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Cotidiano

Aborto de Anencéfalos

Comente o julgamento e a audiência pública do STF (Supremo Tribunal Federal) que decidirão se a legalidade ou não do aborto de fetos anencéfalos.


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Comentários dos leitores
sebastiao xandó (1) 28/08/2008 09h32
sebastiao xandó (1) 28/08/2008 09h32
Com relação a esta celeuma eterna sobre gestação , aborto etc... tenho uma postura bem definida. Não sei porque sempre se mistura religião a assuntos do estado , se somos um pais Laico, devemos exigir essa laicicidade do Estado. Destarte cabe ao congresso velar por sua função precípua de legislar e não se imiscuir ou se deixar levar por posições religiosas, é um assunto iminentemente técnico e deve ser tratado por técnicos, teorizam na maioria das vezes quem nunca teve esse problema em sua casa ou que só ouviu cantar o galo porém sem saber onde, a igreja deve se ater a assuntos espirituais, e parar com teorizações sobre deidades não vistas, não conhecidas, apenas tidas como viáveis por histórias adaptadas às mais diversas linguas de acordo com , como sempre se viu na História, interesses corporativos, não tenho intenção de ofender ninguém, mas estamos num estágio tal de conhecimento que seria um retorno a Idade Média essas obliterações em nome das mais variadas crenças, a ciência não pode se curvar a tradições que são verdadeiros freios ao avanço da humanidade, aliás humanidade que destrói o planeta a cada minuto, atenham-se a essa destruição que é em massa e deixem esses casos que são numericamente ínfimos a cargos de técnicos. 9 opiniões
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Fernando Pedro (3) 28/08/2008 09h25
Fernando Pedro (3) 28/08/2008 09h25
Acho terrível nossos politicos tentarem impor seus pontos de vista religiosos ao resto da população. Lamentavel um Estado onde não há separação entre religião e legislação, onde decisões sobre a vida do cidadão são tomadas com base na religião privade de governantes que muitas vezes não são aqueles em que votamos. 5 opiniões
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Fernando Henrique da Silva (47) 28/08/2008 09h22
Fernando Henrique da Silva (47) 28/08/2008 09h22
Estão esquecendo da vida em geral. Discutir apenas se alguém que é anencéfalo tem direito à vida é a ponta do iceberg de outros direitos constitucionais que sustentam e dão dignidade à vida, como: saúde, saneamento básico, educação, emprego, entre outros direitos. Além deste tema, penso que o Supremo Tribunal Federal, que é o "guardião da Constituição Federal", deve orientar os Poderes Executivo e Legislativo propiciem condições para que estes outros direitos do cidadão empretrados pela Carta Magna sejam garantidos a todos os cidadãos brasileiros.
A tempo: A Igreja Universal não defende os princípios cristãos em relação ao direito à vida. Suas opiniões e conceitos teológicos se baseam naquilo que podem render mais dinheiro. Não falam conforme as palavras de Cristo, mas de acordo com a palavra do deus que eles pregam: o dinheiro.
"Escolhe, pois, a vida" (Dt 30,19).
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Samuel da Silva Souza (1) 28/08/2008 09h21
Samuel da Silva Souza (1) 28/08/2008 09h21
Existe um limiar muito sensivel entre a ciência e o sobrenatural, e claro que que do ponto de vista cientifico este feto não tem nehuma chance de sobrevivência, e ainda pode causar danos a saúde de sua genitora, é uma causa de escolher entre o mal maior e o mal menor, do ponto de vista lógico a interrupção é a melhor decisão. 2 opiniões
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Fernando Henrique da Silva (47) 28/08/2008 09h18
Fernando Henrique da Silva (47) 28/08/2008 09h18
Estão esquecendo da vida em geral. Discutir apenas se alguém que é anencéfalo é a ponta do iceberg de outros direitos constitucionais que sustentam e dão dignidade à vida, como: saúde, saneamento básico, educação, emprego, entre outros direitos. Além deste tema, penso que o Supremo Tribunal Federal, que é o "guardião da Constituição Federal", deve orientar os Poderes Executivo e Legislativo propiciem condições para que estes outros direitos do cidadão empretrados pela Carta Magna sejam garantidos a todos os cidadãos brasileiros. 3 opiniões
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William Lobato (1) 28/08/2008 09h10
William Lobato (1) 28/08/2008 09h10
Se o feto já é anecéfalo, vamos puni-lo com a morte? Por que a escolha é da mulher e não do casal, já que quando há divórcio o pai deve pagar pensão alimentícia? O filhos são propriedades das mães? 8 opiniões
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Tiago Garcia (22) 28/08/2008 09h03
Tiago Garcia (22) 28/08/2008 09h03
Se existe a possibilidade de erro médico, e conhecendo o Brasil como todos nós conhecermos, permitir aborto para esses casos é permitir que se instale no Brasil uma industria da morte.
