Comentários


Comentários de Margot Nóbrega
Em 26/02/2009 02h41
Espero, também, que o senhor Ministro trate do caso do menino Sean Goldman, filho de pai americano sequestrado pela mãe, brasileira.
Ela pediu o divórcio do primeiro marido só quando chegou ao Brasil, e impôs ao pai da criança a condiçào de só voltar a ver o filho se concedesse a ela, em decisão unilateral, a custódia de Sean.
Ela morreu, aqui, no ano passado, e a família Lins e Silva (do padrasto de Sean) tem usado de todos os recursos jurídicos - legítimos ou não - para impedir que o pai reobtenha a guarda da criança de oito anos.
E então, senhor Ministro Celso Amorim?
Por ora, mais que de interesse apenas brasileiro e americano, isso é de interesse humano! O Brasil que faça valer o que acordou na Convenção de Haia na área de Direito de Família Internacional, por meio do próprio senhor Paulo Lins e Silva, "avô" de Sean!

Em Governo Obama
sem opinião
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Em 29/08/2008 17h44
Parece-me que há uma dissociação falaciosa entre Ciência e Fé. Pretender que a Igreja seja simplesmente autoritária em relação a casos críticos da medicina é fechar qualquer porta de diálogo com uma instituição que pode e dever estar, sim, apta a avaliar cada caso. À Igreja cabe o julgamento próprio de questões morais, e nisso precisa haver interesse também dos fiéis, e não simples monólogo de "achismo" de si para consigo mesmo. A Igreja é apoio, e não carrasco.
Quanto ao pensamento puramente cienficista pró-aborto, o que se nota nele é aquele velho pensamento higienista, de eugenia, que busca deixar artificialmente o mundo mais bonito, mesmo à custa de sofrimentos psicológicos que cedo ou tarde aparecem entre os envolvidos, especialmente a mãe. É importante que quem defende a Ciência - e pensa defender a vida - relegando a moral a um plano secundário, distinto do indivíduo humano, corre o risco sério de ver, no futuro próximo, uma sociedade de gente "com tudo no lugar". mas ainda mais individualista, sem princípios nem escrúpulos.

Em Aborto de Anencéfalos
12 opiniões
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Em 27/08/2008 20h35
É preciso que se compreenda que a mãe deve ser fiel depositária de uma vida que lhe foi confiada. O bebê é da mãe, mas a vida dele, não, portanto não é direito da mãe tirar a vida da criança,
Além do mais, se até no diagnóstico da anencefalia se cogitam erraos, vidas - inclusive as das mães - podem padecer por enganos médicos.

Em Aborto de Anencéfalos
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