Comida
20/06/2008 - 01h46

Pão trançado judaico é cercado de rituais e simbolismos; veja receita

VIVIAN RETZ
Editora de Multimídia da Folha Online

O modo de trançar é o segredo da challah. O pão judaico, que se pronuncia "ralá", é consumido durante cerimônia realizada no dia do descanso semanal sagrado, às sextas-feiras, após o pôr-do-sol. Veja vídeo com modo de preparo.

A culinária judaica é assim, sempre acompanhada de rituais. Não se deve, por exemplo, misturar leite e carne. Essa tradição é baseada na lei de Moisés que diz: "não comer o bezerro no leite da mãe".

Vivian Retz/Folha Online
Técnica de trançar o pão judaico challah exige experiência de quem está preparando
Técnica de trançar o pão judaico challah exige experiência de quem está preparando

Também só podem ser consumidos animais de quatro patas e que tenham casco fendido. Acredita-se que o casco que o separa da terra demonstra que sua ligação com o chão onde pisa não é demasiada. Assim, gados e carneiros estão liberados para os judeus.

A chef Simone Chevis ensina a receita do pão tradicional, de preparo rápido e fácil. No entanto, a forma de trançá-lo exige um pouco de prática.

O leite não faz parte dos ingredientes, pois isso impediria o consumo com carnes, servidas nas cerimônias do Shabat. "A challah é um pão simbólico do povo judeu que consumimos na sexta-feira, à noite, durante o Shabat. É uma cerimônia religiosa que marca o final da semana e o início do dia do descanso. Na Bíblia, conta-se que Deus fez o mundo em seis dias e no sétimo ele descansou", explica a chef.

O ritual começa com as velas, que devem ser acesas pelas mulheres. No jantar, o pão deve ser cortado com as mãos e distribuído entre os presentes.

Challah

Rendimento: 2 pães

Ingredientes

Vivian Retz/Folha Online
Challah é um pão simbólico do povo judeu e, para consumi-lo, há orientações a ser seguidas
Challah é um pão simbólico do povo judeu e, para consumi-lo, há orientações a ser seguidas

- 1 pacote de fermento seco biológico ou 1 colher (sopa)
- 1/2 xícara (chá) de açúcar
- 5 ovos
- 1/2 xíc. (chá) de óleo
- 1/2 xíc. (chá) de uvas-passas
- 7 a 9 xícaras (chá) de farinha de trigo
- 1 e 3/4 xíc. (chá) de água morna
- 1 pitada de sal
- Gergelim para polvilhar

Modo de preparo

Em um refratário, coloque a água morna, o fermento e o açúcar. Misture com a mão ou com uma espátula. Junte uma pitada de sal, quatro ovos (em temperatura ambiente) e o óleo. Adicione a farinha aos poucos. Coloque as uvas-passas quando a mistura estiver quase a ponto de soltar das mãos. Deixe a massa crescer por cerca de uma hora em um recipiente untado com óleo. Divida a massa em seis pedaços, molde-os e depois basta trançá-los (veja como fazer). Leve ao forno (180ºC) por 30 minutos.

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Ehud Olmert já sai tarde. Um dos mais combalidos Ministros de Israel desde 1948.
Temo pelas novas gerações de políticos que estão chegando, que não fomentam o mesmo sentimento patriótico como foram os de G.Meir, Gurion, Begin, e outros.
Creio que daí para frente o sentimento genuino patriótico Israelense se manifestará no seio dos judeus ortodoxos. Serão eles que manterão firme a convicção de que o Israel moribundo, ou nômade acabou.
Desde a antiguidade a fé judaica nunca esteve tão forte como nesses últimos dias.
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Correções:
(...) FORTALECE (...) e ( ... ) MAIOR número de vítimas...
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Tudo o que começa errado acaba errado.
...
Assim, este atual governo de Israel, certifica a todos que a guerra contra o Líbano em 2006, foi totalmente desnecessária, ceifando vidas e destruindo famílias de ambos os lados.
Receberam seus dois soldados mortos e libertaram um assassino frio que em 1979 matou o pai a queima roupa e sua filha esmagou a cabeça com seu rifle contra uma pedra. Uma menina de 4 anos.
..
Agora é recebido no Líbano como um herói, fortale-se a oposição contra Israel e dificulta eventuais e futuros acordos de paz.
Triste fim para ambos os lados, mas nessa Israel levou a pior, embora o número de vítimas tenha sido do lado libanês.
Que venha logo o Messias prometido, para por fim a todos esses flagelos.
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