Publicidade

Cotidiano

Assalto - Luciano Huck

Comente o assalto sofrido pelo apresentador Luciano Huck, em São Paulo


Mais resultados: 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Comentários dos leitores
Haremhab Hassan (96) 14/10/2007 17h46
Haremhab Hassan (96) 14/10/2007 17h46
Lamentável o fato de um apresentador julgar, em seu mesquinho e egoísta raciocínio, "como pagador de impostos", ter mais direito à segurança pública que o restante da população, esta sim, abandonada a mercê do verdadeiro destino...choradeira de um "pagador de impostos abastado", que, pela primeira vez na vida, sentiu na pele, a realidade nua e crua de qualquer cidadão menos favorecido..."tenho uma ONG", blá-blá-blá, como se fosse um grande favor, um mecenas dos pobres!Perguntem a esposa da "ilustre figura", quando a mesma paga a sua faxineira ou doméstica, pra esbanjar dinheiro comprando jóias e relógios carissimos, desfilando na R.Paes de Barros no 3o.mundo;és celebridade aqui, mude pra Europa, lá é só mais um "cucaracha", queria ver a cara da figura numa blitz policial em Londres ou Paris, com seu "rolex" no pulso, sendo brasileiro... 25 opiniões
avalie fechar
Odair Justo (5) 14/10/2007 17h38
Odair Justo (5) 14/10/2007 17h38
SANTOS / SP
A situação está complicada. O Problema de segurança neste país não se resume ao relógio do Sr. Luciano.
Começa pela corrupção e roubalheira que desvia dos cofres públicos dinheiro suficiente para uma melhor educação, saúde e melhores salários para a polícia que acaba envolvida na corrupção também, e continua por se espalhar pela população com o tal jeitinho Brasileiro do qual se vangloriam ao invés de ter vergonha.
6 opiniões
avalie fechar
CACHOEIRA DO SUL / RS
Minha solidariedade ao policial Franchini. Sou professora e o salário básico pago pela nossa governadora gaúcha que é do mesmo partido do governador paulista é de R$ 272,40. Mas como alguém já nos disse em um dos comentários abaixo, ter feito concurso público para a profissão que escolhemos é uma questão de "foro íntimo". Pobre Brasil. Enquanto houver pontos de vista tão abomináveis quanto este e tantos outros, esta terra continuará um sanatório geral. De longa data percebo que judiciária, legislativo, fazenda, bancos (especialmente os estatais) cobrem seus funcionários de bons salários e vantagens. Policiais civis e militares, professores, médicos, enfermeiros e toda sorte de outros mortais comuns do serviço público são tratados como cidadãos de quinta categoria. 21 opiniões
avalie fechar
Marcello Bloisi (3) 14/10/2007 17h20
Marcello Bloisi (3) 14/10/2007 17h20
Gostaria muito de saber quanto dona Natasha pagou de imposto de renda em 2007... 24 opiniões
avalie fechar
Helio Marighetti (12) 14/10/2007 17h18
Helio Marighetti (12) 14/10/2007 17h18
Infelizmente isso não irá acabar. Pois enquanto alguns trabalham para poder usufluir do que ganhou com o suor, outros vivem na boa e somente pensam no que irão roubar para manter a vida boa. E assim a vida continua. Uma boa coisa para acabar com isso é proibir de quem tem moto andar com o guarupa. Sei que afetará muitos, porem o criem na Colombia diminuiu quando fizeram esse lei. Poe os policiais nos pontos estratégicos de roubo (próximos a Shopping,butiques, e outros) e assim que verem duas pessoas em uma moto fazem uma batida. Talvez nossos amigos leitores conheçam outra maneira de impedir esses assaltos. Porém tudo se parte de duas pessoas em uma moto, pois se estivessem em um unico com certeza isso não aconteria. 15 opiniões
avalie fechar
Aureo Marins (1) 14/10/2007 16h13
Aureo Marins (1) 14/10/2007 16h13
RIO GRANDE / RS
Gostaria de perguntar a todas as pessoas que criticaram o Luiciano o seguinte: Se você fosse famoso, rico, cheio de rolexs, jóias, dólares e outras cocitas mais e tivesse a midia ao seu inteiro dispor, você meteria a boca no trombone? Responda para a sua consciência e saiba se você é ou não um grande hipócrita. 13 opiniões
avalie fechar
Pedro Duarte Freires (5) 14/10/2007 15h25
Pedro Duarte Freires (5) 14/10/2007 15h25
Não sei como os artigos do Ferréz e do Luciano Huck prentendem "estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais" ao refletir os clichês do "pensamento contemporâneo".
Tanto o Ferréz quando o Luciano Huck estão em polós opostos do mesmo clichê, de um mesmo romantismo: o de que os indíviduos não são responsáveis pelos males da cidade, mas sim o Estado. Como se o Estado, invisível, não fosse também composto por outros indivíduos. Ambos reivindicam uma cidadania perdida, um ao dizer que o assaltante, "apesar de morar perto do lixo [...], não era lixo"; o outro ao mostrar como, apesar de abastadamente rico, é um ser humano como qualquer outro.
Penso, no entanto, que tal cidadania nunca existiu. Seja porque a democracia ainda não chegou na favela ou porque a riqueza de uns parece colocá-los acima dela. E tão acima dela que permite à mesma pessoa que diz sentir "pena" do assaltante, vestir no pulso um caríssimo Rolex ao perambular pelos igualmente caríssimos Jardins.
Ora, porque um Rolex não é um relógio qualquer. E não é qualquer pobre com infância dura e pouca educação (e olha que são muitos) que vai sair assaltando Rolex de apresentadores de TV nos Jardins.
Não sei no quê justificar o assaltante ou a indignação do assaltado, enfim, pode ajudar no "debate dos problemas brasileiros". Talvez esperemos para um debate, primeiro, mais informações sobre o problema. E, depois, diferentes respostas para a pergunta crucial ao assunto: por que nossa democracia não funciona?
29 opiniões
avalie fechar
Arthur Rocha (1) 14/10/2007 14h53
Arthur Rocha (1) 14/10/2007 14h53
SAO PAULO / SP
Minhas condolências ao seu Rolex, meu caro HUK.

