Comentários


Comentários de José A. da Silva
Em 05/12/2009 14h02
O que é necessário discutir, isento de partidarizar qualquer discussão, é a necessidade de se criar mecanismos anti-corrupção e envolver a sociedade através de suas entidades representativas (OAB, Sindicatos Classistas, ONGs, etc). Por mais dolorido que se possa parecer, a corrupção está, não no gene do brasileiro, mas nas bases institucionais que foram consolidando esse pojeto de nação, desde o período colonial. Sejamos francos e não tergiversemos, a corrupção infectou de tal forma a vida nacional, que é possível percebê-la nas relações mais corriqueiras a sua face sinistra. Não raro, ouvimos máximas para obtenção de algum privilégio como "não seja tolo, ninguém está vendo", principalmente quando na outra ponta encontra-se o bem público, como se ja se tivesse consagrado que, se é do governo, eu devo apropriar-me, já que ele também rouba. Infelizmente, como triste herança de períodos em que uma elite política tornou particular aquilo que por direito é público, assitimos à mais uma cena deprimente para nós que aspiramos a um projeto de nação. Fatos como estes provocam profunda preocupação, sobretudo quando teremos dois eventos que envolverão polpudos investimentos públicos, no caso, uma Copa do Mundo e uma Olimpíada. Se essa for a diretriz, veremos mais uma vez o sonho de investimentos em setores fundamentais irem engordar mais uma vez a conta daqueles que se locupletam dos recursos públicos. E o povo... Ora, o povo é massa de manobra, dos quais só interessam os votos, e só.

Em Escândalo no DF
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Em 12/09/2008 12h29
A cidade de Sampa, como tão bem a rebatizou poeticamente Caetano Veloso, necessita de alguém que tenha sensibilidade e vontade política para equacionar o graves e desafiantes problemas, grande parte deles localizados nos bolsões de pobreza das periferias esquecidas dos projetos políticos eleitoreiros. As gestões petistas, ainda que não tenham equacionado definitivamente o caos social paulistano, ao menos reconfigurou a cidade através da inserção social de projetos ousados como os da gestão de Marta. É inegável que o olhar de modernidade da ex-prefeita, a sua vontade de quebrar o paradigma arcaico do modo de gerir as instituições públicas a habilitaram a continuam a habilitá-la para o cargo de prefeita da maior e mais significativa cidade da América Latina. Não se esqueçam de que o que pratica em S. Paulo e copiado pelo resto do país, daí a responsabilidade dos paulistanos na escolha de alguém sensível, perspicaz e sobretudo seguro de um projeto capaz de minimizar o fosso social entre ricos e pobres. Em frente, Marta!

Em Debate da Band
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