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As explicações que vocês me deram não estão a contento e, pelo que consta na Reportagem, não foram apenas dois funcionários que receberam presentes da Telefônica, foram em número maior, inclusive uma moça recebeu um aparelho telefônico. Havia muitos funcionários presentes nesta “Reuniãozinha”, PROCON/TELEFONICA, que merece ser mais bem explicada ao público, muito mais do que, a desculpa que “o fato de haver um relacionamento contínuo, criam-se vínculos de amizade e camaradagem”. Particularmente, eu não tenho por hábitos relacionar-me com bandidos e é assim que considero a Telefônica. Uma empresa que é considerada a pior empresa da Espanha, ganhou a concorrência em São Paulo. Desde que se instalaram aqui. As tarifas telefônicas aumentaram assustadoramente, o caos se instalou e, no PROCON, vêem-se na grande maioria das mesas, reclamações da mesma. E vocês vêem me dizer em “relacionamento amigável?” Me acredito que, numa sociedade podre e hipócrita como a que vivemos hoje é natural, mas em se tratando de um órgão que pretende defender a Defesa e a Cidadania, isso jamais deveria acontecer porque nos leva a crer que, ao menos no meu caso, aonde o PROCON vem dificultando ao máximo, uma solução para o problema que tenho enfrentado com a Telefônica há quase um ano; ocasião em que os funcionários da área técnica do PROCON alegam que pelas inúmeras reclamações decidem por telefone mesmo.
Leiam com cuidado a Reportagem da folha de São Paulo de hoje, e verão que tenho razão. Causa-me estranheza que qualquer funcionário do PROCON vá participar de alguma reunião, com direito a almoço que, graças a Deus, a Folha de São Paulo denunciou, porque se não fosse notificado na imprensa ficaria por isso mesmo. Ou seja, comemos no mesmo prato: partilhamos das mesmas coisas, das mesmas idéias e somos coniventes com os mesmos ideais. A lei do jeitinho brasileiro.. . Repito: eu não tenho por hábito, reunir-me com bandidos.
Por coincidência, recebi hoje a minha conta telefônica, mais uma vez errada, diferentemente do que a Telefônica acertou com o PROCON. Repito que, estranhamente este Órgão de Defesa do Consumidor insiste para que eu procure a justiça comum, claramente “lavando as mãos”, sem me ouvir pessoalmente, sem acertar entrevista e mostrar cara a cara o problema vergonhoso que estou tendo com a Telefônica. Pois bem, informo-lhes que, posso até procurar mas estarei munida de uma arma poderosa que é a reportagem publicada no dia de hoje que demonstra claramente a conivência PROCON/TELEFONICA em dificultar a resolução por completo dos casos.
Informo-lhes ainda que, hoje consultei um advogado sobre a possibilidade de entrar com uma “Ação Civil Pública” com relação a essa “estranha festinha” PROCON/TELEFONICA, como também para pedir explicações ao governo do Estado de São Paulo sobre o acontecido.
Mariza Alcântara.
Em Telefônica promove "festinha" para Procon
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Com relação á reportagem veiculada na Folha de São Paulo, edição de 07.12.2007, gostaria de manifestar o meu repúdio com relação à prática utilizada pela Telefônica de premiação aos funcionários do PROCON, do tipo, “toma lá, dá cá”, jeitinho esse, que infelizmente faz parte do cotidiano brasileiro. Talvez, seja por isso que o meu problema junto à Telefônica, que venho tentando resolver desde fevereiro deste ano, não se desenrola e o PROCON agora alega que devo procurar aos órgãos da justiça comum para resolver.
Sinto-me traída por mais um órgão do governo que é para ajudar ao cidadão e de repente, descobre-se que compactua com a sujeira e às bestialidades que a Telefônica provoca em nossas vidas, desde que se instalou em São Paulo.
Tenho um processo que se arrasta desde o início do ano entre PROCON e telefônica, com relação ao Speedy. Foi feito um plano, a Telefônica alterou o nome do plano e o valor, telefona dizendo que vai regularizar, manda cartas dizendo que vai regularizar, mas a conta vem errada e isso vem se arrastando desde o começo do ano. Prometeu um desconto de 50% a partir de agosto, mas as contas vêm com o valor normal. O PROCON já me ajudou, mas agora manda que eu procure a justiça comum, a última carta que recebi do PROCON no dia 14.11.2007 diz que estão esgotadas as tentativas. Mas veja bem, eu não estive frente a frente no setor técnico do PROCON na Rua Barra funda junto com ninguém da Telefônica. As coisas são discutidas, prometidas e não compridas, via telefone. E o PROCON considera resolvido. Estou disposta a denunciar este meu caso em todos os jornais de grande veiculação porque considero abominável a situação em que me encontro, de não solução e, cada vez mais, agravamento do problema.
Atenciosamente,
Mariza Alcântara
Em Telefônica promove "festinha" para Procon
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