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O apagão "é caso encerrado", disseram os ministros Lobão e Dilma.
"Dilma admite que Brasil não está livre de blecautes".
Porreta! Simples, muito simples: põe-se a culpa em São Pedro e caso encerrado e pronto! Ponto final!. Os incompetentes não se reconhecem como tais. E, mais uma vez, sobra para São Pedro. Na gestão FHC atribuiram-lhe culpa por ser indiligente, por não enviar chuvas. Agora imputam-lhe culpa por mandar chuva acompanhada de fortes ventos e raios. Nada mais confortável do que atribuir culpa a São Pedro: não podemos tomar-lhe satisfações. E nós, hipocritamente, acabamos por nos convencer que a culpa é mesmo do santo e que devemos nos contentar, pois se ele agiu das formas que lhe atribuem foi por ordem do Superior.
Que venham os apagões e as mesmas desculpas.
Imaginem se estivéssemos sujeitos às intempéries que frequentemente afligem os japoneses!
Em Blecaute no país
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Em Confronto no Rio
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Pelo perfil do aluno, não era de se esperar que lhe fosse distribuído dever de casa de maior complexidade. Num país onde criminosos que atentam contra o maior bem do ser humano - a vida - e constrição judicial alguma estão sofrendo, como é o caso do jornalista Pimenta Neves, que covardemente assassinou sua ex-namorada, é um absurdo privar da liberdade uma jovem por furtar cremes. A decisão de primeira instância foi justa; na medida da falta cometida pela ré. O Ministério Público gaúcho hipocritamente recorreu da decisão. E não se diga que foi por dever de ofício, pois houve condenação. Foi hipocrisia mesmo. O STJ foi de incompreensível rigor ao transformar a pena de prestação de serviços em privativa da liberdade. A sociedade brasileira espera essa fidelidade às letras da lei quando de julgamentos que envolvam figurões como Daniel Dantas. O ministro Toffoli nada mais fez do que aquiescer ao acertado julgamento de primeira instância. Poupados, pois, foram os neurônios do neo-ministro.
Em Judiciário
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Toffinho, companheiro, mostre que você é independente, imparcial, que você não é pau mandado, que você julgará com tua consciência, que não obedecerá sugestões do Ministro Tarso ou de quem quer que seja; nem mesmo do Presidente da República. Tua primeira chance para provar isto será o julgamento do Battisti. Portanto, vote pela sua não extradição. CONTRA A EXTRADIÇÃO, VIU?
Em Judiciário
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Era o mínimo que se poderia esperar da maior autoridade judiciária do Brasil. Com isso ele está chamando a atenção de quem já deveria ter tomado alguma atitude, ou seja, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro petista, amigo do Presidente Lula e por ele indicado para o STF, Carlos Ayres Britto.
O Lula tem se mostrado um verdadeiro 'TIRANO'SAURO: atropela leis, costumes, ética e até a nossa lei maior, a Constituição Federal - como fez com a indicação do já ministro Toffoli -, e ninguém neste País se insurge contra suas transgressões.
Nós estamos no mato sem cachorro. Até nossa mídia, de quem se poderia esperar, por uma obrigação social, críticas contundentes contra as posturas ilegais, imorais e antiéticas do Presidente, quando não silente, se mostra covarde, como na manchete acima: "... SUPOSTA CAMPANHA ...". Suposta? Mais explícita do que está sendo? Só cego e surdo não percebe. Nossa imprensa é cega e surda ou conivente?
O ministro Gilmar Mendes, em matéria de antiética e imoralidade, se equivale ao Presidente Lula. Temos certeza, fez essa observação constrangido; a fez por dever de ofício.
Em Eleições 2010
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Era o mínimo que se poderia esperar da maior autoridade judiciária do Brasil. Com isso ele está chamando a atenção de quem já deveria ter tomado alguma atitude, ou seja, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro petista, amigo do Presidente Lula e por ele indicado para o STF, Carlos Ayres Brito.
O Lula tem se mostrado um verdadeiro 'TIRANO'SAURO: atropela leis, costumes, ética e até a nossa lei maior, a Constituição Federal - como fez com a indicação do já ministro Toffoli -, e ninguém neste País se insurge contra suas transgressões.