Como existem objetos que nos abundam janela afora de nossos carros ou mesmo brilham aos olhos de quem os desejam. Certamente não srão ostentados, mas serão úteis às urgências de uma imensidão que não se lembra da última hora ou dia em que comeram.
Valem as reflexões do Ferréz.
6 opiniões
avalie fechar
Ivan Torretta (1) 14/10/2007 14h43
Ivan Torretta (1) 14/10/2007 14h43
SAO PAULO / SP
Acho ridículo se colocar acima da sociedade que vivemos. Fazemos parte dela, e tudo que nela acontece temos nossa parcela de culpa.
O fato, a realidade é que não há como negar a vida como ela é - chorar as pitangas e se moldar de bom mocinho é viver fora da realidade, aquela que você também faz parte.
Quer fazer bonito e andar de rolex na selva é como nadar com um pedaço de carne num tanque de tubarões.
Para mim não foi surpresa, e por enquanto não será. O que precisamos é de engajamento político e não de celebridades expondo pobres ao rídículo por uma casa de um preço de um relógio.
Esta semana também roubaram meu carro, também sou um bom cidadão mas tenho noção da realidade.
10 opiniões
avalie fechar
A polícia do Rio é brutal, segundo o New York Times? Bem, a brutalidade policial tem que existir na razão direta da brutalidade dos bandidos. Seria um sonho a polícia subir o morro tomando rajadas de metralhadora e acenando com sacolas de biscoitos e pães doce. Ademais, temos visto várias vezes a brutalidade da polícia americana contra infratores em plena via pública. Fora aquilo que não vemos. Também, todos sabem como um brasileiro foi morto pela polícia inglesa no metrô de Londres. As atrocidades praticadas pelos yankees nas prisões de Guantânamo e do Iraque não têm precedentes. Assim, americanos e ingleses não podem apontar a violência de ninguém. Mesmo fazendo uma comparação doméstica, a policia do Rio nunca matou 111 "coelhos de uma cajadada". E depois dos ataques de uma instituição, a polícia de um lugar aí matou 160 suspeitos, inclusive o empregado de um posto de gasolina que havia largado o serviço poucos minutos antes. Como se vê, a brutalidade está em toda parte, e às vezes tem de existir, outras vezes, não. 4 opiniões
avalie fechar
Ismael Marques Nogueira (2) 14/10/2007 12h55
Ismael Marques Nogueira (2) 14/10/2007 12h55
TAUBATE / SP
Infeliz a declaração do delegado em dizer como exepmlo, que pessoas saem de Francisco Morato para cometer delitos na capital, ele pode estar enganado, pois morei por muitos anos naquela região, que todos sabem é uma cidade dormitória onde mais 60% dos moradores (PEA) se deslocam para trabalhar em São Paulo e os outros 20% trabalham em cidades vizinhas e de maioria de população de baixa renda. O município tem mais de 170.000 habitantes, local de maioria de povo trabalhador, é a segunda força do ramo do comercio da microrregião de Franco da Rocha (composta também por Caieiras e Mairiporã) e está no extremo norte da Região Metropolitana de São Paulo. A culpa da cidade em se encontar nas ultimas posições do ranking de desenvolvimento é por culpa de politica de má administração, de governos falidos e de falta de planejamento e desenvolvimento sustentável, que causou inchaço e explosão demográfica naquela cidade. Esta cidade senhor delegado, só é lembrada em época de eleições pelos falsos políticos e depois, passou as eleições a cidade é esquecida e só estampa de manchete de jornais quando acontecem assassinatos e crimes de grande repercussão, causada pela politica retrogada de pelos "feudos", que são as Penitenciárias, Presídio semi-aberto CDP's e C.A.S.A (Antiga FEBEM) na cidade vizinha de Franco da Rocha, que também é vítima do descaso de governo falidos, de ideias retrogadas passadistas e sem planos de desenvolvimento. Não dê exemplo por cidade que está a 50 km de São Paulo! 18 opiniões
avalie fechar
Marco Antonio (6) 14/10/2007 12h52
Marco Antonio (6) 14/10/2007 12h52
Caros Senhores
