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Comentários de jonathan teixeira
Em 10/01/2008 22h08
Números, números... Em 2007, o governo Lula, o melhor que este país já teve, investiu mais de 4 bilhões de reais na reforma agrária. Passo a passo, o pessoal está saindo debaixo das "lonas pretas" e se tornando pequenos produtores, que também contribuem para os recordes da produção agrícola e para a pacificação dos conflitos. É claro que muitos gostariam que as coisas se resolvessem mais rápido, mas está sendo feito o que é possível, com transparência e honestidade. E todos sabem qual é a alternativa: voltar aos tempos de antanho.

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Em 10/01/2008 21h55
Bom, vamos a mais uma boa notícia: fechados os números do IBGE sobre a produção agrícola, tivemos mais um recorde - 133 milhões de toneladas de grãos - 13,7% mais que 2006. Mais produção, mais exportação, mais empregos, progresso. É pena que uma pequena minoria ainda tenha tanta saudade dos números anteriores ao governo Lula.

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Em 10/01/2008 17h11
Melhor governo que este país já teve, o Lula está combinando o que houve de melhor anteriormente com preocupação social e visão de futuro. É como se o JK tivesse responsabilidade fiscal; é como se o "milagre brasileiro" do início dos anos 70 não tivesse acontecido sob uma ditadura.
O resultado é o enorme apoio interno e externo de que desfruta.

Em Orçamento
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Em 09/01/2008 23h04
Sr. Bruno Gutierrez, me confundi achando que tivesse havido uma censura à parte de cima do meu comentário anterior, no qual eu me permiti aconselha-lo a deixar as ofensas "entrarem por um clic e saírem pelo outro". Algumas censuras e atrasos na publicação dos comentários me deixaram de "pé atrás". Na realidade, o comentário havia sido postado em outro fórum. Peço desculpas à moderação, ao Sr. e aos demais leitores/debatedores. Continue com seus comentários isentos e embasados nos fatos e na sua percepção de cidadão e futuro jornalista. Desconsidere as ofensas. Ofensas são as armas de quem não tem argumentos.
Para não deixar de lado o objetivo deste espaço, gostaria de comentar mais uma notícia: a captação de recursos em caderneta de poupança - opção preferencial dos mais pobres - bateu novo recorde em 2007: mais de R$ 33 bilhões. Desculpem.

Em Prorrogação da CPMF
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Em 09/01/2008 22h38
Sr. Hugo Arrais (6) 09/01/2008, magnífico!

Em Prorrogação da CPMF
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Em 09/01/2008 22h29
Sr. Bruno Gutierrez, censuraram a parte de cima do meu comantário anterior, no qual eu me permiti aconselha-lo a deixar as ofensas "entrarem por um clic e saírem pelo outro". Continue com seus comentários isentos e embasados nos fatos e na sua percepção de cidadão e futuro jornalista. Ofensas são as armas de quem não tem argumentos.
Para não deixar de lado o objetivo deste espaço, gostaria de comentar mais uma notícia: a captação de recursos em caderneta de poupança - opção preferencial dos mais pobres - bateu novo recorde em 2007: mais de R$ 33 bilhões. Desculpem.

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Em 09/01/2008 22h12
Sr. Bruno Gutierrez, seus comentários arejam este espaço, pela isenção, senso crítico e imparcialidade. Se o Sr. se deixar influenciar por ofensas, estará fazendo o jogo dos que, desprovidos de argumentos, encontram na baixaria e na falta de educação os últimos esteios onde tentam se pendurar. Deixe que entre por um clic e saia pelo outro.
Como a cada hora Deus melhora, mais uma manchete da FSP, de hoje, caderno Dinheiro, deve afligir ainda mais os arautos do "quanto pior, melhor": em 2007, DOBROU o investimento externo no Brasil. Pois é, o mundo acredita no Brasil governado pelo Lula, já os perdedores das eleições não se conformam com as coisas dando certo.