Nós estamos no mato sem cachorro. Até nossa mídia, de quem se poderia esperar, por uma obrigação social, críticas contundentes contra as posturas ilegais, imorais e antiéticas do Presidente, quando não silente, se mostra covarde, como na manchete acima. "... SUPOSTA CAMPANHA ...". Suposta? Mais explícita do que está sendo? Só cego e surdo não percebe. Nossa imprensa é cega e surda ou conivente?
O ministro Gilmar Mendes, em matéria de antiética e imoralidade, se equivale ao Presidente Lula. Temos certeza, fez essa observação constrangido; a fez por dever de ofício.
Em Eleições 2010
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Meu caro RODRIGO FAGUNDES - 13/10/2009 13h52, estás redondamente enganado. Muitos trabalhadores brasileiros têm mais de R$50.000,00 na poupança. Muitos, a meu exemplo, têm porque anos a fio poupam. Poupam! Não especulam com esse dinheiro! E assim o fazem se privando de muitos prazeres de que poderiam gozar se necessidade de poupar não tivessem. Poupam porque não têm uma previdência social que lhes assegure numa eventualidade uma assistência médica digna; poupam porque não podem fazer uso dos hospitais postos à disposição do presidente, ministros, assessores e seus familiares; poupam porque não podem pagar os planos de saúde que custeiam para senadores, deputados, seus familiares e assessores. Portanto, poupam vislumbrando a possibilidade de virem a necessitar de um internamento num hospital particular, torcendo para que não venham a precisar dos cuidados de uma UTI.
O governo tem como identificar os reais poupadores.
O Lulinha "Paz e Amor", por enquanto, antevendo prejuízos eleitorais, descartou a taxação. Mas sua predileta, a Dilma "Pit-Bull", já demonstrou a simpatia que tem pela medida.
Em Eleições 2010
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Sem caixa? Como sem caixa? Tem dinheiro para financiar o MST; tem dinheiro para financiar campanha da Dilma; tem dinheiro para emprestar ao FMI; e, tem dinheiro até para financiar a campanha de reeleição do Evo Morales, para o que, em agosto p.p., assinou autorização de financiamento de 332 milhões de dólares para a construção de um a rodovia de 306 Km destinada ao escoamento da cocaína boliviana. E agora sai com essa de estar sem caixa e resolve segurar as restituições do IR, que, na realidade, na grande maioria, não é restituição de imposto sobre renda, mas, sim, devolução de salário do trabalhador que não deveria sequer ser retido.
Em Crise nos EUA
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Por que acreditarmos no doutor Toffoli? Por que não admitirmos que ele usa do mesmo expediente das "bravatas" para galgar um assento no STF? Nomeado ministro-juiz do Supremo, mais grato deverá ficar ao Presidente Lula. E não deixará de ser petista. É claro, não militará explicitamente por impedimento legal. Dar-se-á por impedido para julgar feitos de interesse do presidente Lula e do partido a quem serviu por muito tempo como causídico. Mas sua inserção no STF é estratégica. Agora, no calor das indignações por sua nomeação, não julgará, mas não deixará de levar as recomendações do Presidente e do partido a seus pares. É a contraprestação que deverá ao Lula e ao partido pelo presente recebido. Mais tarde, com outros companheiros na presidência da República (pelo andar da carruagem, por muito tempo veremos nosso Brasil sob o jugo dos petistas), não só continuará transmitindo as recomendações do partido como também julgará sem qualquer constrangimento
Em Judiciário
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"Ser advogado de Lula não faz mais parte da minha vida".
O doutor Toffoli deve muito de sua ascensão profissional ao PT e, especial e particularmente, ao Presidente da República. A filosofia do partido e de sua maior expressão pessoal, o Lula, é que de todos os meios - morais e imorais - "o companheiro" deve se valer para a consecução dos objetivos do partido. Isso ficou evidenciado quando Lula, já presidente e completamente afastado das proposições que o levaram a ser eleito, e aderindo por completo aos planos, especialmente o econômico - deixando de lado ilações do Mercadante, que para tudo tinha solução - do governo anterior, cobrado sobre as promessas feitas quando candidato disse em alto e bom som para os quatro cantos do País que as mesmas não passavam de bravatas de campanha eleitoral.