Acho muito estranho estarmos discutindo valores que são relevantes apenas para quem esta envolvido Ex:
uma motocicleta para um entregador de jornal vale muito mais que qualquér rolex
O salario do policial CIVIL, MILITAR,dos PROFESSORES E MEDICOS do Serviço Publico esta implicito no escopo do concurso que é opcional ou seja,ninguem entra em qualquer cargo sem saber antes o valor do salario.Mas isso não vem ao caso porque é uma decisão de forô intimo.O que mais entristeçe é saber que um objeto do valor como o ROLÉX DO SR. HUK vai parar na mão de pessoas bem nacidas e que não tem nescessidade desse tipo de coisa tenho certeza que esse relogio não foi trocado por uma dezena de pedras de crac,agora as diferenças de classe e salario não podem estar entre o crime e o servidor senão a população como um todo fica sim refem da criminalidade enquanto se discute se o salario é justo ou não,o salario é aquele que ja estava estabelecido antes do servidor prestar o seu concurso publico.
Minhas solidariedades tanto ao policial que mereçe sim um salario mais justo como para o Sr Huk que como qualquer cidadão PAULISTANO tem o direito de ir e vir com tranquilidade nessa cidade que com certeza é a mais COSMOPOLITA DO BRASIL e tenho certeza não vai estar na mão da marginalidade.
Abraços!!!
34 opiniões
avalie fechar
Rosangela Falzoni Uchoa (6) 14/10/2007 12h44
Rosangela Falzoni Uchoa (6) 14/10/2007 12h44
SAO PAULO / SP
Que boa questão temos diante da situação de falta de segurança! E ao ler o comentário do Luciano Huck penso que o estado de tensão causado pela insegurança, não por causa de Rolex, aliás muito bem colocado por ele, porque eu não tenho Rolex, mas já fui assaltada 03 vezes em São Paulo, 2 ocasiões de carro e 1 a pé e não foi no Jardins ou zona nobre, foi na região central e zona leste! Não sou rica, mas sou vítima como Luciano; não tenho Rolex, mas tenho uma bolsa, uma carteira, um celular, um carro popular e corro risco de vida, todos os dias, todos os segundos! Luto contra a síndrome do pânico! Estou sujeita a ter minha vida banalizada, tirada, perdida por bens infinitamente mais baratos que o Rolex, mas o valor da nossa vida não tem preço! Isso que o Luciano quis dizer!!
Agora, claro que as políticas públicas para a segurança e educação são deficientes, mas quem escolhe os governates que pagam a polícia? Somos nós! O que sociedade, a opinião pública, as associações, a comunidade, o que temos feito? Evitamos os faróis, evitams sair à noite, não usamos mais nada de valor, mas mesmo assim somos reféns de um ciclo vicioso, mas o que temos feito? Como romper o ciclo pobreza- má educação-violênica-falta de segurança... por onde começar? Quem vai começar?
Rosangela
São Paulo
31 opiniões
avalie fechar
Flávia Rossi (2) 14/10/2007 12h22
Flávia Rossi (2) 14/10/2007 12h22
SAO PAULO / SP
O pensamento do Sr. Luciano Huck é típico do elitismo na nossa classe média alta. O grupo que "paga todos impostos" tem direito pleno à cidadania e quer segurança pública! Olham apenas para o próprio umbigo quando se referem a segurança pública. Inclusão social nao passa por suas cabeças e políticas sociais é populismo!
Para garantir sua segurança, vale até o Capitão Nascimento. Lamentável.
29 opiniões
avalie fechar
Tenho de Luciano Huck a melhor impressão. E até acho que para o padrão de vida que alcançou merece receber e usar um Rolex, como fantasia e distintivo que é de uma sociedade consumista e que entende que passa a ser nobre quem possuir esses símbolos.
É preciso lembrar que esses marginais, criados à míngua de uma sociedade que TUDO DÁ a seus filhos e cada vez por mais tempo (Os filhos agora só constituem vida própria bem mais tarde), desde rica mesada, automóvel, moradia e mordomias, viagens e intercâmbios, presentes e lazer, guloseimas e dengos, mas que não admite e chama de assistencialismo barato o Governo lhes conceder uma bolsa de quinze Reais, ou uma ajudazinha para não morrerem de fome.