Em Prorrogação da CPMF
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Em 09/01/2008 21h56
O Brasil está crescendo de forma consistente. Mesmo os mais radicais anti-lulistas, se olharem em volta, verão que a vida da imensa maioria dos brasileiros melhorou, de 2003 para cá. Tenho certeza de que a vida deles próprios melhorou, embora, ambiciosos que são, nada os satisfaça. Querem que os frutos do crescimento do Brasil seja só deles, como foi durante mais de 500 anos. Brasil, um País de Todos. Nunca antes neste país um lema de governo foi tão feliz, tão coerente com o que está sendo feito. Muito há a fazer, sem dúvida. O PAC, enfim, traz e trará resultados efetivos em termos da tão decantada parceria público-privada. É efetivo e afirmativo, ao contrário de tantos "pactos sociais" que foram propostos e nunca levados a termo pelos hoje oposicionistas, quando governavam. Tem muita gente boa aí, com muitas boas idéias. A CPMF, por exemplo, foi uma delas. Mas assassinaram a própria cria.
Conheçam o Brasil, senhores, conheçam o povo brasileiro. Em vez de passarem seus dias de férias em Angra, ou na Costa do Saiuipe, ou no estrangeiro, vão conhecer seus irmãos brasileiros nas favelas, nos rincões do interior, no alto sertão nordestino, nas comunidades ribeirinhas do imenso norte. Misturem-se. O Brasil é maior do que seus shopping-certers, é maior do que seus condomínios, é maior do que seus carrões blindados com ar-condicionado, é maior do que seus terninhos e gravatinhas. E é esse imenso Brasil que dá ao Lula os mais de 60% de "ótimo" e "bom".

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Em 09/01/2008 02h35
O MASP é uma instituição privada. Embora o grosso das despesas com o pagamento do seu acervo, do seu terreno e do seu prédio, tenha sido paga com dinheiro público. Possui obras magníficas, mas pouco faz para levá-las ao conhecimento do povão. Quem você conhece que já foi ao MASP? E venham os de sempre argumentar: "Não vai, porque não quer!" Cultura para todos!

Em Furto no Masp
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Em 09/01/2008 02h04
Além do exemplo da transposição de parte das águas do rio Paraiba para o rio Guandu, sem a qual não existiria a cidade do Rio de Janeiro, por inviável, o próprio rio São Francisco já é, há mais de 20 anos, fonte de captação do Sistema Adutor do Salgueiro. Trata-se de um sistema de adutoras que leva, encanada, água potável do São Francisco para diversas cidades do Alto Sertão. Eu morava em Parnamirim (PE), quando foi inaugurado, em 1986. Até hoje lembro da alegria de beber pela primeira vez daquela água, depois de quase estar me acostumando com a água salobra dos poços e do rio Brígida. Também lembro da aflição dos "catingueiros", vendo aqueles canos enormes passando tão perto, enquanto a "criação" e a própria família sofrem com a sede. Muitos não resistiam à tentação e davam uma "picaretada" nos canos da adutora, "roubando" para sí um dedo de água. A diferença, agora, é que a água que vai correr vai ser a céu aberto. Gostaria de voltar lá, para ver a alegria daquela gente. Se der tempo, eu vou.

Em Transposição do rio São Francisco
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Em 09/01/2008 01h37
Ô, censurinha... Pois é, pessoal, a censura muitas vezes não se configura apenas na pura e simples supressão da nossa opinião. Muitas vezes, o atraso na disponibilização do argumento ou do contra-argumento já é suficiente para "datar" o texto e/ou excluí-lo do contexto. Faz parte.

Em Prorrogação da CPMF
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Em 09/01/2008 01h23
Os cortes só não podem atingir os programas sociais. A melhoria de vida dos menos favorecidos, alavancada pelo Bolsa-Família, mas não o tendo como principal pilar - a vida está melhorando, e essa população automaticamente "alavanca" os ainda mais desfavorecidos, demandando serviços ou mesmo ajudando - é a grande diferença do governo Lula. Ação social junto com responsabilidade fiscal e orçamentária. Exatamente o que o Lula prometeu na "Carta aos Brasileiros" e no discurso de posse.
Por isso, somos mais de 60% atribuindo "ótimo" ou "bom" ao governo Lula. Fora os muitos que atribuem "regular" e que também estão sendo ouvidos e tendo seus anseios, dentro do possível, equacionados. Quanto ao resto, bem, fazer o que, né? Perdedores, sempre os há, e quanto mais ameaçados de perder as benesses que amealharam ao longo de 500 anos de exploração, mais virulentos se tornarão. É pena.

