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Em Crise nos EUA
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Sr. Fernando Henrique, ter sido crucificado já não foi sacrifício suficiente para Ele? Nem Buda correria esse risco.
Nesse sentido, o delegado Protógenes poderia se identificar perfeitamente com Confúcio, promovido a Grande Oficial de Justiça em sua província (algo equivalente à PF no império chinês), pois, enquanto o delegado passou 4 anos montando o caso contra Dantas, o sábio chinês passou 13 anos como Grande Oficial tentando convencer os senhores feudais daquela época a implementar a utopia do "estado como um bem público".
Só que, num ponto, Confúcio se 'confundiu'. Disse que, para o País prosperar, era necessário que os que produzem riquezas fossem numerosos e os que as devoram deveriam, ao contrário, ser poucos. Só que esses poucos, aqui, impunemente causam prejuízos de bilhões à sociedade...Alguém aqui disse, com propriedade, que o Cacciola havia se precipitado ao fugir.
Quem poderá um dia dizer que nosso país é efetivamente o país das oportunidades e da meritocracia e não dos 'oportunistas' e das oligarquias? Quem sabe um neto, bisneto ou, quiçá, tataraneto...
Em Operação Satiagraha
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Em Mensalão
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Em Morre Ruth Cardoso
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E fizessem o mesmo para armas de fogo e munição.
Em CSS
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Sr. Marcato, se formos levar em conta a carnificina, porque não nos referirmos aos incontáveis milhões de brasileiros vítimas da violência, das péssimas condições de nossas estradas, de nosso sistema de ensino que impele muitos para o crime, enfim, dessa carnificina que ainda continua a acontecer por conta dessa corrupção que assola nosso País desde tempos imemoriáveis?
Em Venda da Varig
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Excelente idéia. Da mesma forma que a pessoa se declara não doadora de órgãos, porque não colocar também na carteira de identidade algo como "Vedado Tratamento Biogenético"?
Em Células-tronco
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Pois é, Sr. Buss, às vezes a frustração com a classe política é tão grande que muitos políticos deveriam simplesmente seguir Jefferson Peres, já que não souberam aprender com seu exemplo.
Em Desvios no BNDES
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O campeonato ficaria assim, no antigo sistema: 1) Hamilton - 32 pts, 2) Massa e Raikonnen - 30 pts, 3) Kubica - (distantes) 22 pts.
Agora, com o sistema atual, o Kubica está apenas um ponto atrás do Massa, mesmo sem vencer corrida alguma...
Deveriam valorizar quem vence mais, quem se arrisca mais...
Fico a pensar que, se esse sistema de pontuação da F-1 de hoje fosse transposta ao futebol, 1,5 pts seria dado ao vencedor de uma partida, 1,25 ponto para o empate e 1 para a derrota...
Em Fórmula 1
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Por falar em Alonso, quando viu que não tinha espaço em uma equipe inglesa com um excelente piloto também inglês, optou por salvar sua dignidade, mesmo sabendo que teria que abdicar de lutar pelas vitórias, e voltou para a Renault. E ainda assim, não fosse a precipitação ontem, teria feito uma excelente corrida.
Enfim, as parcas conquistas do Barrichello na Stewart devem ser muito mais valorizadas do que as vitórias obtidas pela Ferrari (não chegaram a dois dígitos, contra três dígitos de GPs disputados, grande coisa). E, convenhamos, a Honda só não ficou atrás da Forte India graças ao Raikonnen. É para comemorar?
Em Fórmula 1
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Em Marina Silva
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Tanto sua sugestão quanto a da Sra. Yvonne, são válidas, mas porque não passarem primeiro por nossas autoridades, para depois prestarem contas com Deus? Até porque quem rouba do erário contribui indiretamente para muitas de nossas mazelas.
Assim, quando chegarem (se chegarem) ao outro lado, que respondam por seus crimes diante das pessoas que morreram devido a condições precárias em nossos hospitais, ou então diante dos que acabaram vítimas de acidentes em nossas estradas mal conservadas, ou mesmo diante dos policiais que sucumbiram perante o melhor armamento da marginalidade ou por conta da corrupção de seus pares.
Em Cartões corporativos
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Em Grau de Investimento
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Sir John Major, de fato, foi muito competente. Combateu a inflação que nem a Thatcher conseguiu debelar e assegurou o status especial de Hong Kong - um dos maiores centros financeiros do mundo - quando os chineses o receberam de volta, em 1997.
O sucesso de Major, em grande parte, pode ser creditado a uma instituição do quase milenar. Parlamentarismo britânico: os "shadow cabinets".