Por que acreditarmos no doutor Toffoli? Por que não admitirmos que ele usa do mesmo expediente das "bravatas" para galgar um assento no STF? Nomeado ministro-juiz do Supremo, mais grato deverá ficar ao Presidente Lula. E não deixará de ser petista. É claro, não militará explicitamente por impedimento legal. Dar-se-á por impedido para julgar feitos de interesse do presidente Lula e do partido a quem serviu por muito tempo como causídico. Mas sua inserção no STF é estratégica. Agora, no calor das indignações por sua nomeação, não julgará, mas não deixará de levar as recomendações do Presidente e do partido a seus pares. É a contraprestação que deverá ao Lula e ao partido pelo presente recebido. Mais tarde, com outros companheiros na presidência da República (pelo andar da carruagem, por muito tempo veremos nosso Brasil sob o jugo dos petistas), não só continuará transmitindo as recomendações do partido como também julgará sem qualquer constrangimento.
Em Judiciário
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Pronunciamento indigno de ser proferido em aula inaugural para iniciantes do estudo do Direito.
A Constituição Federal não é vista por ele como nossa Lei Maior; como norma fundamental de organização do País e de seu povo; como norma estruturadora e delimitadora do poder político do Estado brasileiro e garantidora de direitos fundamentais de nossos cidadãos. É vista , como assim o faz o Presidente da República, como um instrumento desprezível. Só deve ser observada quando conveniente for. Quando não agasalha a pretensão de um determinado interesse, como agora a indicação do doutor Toffoli, deve ser havida como de somenos importância. O doutor Toffoli deixou claro seu exíguo e inadequado vocabulário. Não só por uma vez repetiu "regras do jogo", como se a Constituição fosse um estatuto regulador de algum jogo: de futebol, voleibol, de basquetebol, ... O Supremo Tribunal Federal é, pois, por ele havido como o guardião da nossa Carta Magna, mas como um guardião das "regras do jogo". Pergunta-se: regras de que jogo? Diante da trajetória do doutor Toffoli, supõe-se que sejam aquelas de conveniência de quem o indicou: regras do jogo de interesses.
Em Judiciário
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Não bastasse o Lula para tentar subverter a ordem jurídica brasileira (o que conseguirá - com o apoio do presidente do Senado Federal e do presidente do Supremo Tribunal Federal ), agora aparece um vigário metendo o bico onde não deve. Se o doutor Toffoli tem esses predicados, que dom Dimas tente subverter a ordem do Direito Canônico indicando-o para compor um Tribunal Eclesiástico. Quem sabe com isso vejamos excomungados padres e bispos pedófilos e não mais mães de crianças por eles estupradas e engravidadas e médicos que nada mais fazem do que salvar vidas inocentes.
Em Judiciário
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Fora Lula, pode existir alguém que não o ministro-juiz Gilmar Mendes a quem mais interesse a nomeação do doutor Toffoli? Sem medo de errar asseveramos, não! A indicação de Lula tem como objetivo colocar dentro do STF um confiável interlocutor do PT. Para o presidente do STF não é de bom alvitre a nomeação de um ministro de notável saber jurídico, que possa contestar à luz da lei suas tiranas posturas, e, sobretudo, um ministro de conduta ilibada, que não abdique de suas convicções jurídicas por coação moral. A figura do doutor Toffoli tem o perfil adequado às exigências do doutor Gilmar Mendes. Será de fácil manipulação. Será mais um para dizer "amém". Presidente ou não, o ministro Gilmar Mendes continuará dando as cartas no STF, mesmo existindo na Corte contestantes às suas posições, mas que, por serem minoria, são sempre votos vencidos. Seu poder de persuasão (?) é ímpar. E quanto mais aliados (reféns) melhor. Nomeado o doutor Toffoli mais fácil tornar-se-á a alteração do Regimento Interno do STF na parte em que veda a reeleição do presidente da Casa. Aguardemos, pois, Gilmar Mendes presidente do Supremo Tribunal Federal em segunda edição.