Em Orçamento
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Em 09/01/2008 01h00
Ô, censurinha...

Em Prorrogação da CPMF
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Em 09/01/2008 00h50
Sr. SERGIO NEVES DE OLIVEIRA (9) 08/01/2008, seja bem-vindo! Mas a luta é inglória, é só deixar entrar por um clic e sair pelo outro!
Sobre o assunto em pauta, acho difícil que parlamentares brasileiros, em qualquer legislatura, proponham ou votem uma reforma política dessa envergadura. Perdemos a oportunidade de implantar o parlamentarismo no último plebiscito. Apesar de ter sido a favor, às vezes critico meu próprio voto pois, com esse naipe de parlamentares de que dispomos, vejo hoje que seria praticamente impossível um governo minimamente estável. O primeiro-ministro de plantão seria derrubado a cada crise parlamentar, a cada interesse setorial contrariado. Um bom começo seria a implantação de um parlamento unicameral, com cerca de 200 deputados distritais (1 por milhão de habitantes).
Outro comentarista apontou, com razão, que estados como Roraima poderiam ficar sub-representados. Bom, a própria Federação Brasileira tem se mostrado bastante flexível, basta ver, nas últimas décadas, as mudanças no mapa do Brasil, desde a Guanabara até o Tocantins e os hoje "Mato-Grossos".

Em Troca-troca partidário
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Em 09/01/2008 00h21
Bem, a respeito da indagação do STF sobre as razões para se aumentar o IOF, o Ex-Presidente Fernando Henrique as explicou bem, conforme matéria da Folha do domingo passado. Como eu já cansei de dizer, o caso não é de onde se tira os recursos, mas onde se coloca. Aos que insistem que a reprodução, pelos "aloprados" do PT, do esqueminha de lavagem de dinheiro de caixa 2 criado pelos tucanos, foi "o maior escândalo de corrupção da história deste país", volto a perguntar:
Quem pegou para si? Quem enriqueceu? Se houve "compra de votos", foram votos para o quê? Em benefício de quem? Apontados os suspeitos, quem defendeu a apuração até as últimas conseqüências? E quem fez de tudo para proteger seus apaniguados?

Em Orçamento
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Em 08/01/2008 23h58
Vê se o Brasil que conhece o Brasil tem que se preocupar com quem não conhece o Brasil:
"Em 2004, foram criados 2,7 milhões de empregos formais e informais no país. Em 2005, 2,5 milhões. Em 2006, 2,1 milhões. Em 2007, 2,7 milhões, com base em dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE. Se a economia brasileira começar 2008 com desempenho no mínimo igual ao de 2007, é razoável estimar a criação de até 2,5 milhões de empregos formais e informais no país neste ano, segundo economistas consultados pelo jornal Folha de São Paulo."(fontes: IBGE e Folha de S.Paulo)
É...

Em Prorrogação da CPMF
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Em 08/01/2008 23h46
Coisa boa é ninguém prestar atenção aos fatos, mesmo que comprovados cientificamente pelos números. Então repito:
"Em 2004, foram criados 2,7 milhões de empregos formais e informais no país. Em 2005, 2,5 milhões. Em 2006, 2,1 milhões. Em 2007, 2,7 milhões, com base em dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE. Se a economia brasileira começar 2008 com desempenho no mínimo igual ao de 2007, é razoável estimar a criação de até 2,5 milhões de empregos formais e informais no país neste ano, segundo economistas consultados pelo jornal Folha de São Paulo."
São esses 9,9 milhões de brasileiros que adentraram o mercado de trabalho, além das suas famílias, e de nós que derrotamos o medo com a Esperança, que fazemos os 60% de ótimo e bom do Lula. Fora os que votam "regular" e que, na hora das próximas eleições, se lembrarão dos conhecidos, dos parentes, dos amigos, cuja vida melhorou no governo Lula.