Além da possibilidade de matar quem tem direito a vida, por um equivoco grave, vai ter aqueles médicos canalhas (que dão atestados se bem pagos) que vão fazer fortuna com "abortos terapeuticos".
Se a vida ainda vale alguma coisa nesse país, os ministros vão votar contra.
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Maíra Vieira Rodrigues (1) 28/08/2008 08h17
Maíra Vieira Rodrigues (1) 28/08/2008 08h17
Bem, acho que o complicado nessa questão é que não envolve apenas a vida do bebê, diz respeito a crenças. Minha mãe teve uma filha com anencefalia, que viveu apenas meia hora. Ela quis ter a minha irmã, apesar do sofrimento de saber que não sairia do hospital com sua filha nos braços, porque acreditamos que cada um de nós tem uma missão a cumprir, tem um por quê de ter que vir a esse mundo. Acreditamos que nesse tempo podemos melhorar algo em nós, aquela história toda que chamam de "evolução" e etc, que para alguns leva 90 anos e para a Aline levou meia hora. Há outras pessoas que defendem o direito desses bebês nascerem porque consideram que o embrião já é uma vida e que uma pessoa não tem o direito de tirar a vida de outra. Mas é complicado dizer o que é certo e o que é errado em situações assim. Acredito que o ideal é que a mãe escolha. Pois fico imaginando que terrível deve ser para uma mulher que não consegue enxergar que há uma vida dentro dela, que não acredita em nada do que eu já disse e só imagina uma massa doente e disforme em seu ventre, imaginem que horrível para ela ter que conviver com essa sensação durante nove meses? 6 opiniões
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Rogério Athayde (158) 28/08/2008 08h14
Rogério Athayde (158) 28/08/2008 08h14
Bom, o problema da reencarnação do espírito é fato real que não se decide assim tão facilmente. O problema é sério, pois o espírito reencarna por provação, expiação ou missão. Eu acho que independente de qualquer tipo de religião, os homens deveriam estudar mais a nossa origem, tanto material quanto espiritual. Não quero aqui levantar nenhum tipo de polêmica religiosa, pois espiritismo é ciência, é filosofia e também é religião. Respeito todas as religiôes, respeito todas as opiniões, mas creio eu que estamos chegando a uma época que devemos reestudar, recontextualizar a vida, ou seja, quem somos nós? De onde viemos? para onde vamos? Temos alma ou não? somos espíritos reencarnados? qual o motivo do amor e da dor? Será que céu e inferno não estão em nossas próprias consciências? Os homens dos tribunais devem parar, pensar e agir, mas com a consciência convicta do que estão fazendo. Já disse em outras oportunidades que, o que está acontecendo no mundo, tragédias, violências etc, talvez seja uma resposta da própria natureza. Será que não deveremos repensar o homem? a sociedade? a vida? Tudo o que existe no mundo tem inteligência, até o ar que respiramos. Precisamos pensar nisso, com equilíbrio, sem fanatismos, mas dentro do processo da transdisciplinaridade. Precisamos ter a coragem o suficiente para encarar novas realidades. 4 opiniões
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Heros Farley Rezende (2) 28/08/2008 07h25
Heros Farley Rezende (2) 28/08/2008 07h25
Além da vida da criança ser independente da mãe, o Dono dela é Deus, que foi quem a criou, e somente ele tem o poder pra deixá-la viver ou não... Não se deve antecipar a morte de um bebê inofensivo, mas que é imagem e semelhança do Pai que está no céu. 8 opiniões
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Heros Farley Rezende (2) 28/08/2008 07h21
Heros Farley Rezende (2) 28/08/2008 07h21
É só ver qual é verdadeira igreja iniciada por Jesus Cristo, aquele que de verdade defendia a vida... 4 opiniões
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Beline Chaves (2) 28/08/2008 06h33
Beline Chaves (2) 28/08/2008 06h33
Conversando com um amigo médico, concordei com ele, em que na conjuntura atual, não podemos permitir o aborto de anencéfalos, pois assim futuramente não teremos politicos capacitados para governarem o nosso País.Como se vê na atualidade.