Em Judiciário
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O STF precisa, sim, é de iminentes operadores do Direito de notável saber jurídico em sentido lato, ou seja, conhecedor do Direito em todas as suas ramificações (Constitucional, Penal, Civil, Administrativo, Agrário, Trabalhista, Tributário, ...), e reputação ilibada. Para exercer o múnus de ministro do STF a Constituição não exige boa aparência, pele clara, poder econômico-financeiro, procedência de família tradicional ou atributos outros que muitos emprestam valor. Exige pura e simplesmente NOTÁVEL SABER JURÍDICO e REPUTAÇÃO ILIBADA. Mas essas exigências, à vista da nobreza da função, devem ser rigorosamente observadas. São justamente essas qualidades que fazem o jurisdicionado crer que a prestação jurisdicional a si ofertada - com o acolhimento ou rejeição de sua pretensão - foi fruto de elaboração intelectiva idônea e absolutamente isenta de paixões; enfim, que foi observada a justiça.
CONTINUA
Em Judiciário
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A indicação do doutor Toffolli para o STF não tem como escopo oferecer ao judiciário brasileiro uma cabeça pensante para operar o Direito com justiça e imparcialidade, mas sim introduzir naquele colegiado um interlocutor genuinamente petista. Na biografia (biografia tá na moda) do doutor Toffolli os atributos exigidos pela Constituição Federal não estão presentes. FELIZMENTE! Tomara que o Senado Federal reconheça o desdém com que o Presidente Lula está tratando a indicação de uma pessoa para compor a nossa maior Corte de Justiça: olvida o comando constitucional; trata o STF como se fosse um clube de futebol e equipara o ministro a um jogador; e, de somenos importância trata fatos que desabonam moralmente o indicado. Está verdadeiramente "se lixando" para o que diz a Constituição Federal.
Que abram os olhos nossos senadores. O PT pretende perpetuar-se no poder. Aprovada a afrontosa indicação estará aberto precedente para outras não menos desrespeitosas. As próximas, certamente, serão as dos doutores Vicente Paulo da Silva (Vicentinho) e José Dirceu de Oliveira e Silva (Zé Dirceu). Para quem não sabe, ambos bacharéis em Direito. Andando a carruagem como quer o PT, em pouco tempo veremos um STF composto só de petistas; e trajando togas vermelhas.
É preocupante!
Em Judiciário
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Não é, com certeza, uma carta da OAB. O doutor Cezar Britto não externa o pensamento de todos advogados brasileiros, em especial daqueles que primam pela observância da legalidade; pelo respeito ao nosso ordenamento jurídico; e, muito especialmente, pela obediência aos mandamentos da Carta Magna nacional. É o que lhes foi ensinado nas faculdades de Direito. Ele expressa uma pessoal e cristalinamente interesseira opinião. Tá na cara: pretende ser o próximo indicado. E ele não está dando prego sem estopa. O Lula costuma contraprestar na justa medida. Mas pode quebrar a cara: provavelmente, o próximo será o doutor Vicentinho.
Doutor Cezar, vai preparando outra carta, mas fala só em teu nome.
Em Judiciário
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Mas, essas exigências, à vista da nobreza da função, devem ser rigorosamente observadas. São justamente essas qualidades que fazem o jurisdicionado crer que a prestação jurisdicional a si ofertada - com o acolhimento ou rejeição de sua pretensão - foi fruto de elaboração intelectiva idônea e absolutamente isenta de paixões; enfim, que foi observada a justiça. A indicação do doutor Toffolli para o STF não tem como escopo oferecer ao judiciário brasileiro uma cabeça pensante para operar o Direito com justiça e imparcialidade, mas sim introduzir naquele colegiado um interlocutor genuinamente petista. Na biografia (biografia tá na moda) do doutor Toffolli os atributos exigidos pela Constituição Federal não estão presentes. FELIZMENTE! Tomara que o Senado Federal reconheça o desdém com que o Presidente Lula está tratando a indicação de uma pessoa para compor a nossa maior Corte de Justiça: olvida o comando constitucional; trata o STF como se fosse um clube de futebol e equipara o ministro a um jogador; e, de somenos importância trata fatos que desabonam moralmente o indicado. Está verdadeiramente "se lixando" para o que diz a Constituição Federal.
