Comentários


Comentários de Mauro Ribeiro
Em 11/09/2009 17h34
Aos preconceituosos, classistas porem inefetivos fica aqui um alerta. O Lula sempre foi e sempre vai ser do povo. Seu discurso tem erros de portugues e quando ele fala ao povo, vai falar quase que como a criancas. Isso e linguagem e propaganda mesmo. Mas, o que nao se deve perder de vista e o excelente trabalho da equipe tecnica que acertadamente soube colher os bons frutos da politica de aperto de cintos do FHC e melhorar programas que ainda eram incipientes na sua epoca. O lula e estadista e estadista do povo. Quem o ficar criticando por causa das suas bravatas, vai so perder tempo.
Ass: alguem que vai votar no PSDB proximas eleicoes, para que, apos o periodo de crescimento que temos (e ainda vamos) experimentado seja equilibrado com um periodo de ordem na casa de pagamento de dividas de investimento.

Em Crise no Brasil
sem opinião
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Em 11/09/2009 14h05
Concordo com a opiniao do Sr. Vieira quando ele diz que nos ultimos governos, apesar dos imensos descalabrios observados (confico de poupancas, rombos na previdencia, mensalao, Sarney (nao podemos esquecer deste nas proximas eleicoes)), houve sim concordancia e continuidade em politicas. Colhemos os frutos hoje, quando vemos indicadores tao importantes, tais como o consumo de energia no Nordeste e maior do que no Sudeste (pela primeira vez na historia). Ao inves de uma populacao de mendigos, as transferencias diretas de recursos a familias pobres tem tido um efeito explosivo, nao so no aumento do consumo, como tambem no aumento das condicoes reais de vida. Este e um efeito muito mais frutifero para as proximas geracoes, do que manter o dinheiro preso no Tesouro Nacional ou nas maos de banqueiros.
Acredito qeu o proximo governo (espero qeu do PSDB) vai ter que obrigatoriamente manter e ate aprofundar essas politicas sociais que vem atualmente postas em pratica.
Contudo, nao podemos nos esquecer de certos nomes que nao podem mais ter espaco neste Jornal. Nas proximas eleicoes temos que demitir esse pessoal de qualquer cargo publico.

Em Crise no Brasil
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Em 09/09/2009 18h56
O Brasil esta entrando no cenario mundial como um player mais forte, especialmente depois dessa crise. Ficaria um pouco preocupado se esse momento estivesse sendo enxergado apenas como uma grande oportunidade aumentar a sua participacao mundial no prejudicial mercado de commodities. Negociacoes (ainda que conturbadas pelo carater populista mas as vezes aparentemente inocente do Sr. da Silva) como essas dos armamentos, ou mesmo a corrida do Pre-Sal mostram que a tendencia e de que os interesses privados internacionais serao bem vindos ao nosso pais a medida em que os mesmos trouxerem nao so empregos (que hoje existem, e amanha sao cortados por um robo), mas tambem investimentos e tecnologia que gera divisas a longo prazo.
Neste processo, nao ha um modelo puro a ser seguido. Embora a iniciativa privada tenha em seu favor uma maior competitividade, e imprescindivel que o Estado brasileiro tome parte importante (senao majoritaria) neste processo, pois so o mesmo e dotado de recursos o bastante para alavancar o aumento da influencia do Pais e para a sua canalizacao mais direta para o saneamento dos problemas seculares de pobreza que a imensa maioria dos brasileiros enfrenta. E claro que o ponto negativo de se ter um estado forte e a corrupcao e a ineficiencia que devem tambem ser controlados. Mas para isso, penso que o atual governo deva ser transformado em OPOSICAO a partir das proximas eleicoes. A nao permanencia no poder exalta a vigilancia entre situacao e a oposicao.

Em Pré-sal
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Em 09/09/2009 14h29
Interessante o comentario do Sr. Clovis Melo. Eu tambem concordo que o Estado deve concentrar-se nas atividades basicas. Primeiro porque e impossivel gerir tudo ao mesmo tempo de maneira eficiente. Segundo porque os resultados que temos visto - a diferenca entre o Brasil que poderia ser, e o que realmente e - e mais que gritante.
Quanto ao Pre-Sal, sou a favor sim de um controle majoritario por parte da Petrobras, contanto que:
a- esse dinheiro seja canalizado DIRETAMENTE para areas basicas (Educacao e Saude).
b- um fundo soberano INTOCAVEL seja criado, para que a nossa economia adquira valor e poder de barganha.
c- Na partilha de direitos sobre o Pre-sal seja ainda atraente para um grupo (quanto maior e pulverizado melhor) de empresas possa agir. Isso podera garantir a divisao dos custos e a competitividade, tao saudavel para a nossa Petrobras.
Sou a favor sim de um controle major