Morte cerebral em paciente hospitalar, é declarado o óbito.Se o feto não tem cérebro, não hà o que discutir, já nasceu morto, é no máximo uma planta com dias contados de vida, tirando tempo e dinheiro de bebes normais e com necessidades vitais.BNC
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Ademar Souza (9) 28/08/2008 06h07
Ademar Souza (9) 28/08/2008 06h07
Anencéfalo é um indivíduo sem encéfalo (sem cérebro, sem cerebelo e sem tronco cerebral). Descerebrado é o indivíduo sem cérebro. O anencéfalo morre logo depois de nascer. O descerebrado pode ter seu organismo funcionando por mais tempo, como foi o caso da menina citada na reportagem. Em ambos os casos estes indivíduos não têm nenhum nível de consciência. Tdos estão em morte cerebral. Não ouvem nem enxergam nada. Não têm nenhuma sensação física de dor, calor, frio ou qualquer outra sensação. Não têm nenhum sentimento. Não têm nenhum contato com o mundo. Não pensam. Reajem menos ao ambiente que um vegetal ou uma ameba. Não são, portanto, seres vivos. Submeter uma mulher ao parto de um indivíduo totalmente inviável é pura crueldade. Dêm às mulheres o direito de decidir! 8 opiniões
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maria boehm (1) 27/08/2008 21h48
maria boehm (1) 27/08/2008 21h48
Acho que cada vez mais as pessaos estão esquecendo o respeito e direito a vida, todo ser vivo tem direitos, num Brasil onde defendem animais,arvores e até os mais perigosos bandidos, estão agora dando as costas para o direito de viver desses chamados fetos, mas q pra mim tem o nome de ser humano.Quem defende o direito ao aborto não tem o direito de colocar o nome de Deus neste negócio, pois pra mim legalização ao aborto só deixará mais ricos aqueles q fazem uso da profissão de Médicos, mas q são verdadeiros assassinos. 45 opiniões
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Margot Nóbrega (2) 27/08/2008 20h35
Margot Nóbrega (2) 27/08/2008 20h35
É preciso que se compreenda que a mãe deve ser fiel depositária de uma vida que lhe foi confiada. O bebê é da mãe, mas a vida dele, não, portanto não é direito da mãe tirar a vida da criança,
Além do mais, se até no diagnóstico da anencefalia se cogitam erraos, vidas - inclusive as das mães - podem padecer por enganos médicos.
36 opiniões
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Ari GC (1) 27/08/2008 19h43
Ari GC (1) 27/08/2008 19h43
Quem deve decidir se faz ou não o aborto é a mulher. Imaginem quantas vidas seriam poupadas de ter que nascer nesse mundo ridículo em que um filho indesejado eh obrigado a nascer, mesmo que o seu destino seja o de sofrer enquanto existir. O Brasil precisa evoluir! Quanto menos crianças indesejadas, maior a possibilidade desse país crescer! 39 opiniões
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Laércio Henrique (6) 27/08/2008 00h33
Laércio Henrique (6) 27/08/2008 00h33
deus, sem dúvida, tem um péssimo gosto para presentes.
Ainda dizem que prova divina é a de que somos perfeitos. Se é responsabilidade de deus esse ser sem cérebro, foi um erro divino. Mas, se deus é perfeito, ele não deveria ter cometido um erro tão grosseiro como esse, não?
A melhor forma de resolver esse dilema é sair da luz da razão e adentrar nas trevas da fé. Só com a fé é que se atinge o perfeito estado da ignorância.
45 opiniões
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Marco Fernandes (4) 26/08/2008 18h08
Marco Fernandes (4) 26/08/2008 18h08
Acho que o debate é importante e mais ainda sair um consenso em comum, pois um assunto tão polêmico como este ainda renderá bastante. Particularmente sou bastante a favor da opinião da Universal, pois casos como a menina paulista, sustentada a vida por remédios torna cada dia mais desgastante para a família saber que de uma hora para outra a criança pode vir a falecer. O Estado tem o dever de trazer o bem-estar para o seu povo. Creio ser dever do Estado descriminalizar "certos pontos", não a totalidade. Pois, senão, qualquer menina desinformada vai sair fazendo aborto por aí. Junto com essa descriminalização, que venham também campanhas de saúde e de planejamento familiar, coisas muito importantes principalmente para a população da periferia e também aqui no Nordeste.
Marco Fernandes
Aracaju (SE)
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Marcia Mattos (2) 26/08/2008 18h02
Marcia Mattos (2) 26/08/2008 18h02
Quanto à divergência de posições entre a Igreja Católica e a universal, basta a gente responder à seguinte pergunta - quem tem condições de pagar o "dízimo", o bebê ou a mãe??? Já quanto a dizerem que esse tipo de gravidez acarreta riscos graves às gestantes, se assim fosse, teríamos que abortar todos os bebês com problemas congênitos graves, o que não acontece nem em países onde o aborto é legal, a mãe aborta se quer, não por indicação médica. 21 opiniões
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