Que abram os olhos nossos senadores. O PT pretende perpetuar-se no poder. Aprovada a afrontosa indicação estará aberto precedente para outras não menos desrespeitosas. As próximas, certamente, serão as dos doutores Vicente Paulo da Silva (Vicentinho) e José Dirceu de Oliveira e Silva (Zé Dirceu). Para quem não sabe, ambos bacharéis em Direito. Andando a carruagem como quer o PT, em pouco tempo veremos um STF composto só de petistas; e trajando togas vermelhas.
É preocupante!
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Ele se acostumou a fazer comparações de alguns fatos, políticos ou não, com acontecimentos futebolísticos. Algumas ridículas, mas que provocam risos de seus puxa-sacos. Essa de comparar um ministro do STF com jogador de futebol é simplesmente repugnante; é extremada estupidez. Ele, Lula, quer justificar a indicação de uma pessoa não possuidora dos atributos exigidos pela Constituição Federal para o cargo de juiz da nossa mais alta Corte de Justiça comparando-o a um jogador de futebol. Deixa transparecer aos incautos que após nomeado e não correspondendo às expectativas o juiz-ministro poderá ser simplesmente dispensado. Trata-nos como se fôssemos tolos torcedores de futebol. Não é assim. Empossado passará a decidir sobre os direitos e interesses (liberdade, patrimônio, etc.) dos jurisdicionados brasileiros. E do STF só sairá aposentado ou chamado pela morte. Por outro motivo, aqui, é inimaginável.
Em Judiciário
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Por que insistem em fazer indagações ao Lula sobre condutas ético-morais?
Ele em diversas oportunidades já deixou claro que para a satisfação de seus interesses e consecução de seus objetivos procedimentos e condutas anti-éticas e imorais são de somenos importância (lembremos só as negociatas do Lulinha com a "Oi", o caso mensalão e, mais recentemente, o apoio às falcatruas do Sarney). De há muito estamos convencidos de que "Mamãe" não lhe ensinou a prezar esses valores.
Em Judiciário
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"Trata-se de um jurista competente, um homem que tem desempenhado funções públicas de relevância e que desfruta do maior conceito no Judiciário e em todos os meios jurídicos do país", afirmou.
O que fará o Sarney para admiti-lo Ministro do STF? Não é preciso ser "Madame Beatriz" nem "Mãe Diná" para se ter certeza do que ele será capaz. É dando que se recebe; é o "modus operandi" do senador Sarney. É óbvio que o Lula tem interesse em implantar um braço do PT no STF; um braço petista sem qualquer sombra de dúvida. E o senador Sarney, por gratidão ao quanto fez o Presidente em sua defesa, chegando a reconhecê-lo "incomum" - o que restou provado realmente ser verdade, pois capaz de praticar atos que ao comum possuidor de idoneidade moral não é dado cometer -, indubitavelmente, de tudo fará para convencer seus pares do acerto da indicação do Lula. Já deu o pontapé inicial: reconhece no Doutor Toffolli um jurista (apontem-nos as obras jurídicas de autoria dele) e atribui a ele desempenho de funções públicas de relevância (até assumir a advocacia geral da União prestou-se a dar assessoramento jurídico ao PT). Daqui por diante usará de seu singular poder de persuasão (em verdade coação moral) para convencer seus pares, os vulneráveis, como assim fez para ver-se livre das acusações que sobre si pesavam no episódio dos atos secretos.
Um dos requisitos para o exercício da magistratura é a IMPARCIALIDADE. Esse senhor pretendente ao cargo de Ministro do STF já demonstrou, em caso fora de sua seara (no caso Sarney), nos moldes Gilmar Mendes, não ser possuidor deste atributo.
"Triste Brasil, oh, quão dessemelhante, triste ..."
Em Judiciário
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