade. Com 80% de aprovação, este governo pode tudo, inclusive aceitar mensalões, caixa dois, dinheiro na cueca, sanguessugas, aloprados, Sarney, Collor, Renan, Jader, Roseana, a compra dos meios de comunicação com dinheiro público em forma de publicidade e todos os que ajudam os lideres atuais a se locupletarem em nome da governabilidade sem precisar dar qualquer satisfação à nação, que, diga-se está satisfeita com o que ai está. Como sempre digo, a política é a arte de mentir. Uns mentem bem, outros mentem mal. Esta é a única diferença, entre uns e outros...

Em Senado
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Em 24/10/2009 19h17
Que Lula queira fazer seu sucessor é justo. Dizer que no próximo aniversário quer estar comemorando a vitória de Dilma é campanha eleitoral explicita de uma candidatura que, legalmente não existe. São faltas éticas que Lula e o PT tanto criticaram no passado e revoltaram a população contra os governantes de então. Que Lula obteve avanços em seu governo é inegável, mas precisa dar respostas sobre o Mensalão, Os aloprados, o dinheiro na cueca, os escândalos de Delúbio, Marcus Valerio, Palocci, caixa dois de campanha, a fortuna gasta com Duda Mendonça e, apesar de seu carisma e aprovação popular, não ter resolvido as reformas estruturais, o problema da segurança pública, de saúde e educação. Vão dizer que são problemas antigos e que demora para resolver, mas os avanços foram pífios pelo que se investiu em publicidade para falar meias verdades, para não ser grosseiro.

Em Eleições 2010
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Em 19/10/2009 03h13
É inegável o poder de comunicação de Lula. Ele tem o dom da oratória popular e popularesca, conhece os caminhos do coração do brasileiro. È inquestionável também os avanços que o Brasil teve em seu governo, a distribuição de renda, o capitalismo de resultados, com o crescimento sólido dos bancos, das grandes empresas, do grande capital, do comércio exterior e interior, a geração de emprego, a política exterior, o PAC, casas populares, a transposição do S.Francisco e os programas sociais, tudo isso fez de LULA um presidente querido e admirado, como até aqui nenhum outro foi. Nada disso, no entanto, o exime das responsabilidades do mensalão, do dinheiro na cueca, do dossie Serra, do caixa dois, dos aloprados e da farra que seus "companheiros" fizeram com o dinheiro público, além de restituir à política,como seus aliados, conhecidos gatunos da política nacional. Também não está isento dos péssimos resultados na área de saúde, na qualidade da escola pública (apesar dos investimentos nas escolas técnicas), a má gestão do cambio, falta de políticas públicas para substituir a Bolsa Familia e para diminuir a violência. Respaldado pelo apoio popular, Lula deixou de governar faz tempo, tem gastado nosso dinheiro em farras, como na Dinamarca para conquistar a olimpiada, as festas em acampamentos de obras e fazendo campanha política sem qualquer respeito até para com os que o apoiam. Nunca na historia deste país se pode tudo e ninguém fala nada. Pelo contrário: ainda apoiam.

Em Transposição do rio São Francisco
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Termos e condições

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