Em Pré-sal
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Em 09/09/2009 13h34
O que acabamos de presenciar no ultimo 07/09 foi a pratica da tecnica Diplomacia Pendular. Ha muito tempo que o Brasil se deu conta de que tem peso e poder para sair da esfera de influencia puramente americana para buscar parceiros em outras paragens (nao so na Europa) como tambem no resto dos Bric e em outros paises emergentes. Infelizmente outros paises importantes como Argentina e Mexico ainda nao atingiram patamares suficientes para emular o caso brasileiro. O unico perigo e que essa diplomacia pendular nao seja feita as expensas de um valor igualmente importante, que e o do respeito a acordos formais e, principalmente, respeito aos contratos. Neste caso, temo pelo carater agregador e algo simplista do Sr. da Silva que, se em outras esferas e, e tem sido essencial para a sua politica, nesta esfera das relacoes internacionais pode trazer ao pais descredito. Em outras palavras, todo cuidado tinha de ser tomado nos dialogos com Paris. Mas, uma vez que um "sim" formal e sem ouvir as prelecoes dos tecnicos tenha sido dado, nao se pode mais voltar atras, mesmo a custa de grandes prejuizos.
Quanto a necessidade de estes gastos com Defesa, do ponto puramente logico, no nosso pais esse dinheiro teria muitos outros fins mais nobres (como o fortalecimento do programa Fome Zero). Mas, do ponto de vista Diplomatico, e essencial para a manutencao do equilibrio no nosso sub-continente. A menos que o processo democratico seja reestabelecido em Caracas, Quito e La Paz.

Em Acordo Militar
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Em 04/09/2009 10h17
Os maiores produtores mundiais de etanol sao EUA, Brasil e India (ou China). Esse ranking esconde entretanto que ha diferencas gritantes nos modos de producao, principalmente entre EUA e Brasil. O etanol americano vem do milho (que e um insumo direto na producao de carne). Como a produtividade e menor (presenca de inverno, a propria natureza da planta, custos de transporte, mao de obra etc), para ser competitivo, o etanol americano dispoe de gordos subsidios e de reserva de mercano na Europa, principal comprador. O Etanol brasileiro, entretanto, e muito mais competitivo (pelo fato de a produtividade naquele pais ser muito maior) e, alem disso, seu cultivo nao envolve um produto diretamente ligado a cadeia produtiva de alimentos (bois e porcos nao chupam cana e as areas de plantio de cana nao invadem areas de producao de alimentos).
Conclusao: o maior causador da alta de precos dos alimentos nao podem ser os paises tropicais, cuja a produtividade agricola e naturalmente alta. A grande inflacao nos precos dos alimentos e, em ultima analise, resultado do alto custo dos subsidios e reservas de mercado que os paises ricos (EUA e Comunidade Europeia) praticam.
Todos sabem disso, eles tambem. Vamos ver ate quando eles vao poder manter falacia.

Em Crise dos Alimentos
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Em 04/09/2009 10h05
Eu acho que e um passo razoavel e ate natural, esse de aumentar a participacao da Uniao no controle da Petrobras. Nao devemos esquecer que esse seria o meio mais direto (nao estou dizendo confiavel) de que o cidadao la de Rio Branco (AC), por exemplo, possa sentir os beneficios do aporte financeiro proveniente do pre-sal, seja porque seu filho vai a uma escola publica decente (com professores bem pagos, bem preparados e motivados), seja porque o salario que ele recebe passe a aumentar, ja que a empresa em que ele trabalha vai crescer porque nao vai ter tanta carga de impostos ou juros altos.
Sou favoravel a essa proposta desde que haja garantias de que o aumento na participacao do governo seja refletido em:
- regularizacao do deficit orcamentario;
- reducao da carga tributaria no longo prazo;
- fortalecimento das politicas de transferencia de riqueza;
- Instituicao de um Sistema Educacional Basico com salarios competitivos que atraiam os melhores profissionais do mercado.
- formacao de um fundo soberano intocavel, como a China e a Noruega fazem com seus supervits.
Se isso fosse proposto em decadas anteriores, minha opiniao seria contraria. Mas acho que atualmente, a sociedade como um todo esta mais politicamente consciente, de modo que o voto sera cada vez mais a garantia de que esses objetivos serao alcancados.
Se isso acontecer, entao teremos dado como contribuicao nossa contribuicao positiva a este mundo, enquanto Pais.

Em Petróleo
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Em 03/09/2009 13h35
E realmente enervante esse processo. Por um lado, forcas tanto no Executivo quanto no Legislativo(principalmente a area tecnica) realmente pensam que a monetizacao desta reserva de petroleo deve ser monetizada o mais rapido possivel. Isso poderia cobrir as profundas dividas (tanto as financeiras quanto as sociais) e alavancar o pais (e, com a atual chancelaria, ate a regiao) a um novo patamar de desenvolvimento.
Por outro lado, e claro, ha o fisiologismo, a luta pelo poder (e pelos votos), que fazem com que votacoes tao importantes quanto essa fiquem para um segundo plano. Mas, se mais para perto do final do ano, surgir uma mocao para aumento de salarios, a votacao sera feita quase que overnight...
Como disse, e enervante. Mas pelo menos, quando ha esse equilibrio de forcas (nem sempre voltadas para o bem comum e para o bom senso), as decisoes mais acertadas tendem a ser tomadas. Seria muito melhor do que um Executivo forte e um Legislativo subserviente, como e o que vemos em outras regioes do nosso subcontinente.
Isso e Democracia real.

Em Pré-sal
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