Nos países parlamentaristas, as campanhas políticas são bem mais curtas, podendo chegar a durar apenas algumas semanas. No momento das eleições, o eleitorado já conhece os candidatos, os partidos, suas plataformas políticas e até mesmo o ministério dos 2 maiores partidos. Isso ocorre porque o segundo maior partido nas urnas também nomeia quem será seu primeiro-ministro e os ministros das demais pastas, que irão ocupar seus cargos quando o partido vencer as próximas eleições. Assim, enquanto Thatcher governava de 1979 a 1990, a oposição já tinha um ministério pronto para assumir quando a Dama de Ferro saísse do poder.
Desta forma, os eleitores lá não escolhem apenas entre dois candidatos ou dois partidos mas, de fato, entre dois governos. Aqui, olhando para os dois lados, vejo como exemplos uma ministra histriônica, que no auge do caos aéreo, nos presenteia com aquela singela recomendação e, por outro lado, um governador, que largou no meio do mandato a maior prefeitura e irá largar o estado para tentar a presidência. Assim, fica difícil sua comparação.
Em Cartões corporativos
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Espero que quem tenha votado no Clodovil e agora pensa em eleger vereadora a bela japonesa do Pânico, assim como o estilista Rolando Esper ou Gretchen prefeita de Itamaracá (PE), tenham lido sua mensagem em relação às despesas de um parlamentar e se convencido a não fazer mais bobagens com seu voto e nosso dinheiro. Só faltou dizer a quanto de combustível estes parlamentares têm direito.
Por falar em gasolina, com as descobertas recentes da Petrobrás, teremos a oitava reserva mundial de petróleo. Que essa riqueza obtida não nos transforme em um típico país governado por xeiques e marajás, e que ela também não atrase medidas importantes e de efeito duradouro, ao contrário desses futuros poços...
Em Cartões corporativos
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Sr. Spencer,
O Deputado tem razão. Pode até não custar nada à União, mas com certeza custará nosso orgulho.
Por essa sua justa raiva, reitero o pedido de fazermos nossa parte para conter o desperdício de dinheiro público.
Como? Deixando de votar em ex-jogadores de futebol, cantores, atores, costureiros, estilistas, participantes de Big Brothers, enfim, toda aquela gama de aventureiros que, enfim, não souberam aproveitar seus dias de glória e que contam com nossa descrença e ceticismo para se locupletarem também com os polpudos salários e verbas a que os parlamentares têm direito.
Assim como livrarmos dos deputados que ficam cinco, seis, sete, oito mandatos seguidos sem apresentar algum projeto relevante, e que alugam seu voto em troca de (nossas) verbas para projetos que os perpetuarão em nossas casas legislativas.
Em Cartões corporativos
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Sr(t)a. Anatalia, para começarmos a ver o dinheiro público como nosso, da mesma forma que condenamos o desvio de verbas, temos que fazer nossa parte, sendo cidadãos.
Por exemplo, porque não pararmos com a depredação de nosso patrimônio público? Pois, além de evitarmos o prejuízo causado pela destruição em si, talvez evitemos também uma brecha para nossos administradores públicos abrirem licitações caras e/ou fraudulentas para consertar o que nós destruímos.
Afinal, não basta considerarmos nosso o dinheiro. Temos que considerar muitas outras coisas desse País como nossas, para que nosso dinheiro, retirado de nosso esforço por alíquotas encontradas em países escandinavos, não se esvaia em desperdício, tanto no sentido de ir para quem não deve quanto para o que não deveria ter ido.
Em Cartões corporativos
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Em Cartões corporativos
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Sr. Hanashiro, é deselegante comentar sobre os erros gramaticais de nossos colegas aqui no forum, mas, enfim, vou abrir uma exceção e listar algumas incorreções em sua mensagem:
a) Exceção, e não exceSSão.
b) Fissurados, e não fiSurados.
c) Chulas, e não Xulas.
Nem vou comentar sobre os erros de pontuação, até porque esse também é meu ponto fraco.
Muitos colegas aqui, de fato, cometem alguns erros. Contudo, se nos permitmos subtraí-los durante a leitura e, principalmente, prestarmos atenção no que eles têm a dizer, acredito que tais erros sejam mais do que compensados pelas opiniões embasadas e coerentes de pessoas cuja experiência de vida suplantam em muito a minha.
Um bom dia para o senhor.
Em Cartões corporativos
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Fico então a imaginar nosso caso, Sr. Barata, em que temos concedido oito anos para teste ultimamente. E nada de reforma tributária, a despeito de conquistas recentes...
Em Cartões corporativos
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