Em Orçamento
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Em 08/01/2008 17h09
A melhor escola de Engenharia Civil do Brasil é o IME - Instituto Militar de Engenharia, na Praia Vermelha, Rio. Os militares do Exército Brasileiro já participaram ou mesmo efetuaram integralmente a contrução de obras de suma importância para o país, entre elas as rodovias Dutra e Osvaldo Cruz. A transposição de uma pequena parte das águas do São Francisco (não é o rio que está sendo transposto) é mais um ponto positivo nessa história.

Em Transposição do rio São Francisco
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Em 08/01/2008 16h56
Em 2004, foram criados 2,7 milhões de empregos formais e informais no país. Em 2005, 2,5 milhões. Em 2006, 2,1 milhões. Em 2007, 2,7 milhões, com base em dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE. Se a economia brasileira começar 2008 com desempenho no mínimo igual ao de 2007, é razoável estimar a criação de até 2,5 milhões de empregos formais e informais no país neste ano, segundo economistas consultados pelo jornal Folha de São Paulo.

Em Orçamento
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Em 08/01/2008 14h55
Roberto Requião na Wikipédia:
Trajetória política
Em sua trajetória política sempre foi militante do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), sucessor do antigo Movimento Democrático Brasileiro (MDB), que era o partido de oposição à ditadura militar.
1981 - Elegeu-se deputado estadual no Paraná.
1985 - Elegeu-se prefeito da capital paranaense, derrotando Jaime Lerner. Primeiro prefeito eleito após a ditadura militar.
1989 - Aceitou o convite do então governador Álvaro Dias para assumir a pasta de Desenvolvimento Urbano do Estado do Paraná.
1991 - Foi eleito sucessor de Álvaro Dias no governo do estado.
1994 - Elegeu-se senador pelo Paraná, com mais de dois milhões de votos.
1998 - Foi derrotado por Jaime Lerner, que conseguiu a reeleição para o governo do estado.
2002 - Foi eleito governador do estado, derrotando Álvaro Dias no segundo turno.
2006 - Foi reeleito governador, derrotando Osmar Dias no segundo turno.
[editar] Prefeitura de Curitiba (1986-1988)
Instituição da "ouvidoria geral" e das sub-prefeituras.
Construção da "Via Vêneto", importante elo de ligação entre o bairro de Santa Felicidade e o resto da cidade.
Implantação do "Mercadão Popular", que comercializava produtos da cesta básica para a população de baixa renda.
Criação da "Associação dos Meninos e Meninas de Rua de Curitiba" (Assoma).
Construção de um bom número de postos de saúde e creches.
[editar] Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Paraná (1989-1990)
Criação do "Projeto de Saneamento Ambiental no Paraná" (Prosam).
Execução do programa "Paraná Urbano", que realizou um grande número de obras, atingindo todos os municípios do estado.
[editar] Governo do Paraná (1991-1994)
Obras
Construção da Ferroeste, ferrovia que ligou a cidade de Cascavel ao Porto de Paranaguá, feita em parceria com o Exército Brasileiro (batalhão de engenharia).
Conclusão da Usina Hidrelétrica de Segredo, que conquistou a auto-suficiência energética para o estado.
Duplicação da rodovia Curitiba-Garuva (trecho paranaense da BR-376, que leva à Santa Catarina), conhecida, na época, pelo alto número de acidentes fatais. A obra foi realizada com recursos do estado.
Início da construção da Ponte Ayrton Senna, entre Guaíra (Paraná) e Mundo Novo (Mato Grosso do Sul), que é a maior ponte fluvial do Brasil.
Início das obras da Usina de Salto Caxias.
Programas sociais
"Casa da Família": Construção de sessenta mil pequenas casas de alvenaria, pagas com prestações inferiores a 20% do salário mínimo.
"Escola Oficina": Formação educacional direcionada a menores de rua.
Programas de geração de emprego e desenvolvimento econômico
Isenção de tributos estaduais para micros e pequenas empresas.
"Bom Emprego": Abertura de crédito destinado a pequenas e médias empresas, vinculado à contratação de mão-de-obra.
Programas agro-pecuários e ambientais
"Panela Cheia": Financiamento de plantações agrícolas com prestações calculadas em função do preço de mercado do milho, na data do pagamento.
