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A título de qualquer incrementozinho no IBOPE ela perde o senso da razoabilidade e da proporcionalidade: usa e abusa das pessoas, de seus sentimentos e de sua boa-fé.
Na verdade, ela não conhece limites éticos para atingir o seu desiderato.
E não me venham dizer que essa bestial inclinação pelo sensacionalismo exacerbado quer significar uma corrida natural ao furo jornalístico. Pois, as suas gestões enfadonhas nem são furos e muito menos jornalismo. Talvez, arroubos da espécie "mundo-cão", tão protagonizados pelos seus precursores Ratinho e Márcia Goldsmith.
Na verdade, neste caso de evidente flagrante contra o respeito aos mortos (vilipêndio a cadáver) o Ministério Público deveria intervir energicamente, apurando responsabilidades.
Em Sônia Abrão
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