Vi Alkmim dizer que o povo precisa de um “trabalhinho”, ganhar um “dinheirinho”, aprender a fazer pão com sua mulher e vender pelas ruas... "O povo não quer só comida, o povo quer saída para qualquer parte... direção e arte..." Enquanto não resolvermos, de fato, dividir a renda voluntariamente ou vê-la sem reclamos ser redistribuída para garantir investimentos humanos que têm dado certo nos ricos com seus filhos, nos melhores bancos de ensino, e viver... mas acharmos que os nossos impostos devem ser empregados em portos e aeroportos, Enquanto distinguirmos friamente bairro pobre e bairro nobre; condomínios e periferia; os que têm e os excluídos... o Rolex não será distintivo de nobreza, mas remuneração pelo único "serviço" que a sociedade admite ser prestado pelos marginais: assaltar.
19 opiniões
avalie fechar
policarpo blanco lopez (1) 14/10/2007 11h13
policarpo blanco lopez (1) 14/10/2007 11h13
PORTO ALEGRE / RS
lamentável o assalto
mas lamentável tambem é o programa educativo do assaltado
a miséria que possibilita que existam programas como esse também possbilita que cresçam assaltantes como aquele
é tudo produto
do mesmo ventre
8 opiniões
avalie fechar
Aparecido Soares Cardoso (2) 14/10/2007 10h52
Aparecido Soares Cardoso (2) 14/10/2007 10h52
EMBU / SP
Caramba,só porque o Rolex roubado foi do Luciano Huck,que privilégio destes artistas heim!!!!!
E os milhões de reais que roubam do povo e sabem quem foi?
6 opiniões
avalie fechar
Célio Rodrigues (36) 14/10/2007 10h41
Célio Rodrigues (36) 14/10/2007 10h41
GOIANIA / GO
Em um país de miseravéis como o Brasil, o portador de um Rolex, cujo valor corresponde a dois anos e meio de trabalho de um operário, às vezes pode ser tão perigoso (ou mais) para a sociedade quanto seu assaltante. Caso a Polícia e a Receita Federal levantassem a ficha do proprietário do Rolex roubado até que poderiam ter alguma "surpresa"... 10 opiniões
avalie fechar
José Eduardo Nascimento (1) 11/10/2007 11h35
José Eduardo Nascimento (1) 11/10/2007 11h35
BARRETOS / SP
Queremos nós, policiais civis do interior do Estado de São Paulo, parabenizar o colega Roger Franchini, Investigador de Polícia do 36º DP. Corajoso, ele teve a ousadia de externar sua indignação e também a insatisfação diante de um quadro que ninguém quer ver.
Algumas pessoas, principalmente as autoridades, preferem se fazer de "cegas", e não enxergam os rumos que a segurança pública do Estado de São Paulo tem tomado nos últimos tempos (entenda-se governo PSDB - Covas, Alckimin e Serra).
Até mesmo os deficientes visuais conseguem enxergar que caminhamos para um estado de calamidade, e nós policiais, que estamos na linha de frente, seguimos com baixos salários, mínimas condições de trabalho e efetivo muito abaixo do esperado para desenvolver um trabalho eficaz.
Na atual conjuntura, aqueles policiais que ainda permanecem na linha de frente são realmente abnegados, que tem uma visão perfeita do que ocorre no dia-a-dia. Não só com os ricos, mais abastados, como também com os pobres e moradores da periferia.
O delegado Francisco Campos se esquece do que diz um ditado popular : "quem fala a verdade não merece castigo". Assim, deveriam deixar o Investigador Roger Franchini desempenhar suas funções em paz, pois acredito que o tempo perdido para depor na Corregedoria poderia ter sido utilizado no combate ao crime.
Diz ainda outro ditado "o pior cego é aquele que não quer ver". Roger, conte com o apoio dos policiais civis do interior paulista.
36 opiniões
avalie fechar
Pedro Castro (2) 11/10/2007 10h25
Pedro Castro (2) 11/10/2007 10h25
LORENA / SP
Um policial gigante e um governador minúsculo. 34 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (171)
Termos e condições

Mais resultados: 1 2 3 4 5 6 7 8 9

 

FolhaShop

Digite produto
ou marca