"Paraná Rural": Desenvolvimento de técnicas para recuperação do solo, posteriormente eleitas como modelo, pelo Banco Mundial.
Programa de melhoria genética das criações de bovinos (gado leiteiro) e ovinos.
Criação de cinco parques ambientais, que duplicaram a área de preservação no Paraná.
[editar] Senador (1995-2002)
A partir 1º de fevereiro de 1995, Roberto Requião assumiu uma das três cadeiras paranaenses no Senado. Requião foi oposição ao governo FHC, defendendo que o Estado não vinha sendo tratado como Nação, mas sim como Mercado. Teve destaque especial na CPI dos Precatórios.
[editar] Governo do Paraná (2003-2006)
Eleição
Na sucessão de Jaime Lerner, em 2002, houve um dos maiores embates políticos da história do Paraná. Antes aliados, agora adversários políticos, Roberto Requião e Álvaro Dias disputaram as eleições para o governo do Estado. Álvaro Dias foi o primeiro colocado no primeiro turno com 1,62 milhão de votos (31,40%) contra 1,35 milhão de Requião (26,18%). No segundo turno, Requião venceu com 2,68 milhões de votos (55,15%) contra 2,18 milhões de Álvaro.
Obras
Segundo o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), no início do governo, em 2003, 40% de toda a malha rodoviária do Paraná estava em condições ruins ou péssimas. No final de 2005 esse índice foi reduzido para 14%. A meta do governo é terminar o ano de 2006 com somente 5%.
Pavimentação da rodovia entre Rio Branco do Sul e Cerro Azul, no Vale do Ribeira.
Melhoria de acesso e inclusão de acostamentos na PR-412, entre Praia de Leste e Balneário Marisol.
No litoral, recuperação completa do trecho entre Garuva e Guaratuba.
Início da duplicação da BR-467 entre Cascavel e Toledo e da Avenida Carlos João Strass, em Londrina (PR-545).
Conclusão do Contorno Norte de Curitiba.
Início das obras da Escola Antônio dos Três Reis, em Apucarana, que será a escola mais moderna do estado do Paraná.
Software livre
Em sua campanha ao governo de 2002 o candidato se mostrou simpatizante ao uso do software livre e sua adoção virou uma grande bandeira do governo, sendo que nesses últimos quatro anos o governo do estado economizou aproximadamente 127 milhões de reais em licenças e contratos de softwares. O valor poderia ser maior se empresas como a Copel e a Sanepar tivessem adotado o software livre.
Outras iniciativas
Segurança Pública: Mapeamento georeferenciado da ocorrência de crimes.
Educação: Paraná Digital, projeto de inclusão digital.
Saúde pública e Receita estadual: Softwares livres de gestão.
Críticas de nepotismo
O governador é acusado pela oposição de nepotismo, por ter diversos familiares ocupando cargos públicos ou assemelhados.
Maristela Requião, sua esposa, é presidente do Museu Oscar Niemeyer (organização social civil de interesse público, sem fins lucrativos e sem relação direta com o governo).
Eduardo Requião, irmão do governador, é superintendente do Porto de Paranaguá.
Maurício Requião, outro irmão, é secretário estadual da educação.
Heitor Wallace de Mello e Silva, primo do governador, é diretor de investimentos e de administração da Sanepar.
João Arruda Júnior, sobrinho, é assessor da Cohapar.
Paikam Salomon de Mello e Silva, sobrinho, é editor da Paraná Educativa.
Polêmicas sobre transgênicos
O governo do estado proibiu o embarque de transgênicos no Porto de Paranaguá. Opositores da medida alegam que a restrição favoreceu a movimentação dos portos nos estados vizinhos de Santa Catarina e São Paulo.
[editar] Reeleição ao Governo do Paraná em 2006
No primeiro turno concorreu com Osmar Dias (PDT), Flávio Arns (PT), Rubens Bueno (PPS) e outros candidatos, tendo recebido 42,8% dos votos, contra 42,6% de Osmar Dias e 9,4% de Flávio Arns.
Foi reeleito no segundo turno por uma apertadíssima diferença de 10.479 votos, equivalentes a 0,2% dos votos válidos (recebeu 2.668.611 votos, contra 2.658.132 de Osmar Dias). É o primeiro governador do Paraná a conquistar três mandatos por eleição direta.

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Termos e condições

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